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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Partes Mirim: 11 de novembro de 2012, EXPOSIÇÃO DA ARTISTA LÉLIA...
Partes Mirim: 11 de novembro de 2012, EXPOSIÇÃO DA ARTISTA LÉLIA...: Agradecemos a artista LÉLIA BROWN pela gentileza do convite! PARABÉNS, SUCESSO E FELICIDADES COM AS BENÇÃOS DE DEUS! Claudia Regina F...
sábado, 10 de novembro de 2012
VOYEUR
VOYEUR
não
cismo com você à mesma proporção
que
os vãos da boca esboçam cantos e trejeitos indisfarçáveis
caminho
pelo teu rosto como uma vaca no pasto
esquadrinhando
todas as fendas
Tua
face é um mapa de tu’alma que exploro sem pudor
e
viajo por luas, sóis, céus e piso em nuvens
sem
me importar com a espessura da travessia
e
não adianta se entocar em pensamentos esmos que de tocaia avanço
todos
os recônditos gestos inomináveis
e,
assim, lhe deixo inapelavelmente nua
e
o gozo me vem pelos olhos ao contemplar
a
mulher que dentro de você há
Hideraldo Montenegro
domingo, 4 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
Reprodução Cultural e Contra-hegemonia: Formação Docente para a Transformação Social | Revista Partes
Reprodução Cultural e Contra-hegemonia: Formação Docente para a Transformação Social | Revista Partes
Reprodução Cultural e Contra-hegemonia: Formação Docente para a Transformação Social
Cristiano Guedes Pinheiro*
Priscila Monteiro Chaves**
Resumo: O presente trabalho objetiva refletir acerca das relações de poder na formação de estudantes e futuros docentes, a partir dos conceitos de “reprodução cultural” e de "contra-hegemonia". A fim de compreender a necessidade de uma formação docente que consiga estabelecer relações entre o político e o pedagógico, articulando práticas de uma democracia radical também na educação.
Palavras-chave: Reprodução Cultural; Contra-hegemonia; Formação Docente.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Revista Partes - Colunistas - Antonio Brás Constante: O falso esperto falsificado
Revista Partes - Colunistas - Antonio Brás Constante: O falso esperto falsificado: O falso esperto é aquele individuo que tenta enganar todo mundo sem perceber que o principal enganado por ele é... Ele mesmo. Todo mun...
Um passo de mágica
Pedro Coimbra
M.
não chegou ao mundo de maneira tranquila, mas literalmente caindo no chão frio
de terra batida do casebre em Vai e Vem.
Tão
fraco e esquálido nem mesmo deu seu primeiro choro e passou a viver as
dificuldades deste grande mundo de Deus.
Dolores,
sua mãe apenas o contou como mais um dos seis filhos, todos de pais desconhecidos.
Por
milagre de Nossa Senhora da Conceição sobreviveu se arrastando pelos lugares
mais fétidos, beirando esgotos, bebendo água poluída
Vai e Vem era um
lugar perdida no sertão do Brasil, com um pequeno amontoado de gente que vivia
de expedientes e sobras dos mais abastados.
No passado fora
uma importante cidadela na colonização portuguesa e em seu território ocorreram
importantes lutas.
Já garoto,
fugido da escola, M. andava por todos os morros, serras e campinas, livre e
solto.
Certo dia,
deitado debaixo de uma grande árvore, viu formarem-se nuvens de muita chuva,
com raios e o estrondo de trovoadas.
Um grande clarão
de luz caiu sobre M. que foi atirado a distância.
Ficou
desfalecido por muito tempo e quando voltou a si, sentiu que coxeava de uma das
pernas.
O mais
importante é que o incidente parecia ter aberto a inteligência de M., como
dizia o Dr. Clarismundo, um advogado beberrão, que vivia na porta do Boteco do
Nêgo Véio.
M. disparou a
trabalhar a partir daquela data, usando principalmente um dom que todos
desconheciam para seduzir as pessoas e fazer bons negócios.
Começou a comprar
imóveis e logo diziam que se transformara num agiota de mãos cheias e já
acumulava casas, terrenos e mais de vinte fazendas.
Aproximou-se de
Gilda, filha de um político arruinado, e conquistou-a com promessas.
“M. é o homem
mais rico de Vai e Vem e não para mais”, diziam os falastrões do lugarejo.
Preocupava-se
cada vez mais com os negócios e muito pouco com a mãe Dolores e os irmãos.
Só uma coisa
chamava sua atenção: os circos mambembes que as vezes apareciam em Vai e Vem ou
na região.
M. sentia-se fascinado
com os espetáculos, muito mais do que com os programas de televisão onde
participavam atores reconhecidos e milionários.
Seus olhos
brilhavam com as fantasias das bailarinas, o humor acido dos palhaços, os
equibristas e os trapezistas.
O que mais o
encantava e deixava sem fôlego era o mistério dos mágicos.
Tantas fez que
acabou aprendendo algumas mágicas num dos circos: desaparecendo com o pano;
carta furada do espectador e o copo que atravessa a mesa.
M. descobriu que
viera ao mundo para se dedicar as mágicas e truques
Numa manhã de um
mês de novembro, fechou seu escritório em Vai e Vem, e desapareceu.
Tornou-se Órion, o mágico e sua
especialidade tornou-se o número em que serrava a assistente ao meio, até o dia
em que tudo acabou terminando em tragédia!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Maria Aparecida Francisquini: Como quero...
Maria Aparecida Francisquini: Como quero...: Eu quero tanto estar num mundo melhor de verdade! Eu quero tanto um mundo onde eu possa sempre viver e sentir bem estar. Não quero mai...
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