Muitas pessoas insistem em viver a vida, em se posicionar no mundo, como se fossem únicas. Como se o mundo existisse apenas para elas. Elas na verdade, não interagem. Apenas agem! Como se vivessem em um deserto, onde todo o espaço existente fosse exclusivamente para uso delas. Diante disso, agem constantemente e de forma natural, com extremo egoísmo, demonstrando que na verdade, estão preocupadas e empenhadas unicamente em resolverem os seus problemas. Não se importando nem por um segundo que seja, com o problema que por acaso podem estar acarretando para outras pessoas. O individualismo e o egoísmo destas pessoas chegam a tal ponto, que muitas vezes, se fazem de cegas, de surdas e de mudas, quando, por exemplo, diante de uma fila de banco, elas tranquilamente ignoram todos que estão esperando e tentam serem atendidas primeiro. Como reagiriam, se estivessem na fila? Ou então, quando propositalmente ofendem injustamente alguém, e se negam a pedir desculpas. O que sentiriam, se por algum acaso, a ofensa fosse dirigida a uma delas? Será que gostam de serem ofendidas? Ou ainda, quando param o carro no meio da rua, para conversar com alguém, mesmo que com isso atrapalhe a passagem de todos os carros que estão atrás dela. Quando uma delas é que está em algum destes carros atrás, como será que ela reage? E se estiver com pressa? Dificuldade cômoda e egoísta que algumas pessoas insistem em ter, de se recusarem a enxergar o outro e de, pelo menos de vez em quando se colocarem no lugar dele. Será que foge à capacidade de entendimento das pessoas egoístas, perceber que muitas vezes, o que dói nelas, o que as incomoda, tem uma grande possibilidade de doer no outro, de incomodar o outro também? Será que o egoísmo diminui a capacidade de raciocínio destas pessoas? Será que fica muito complicado para o cérebro delas entender que somos seres sociais, que para se viver em sociedade é fundamental ter limites, respeitar o outro, e o espaço dele? Será que ninguém explicou para elas ainda, que quem está na fila, também precisa ser atendido? Eu ainda não conheci ninguém que tem por hábito entrar em uma fila simplesmente porque não tem nada para fazer, para passar o tempo! Ou será que já lhes explicaram, mas é uma explicação complicada demais para elas entenderem? Quantos transtornos poderiam ser facilmente evitados, se as pessoas se dispusessem a realmente ver o outro como um igual, como alguém que sente, que algumas vezes também está atrasado e com pressa! Como alguém que também deseja ser respeitado e valorizado! Até quando algumas pessoas vão insistir em fazer valer de forma autoritária a vontade delas, mesmo percebendo o prejuízo que acarretam para um grande número de pessoas? Pessoas egoístas agem como se sentissem que são melhores e mais importantes do que o outro. Na verdade, insistem em fazer valer aquela antiga e irracional frase que diz “eu gosto de levar vantagem em tudo, certo”? Errado! Aliás, erradíssimo! Extremamente pouco inteligente e nada vantajoso para quem vive em sociedade!
Espaço de discussão da revista virtual Partes (www.partes.com.br) Entre e deixe seu recado
terça-feira, 5 de junho de 2012
VIVER EM SOCIEDADE...
Muitas pessoas insistem em viver a vida, em se posicionar no mundo, como se fossem únicas. Como se o mundo existisse apenas para elas. Elas na verdade, não interagem. Apenas agem! Como se vivessem em um deserto, onde todo o espaço existente fosse exclusivamente para uso delas. Diante disso, agem constantemente e de forma natural, com extremo egoísmo, demonstrando que na verdade, estão preocupadas e empenhadas unicamente em resolverem os seus problemas. Não se importando nem por um segundo que seja, com o problema que por acaso podem estar acarretando para outras pessoas. O individualismo e o egoísmo destas pessoas chegam a tal ponto, que muitas vezes, se fazem de cegas, de surdas e de mudas, quando, por exemplo, diante de uma fila de banco, elas tranquilamente ignoram todos que estão esperando e tentam serem atendidas primeiro. Como reagiriam, se estivessem na fila? Ou então, quando propositalmente ofendem injustamente alguém, e se negam a pedir desculpas. O que sentiriam, se por algum acaso, a ofensa fosse dirigida a uma delas? Será que gostam de serem ofendidas? Ou ainda, quando param o carro no meio da rua, para conversar com alguém, mesmo que com isso atrapalhe a passagem de todos os carros que estão atrás dela. Quando uma delas é que está em algum destes carros atrás, como será que ela reage? E se estiver com pressa? Dificuldade cômoda e egoísta que algumas pessoas insistem em ter, de se recusarem a enxergar o outro e de, pelo menos de vez em quando se colocarem no lugar dele. Será que foge à capacidade de entendimento das pessoas egoístas, perceber que muitas vezes, o que dói nelas, o que as incomoda, tem uma grande possibilidade de doer no outro, de incomodar o outro também? Será que o egoísmo diminui a capacidade de raciocínio destas pessoas? Será que fica muito complicado para o cérebro delas entender que somos seres sociais, que para se viver em sociedade é fundamental ter limites, respeitar o outro, e o espaço dele? Será que ninguém explicou para elas ainda, que quem está na fila, também precisa ser atendido? Eu ainda não conheci ninguém que tem por hábito entrar em uma fila simplesmente porque não tem nada para fazer, para passar o tempo! Ou será que já lhes explicaram, mas é uma explicação complicada demais para elas entenderem? Quantos transtornos poderiam ser facilmente evitados, se as pessoas se dispusessem a realmente ver o outro como um igual, como alguém que sente, que algumas vezes também está atrasado e com pressa! Como alguém que também deseja ser respeitado e valorizado! Até quando algumas pessoas vão insistir em fazer valer de forma autoritária a vontade delas, mesmo percebendo o prejuízo que acarretam para um grande número de pessoas? Pessoas egoístas agem como se sentissem que são melhores e mais importantes do que o outro. Na verdade, insistem em fazer valer aquela antiga e irracional frase que diz “eu gosto de levar vantagem em tudo, certo”? Errado! Aliás, erradíssimo! Extremamente pouco inteligente e nada vantajoso para quem vive em sociedade!
segunda-feira, 4 de junho de 2012
A voz do coração
ppadua@navinet.com.br
No meu compêndio de Ciências estava escrito, e eu decorei, que o Corpo Humano dividia-se em cabeça, tronco e membros.
A meninada vivia quebrando ou fraturando os membros na traquinagem.
Acabavam com talas de bambu, cobertas por grossas camadas de gesso. Se o profissional fosse bom de serviço não haveria problema. Caso contrário seguiam a vida inteira com braços ou pernas tortas.
Mais tarde aprendi que a pele era o maior dos órgãos do nosso organismo e que só nela existiam mais de 2500 doenças catalogadas.
Outros órgãos para nós eram de pouca valia, a não ser o tal fígado que chiava quando enchíamos a cara com bebidas alcoólicas mais ou menos finas.
O cérebro que se alojava dentro do crânio comandava todos os sistemas, até mesmo o coração, que se caracterizava como um músculo poderoso, fonte vital da vida.
Do cérebro aprendíamos muito pouco e passávamos longe das sinapses que se caracterizavam por fazer a transmissão de um impulso nervoso de um neurônio para outro, e que podiam ser químicas ou na sua grande maioria, elétricas.
Explicava-se também pouco que nosso sistema fonador não era especializado para a fala, mas sim para funções vitais como mastigar, engolir, respirar ou cheirar e que com a necessidade da comunicação o homem “descobriu” primeiramente a possibilidade de produzir sons com significado e logo depois o canto.
De todas estas coisas que aprendemos aos pouquinhos via difusão médica a que mais estranhou foi saber que nossa morte e o nosso renascimento se iniciava na própria concepção e continuava com uma incessante substituição de células velhas ou “estragadas” até o último minuto de nossa presença no Planeta Azul.
Dia desses fui visitar uma jovem amiga que há mais de sessenta dias luta para sair de próximo a uma UTI e retornar a sua vida normal, seus alunos, suas batucadas.
Detesto hospitais, seu odor, suas pinturas, mas fui visitá-la.
Abri a porta e logo a vi deitada numa cama, de olhos abertos, ligada à tubulação de oxigênio, defronte uma tevê.
Entrei no seu campo de visão, mas ela não demonstrou estar me vendo.
Foi então que senti uma voz diferente, sair do meu corpo e dirigir-se até o dela, desejando suas melhoras.
Um espaço de tempo pequeno que pareceu durar toda uma eternidade.
Antes que sua acompanhante saísse do banheiro onde se encontrava, senti uma verdadeira comunhão com o sofrimento daquela minha irmã que precisava se restabelecer e voltar a nos dar sua alegria, por mais difícil que isto fosse.
Ao sair do quarto, descer o elevador e pelo hall de entrada atingir a rua, fiquei a pensar no que me ocorrera naqueles poucos minutos.
Poderia ter orado pela sua volta a esta nossa dimensão.
Ou ter deixado extravasar um sentimento qualquer, de dó, piedade ou comiseração.
Entendi que apesar de não abrir em nenhum minuto os meus lábios, deixara sair do meu corpo até o dela a minha voz do coração...
Uma voz que não depende do aparelho fonador e nem mesmo do coração, pois vem de dentro do nosso corpo como uma energia indescritível.
Mal comparando é como os resultados da adrenalina nos esportes radicais.
Que o pouco tempo que passei ao lado da jovem doente lhe tenha sido tão benéfico como foi para mim.
André Rieu
Fiquei agradavelmente surpreso com a repercussão da vinda de André Rieu ao Brasil!
Vi alguns de seus shows, espetáculos que misturando música clássica e popular.
Confesso que prefiro ouvir arranjos originais, não por "purismo", mas por gosto pessoal. O mesmo vale para outros gêneros, inclusive pop, rock e MPB, sendo que não me agrada sobretudo quando tomam parte dessas músicas como suporte para a insuportável falta de talento contemporâneo. Só que não chego ao nível "fundamentalista" de alguns, cuja "rigor acadêmico", em vez de difundir, afasta o público da música erudita, deixando-o à mercê da atual falta de opções do "mercado".
No extremo oposto desse radicalismo, certa vez ouvi um "mc" afirmar que música clássica era "um pé..."! Que bom era o que ele fazia...
"Gosto não se discute", diz o ditado. No entanto, ele pode ser aprimorado. Mas, para isso é preciso ter alternativas de fácil acesso, e ouvidos e mentes atentos para apreciá-las sem imposições ou regras.
Esnobismo, conformismo, preconceitos e interesses comerciais são os maiores inimigos da aquisição de conhecimento em qualquer área, fomentando e proliferando "guetos" culturais, que beiram à irracionalidade.
Dizem que André Rieu descaracteriza obras clássicas... E daí?
"Pior", acusam-no de "popularizá-las", como se isso fosse um crime.
O que seus acusadores preferem?
Querem que o povo fique limitado apenas ao que interesses econômicos definem como "popular", incluindo os "degêneros" musicais em voga? Ou que o "popular" fique limitado a letras pobres e ofensivas, grunhidos ou vozes eletronicamente distorcidas e batidas enervantes, que alguns adoram desfilar, em alto e ruim som, com cara de pau e de mau, pelas ruas das cidades?
Olha eu sendo preconceituoso, também...
Explico: é que, para mim, música "decente" é a que gente consegue assobiar pelas ruas; que tem melodia! Música que, mesmo quando repetitiva, não é monótona, como: "Bolero", de Ravel; "Samba de uma nota só", de Tom Jobim e Newton Mendonça; ou "Changes", do Black Sabbath.
A música clássica já foi popular! Pessoas se amontoavam frente aos teatros, para ouvir "lançamentos" de Verdi, Tchaikovsky, Mozart e outros. Depois, os cantavam ou assobiavam suas obras por ruas, mercados...
Popularizar a música clássica pode ser um primeiro passo para a flexibilização e diversificação do gosto das pessoas; para suplantar o hoje arraigado preconceito de que popular é sinônimo de baixa qualidade.
Assim, seja bem-vindo André Rieu! E que seus detratores parem de considerar a música erudita como néctar exclusivo dos deuses, disponível apenas para poucos "iniciados". Em vez disso, que a divulguem como água potável e portável a todos. E, com ela, outras, que também elevem nossa alma, sem sepultar nossos neurônios na vala comum da mediocridade cultivada por gananciosos sem escrúpulos.
Adilson Luiz Gonçalves
Membro da Academia Santista de Letras
Mestre em Educação
Escritor, Engenheiro, Professor Universitário e Compositor
Ouça textos do autor em: www.carosouvintes.org.br (Rádio Ativa / Comportamento)
Caso queira receber gratuitamente os livros digitais: Sobre Almas e Pilhas, Dest’Arte e Claras Visões, basta solicitar pelos e-mails: algbr@ig.com.br e prof_adilson_luiz@yahoo.com.br
Conheça as músicas do autor em: br.youtube.com/adilson59
(13) 97723538 Santos - SP
Esquecimento
Estamos nos esquecendo que temos capacidade para sermos amáveis, gentis e solidários. Estamos nos esquecendo, o quanto faz bem dar um abraço nas pessoas que amamos, e como sentimos alegria, quando recebemos abraços afetuosos de pessoas que nos querem bem. Como resultado deste nosso “esquecimento”, constatamos um mundo que apesar de cada vez mais povoado, nos deixa com uma sensação crescente e incômoda de solidão..
Temos tanto a mania de esconder o nosso verdadeiro sentir, principalmente quando estamos tristes. Vivemos em uma sociedade, onde cada vez mais somos cobrados que temos que aparentar o que é esperado de nós. E assim, aprendemos a não ser, mas sempre e apenas parecer que somos...
Só existe o senhor que ordena, que tiraniza e que impõe, porque ele encontra pessoas dispostas a se submeterem, que acatam, e que clamam pela sua autoridade. Não existe a possibilidade de se formar um tirano, se não houver pessoas dispostas a incondicionalmente o obedecerem. Não acatar submissamente a tirania, é automaticamente tirar o poder de comando, e destituir o tirano! É recuperar a liberdade de levantar a cabeça e movimentá-la para o lado que quiser! Em todas as situações de vida!
Por que será, que tantas vezes nos recusamos em ser alegres, e preferimos abraçar a tristeza? Por que nos obrigamos a acomodar no incômodo, a nos satisfazer com o insatisfatório? Só para lembrar: por mais que eu insista em me manter estática, a vida continua, ela não pára para me esperar! Se você não se decidir a viver agora, corre o risco de ficar com a sensação de que perdeu muito tempo! E se o seu tempo acabar?
Temos tanto a mania de esconder o nosso verdadeiro sentir, principalmente quando estamos tristes. Vivemos em uma sociedade, onde cada vez mais somos cobrados que temos que aparentar o que é esperado de nós. E assim, aprendemos a não ser, mas sempre e apenas parecer que somos...
Só existe o senhor que ordena, que tiraniza e que impõe, porque ele encontra pessoas dispostas a se submeterem, que acatam, e que clamam pela sua autoridade. Não existe a possibilidade de se formar um tirano, se não houver pessoas dispostas a incondicionalmente o obedecerem. Não acatar submissamente a tirania, é automaticamente tirar o poder de comando, e destituir o tirano! É recuperar a liberdade de levantar a cabeça e movimentá-la para o lado que quiser! Em todas as situações de vida!
Por que será, que tantas vezes nos recusamos em ser alegres, e preferimos abraçar a tristeza? Por que nos obrigamos a acomodar no incômodo, a nos satisfazer com o insatisfatório? Só para lembrar: por mais que eu insista em me manter estática, a vida continua, ela não pára para me esperar! Se você não se decidir a viver agora, corre o risco de ficar com a sensação de que perdeu muito tempo! E se o seu tempo acabar?
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Escolher é sério!
Todas as vezes que fazemos escolhas, não podemos nos esquecer que este ato sempre vem acompanhado de ganhos, mas também de riscos e perdas.
Optar por algo deveria ser uma atitude extremamente pensada, pois implica em assumir a escolha, em ter clareza que sempre teremos que abrir mão de algo. É importante termos sempre em mente isto, e toda vez que estivermos diante de situações nas quais temos que optar, termos o cuidado constante e a responsabilidade necessária de nos questionar se estamos dispostos a enfrentar os desafios, a arcar com as conseqüências das nossas escolhas, a abrir mão das outras opções, a viver de acordo com o que escolhemos.
Existem pessoas que, ao que parece, diante destas situações, costumam agir de maneira leviana, impensada e inconseqüente. Se deixam levar por impulso, pela empolgação momentânea e não pensam. Escolhem sem um mínimo cuidado em pesar ou medir as conseqüências das suas escolhas, e acabam fazendo opções das quais rapidamente se arrependem. E resistem. Se negam a arcar com as conseqüências.
Fazem escolhas, optam por determinadas maneiras de viver, e não aceitam abrir mão de outras. É comum, por exemplo, pessoas optarem por estilos de vida diferentes e completamente incompatíveis com aqueles que realmente desejam viver.
E assim, constantemente se sentem incomodadas, insatisfeitas!
E provocam sofrimento em outras pessoas também!
E procuram culpados pelo seu incômodo e pela sua insatisfação!
Insistem em querer viver várias formas de vidas, e assim, acabam por não conseguirem viver nenhuma de maneira intensa e verdadeira. Estão constantemente em conflito, tentando consertar os erros que resultam dos seus comportamentos equivocados.
Escolhem profissões que não gostam, pensando unicamente nos pontos positivos que acreditam que terão quando a exercerem, vivem relações afetivas que não lhes proporcionam satisfação e nem bem estar, escolhem parceiros e amigos que os desagradam em vários sentidos. E ainda reclamam das situações desagradáveis que constantemente vivem.
Conhecemos alguém um dia, que rapidamente demonstra características de personalidade e algumas (muitas atitudes) que nos desagradam, mas preferimos nos iludir com a possibilidade de mudanças desta pessoa. E começamos um relacionamento insistindo em acreditar (ou nos iludir) que ela irá mudar, que com o tempo e um pequeno esforço meu, ela irá se tornar aquela pessoa que eu quero que ela seja! Como isso dificilmente acontece, passamos a reclamar das decepções que vivemos. E a viver uma infindável guerra diária.
Ou ainda, existem aquelas pessoas que um dia resolvem se unir a alguém, compartilharem uma mesma casa e uma vida juntos, mas resistem em abandonar comportamentos, em abrir mão de hábitos que tinham antes desta decisão. Querem usufruir os direitos de se ter um parceiro, mas se recusam a cumprir os deveres que fazem parte desta escolha.
É importante se ter em mente que não existe a obrigatoriedade de se permanecer eternamente em uma situação simplesmente porque a escolhemos um dia. Não é justo sofrer uma vida inteira ou impor sofrimento eterno a alguém, por ter em determinado momento, optado equivocadamente.
Muitas vezes, assumir o erro da escolha é uma atitude realmente responsável e que requer muita coragem. Mas que nos deixa mais amadurecidos, cuidadosos e com total liberdade de vivermos exatamente da maneira que queremos!
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Formação Internacional em Coaching
Aprenda a potencializar suas habilidades como liderança, empreendedorismo, melhora da comunicação e processo de autoconhecimento
De 9 a 12 de agosto de 2012, Brasília sediará o curso de Formação Internacional em Coaching Express Cóndor Blanco.
Coaching é uma formação única e diferenciada por ensinar de maneira prática, em um seminário de 4 dias, os 8 passos para a realização de um processo de coaching com excelência. Coaching é um método de projeção/desenvolvimento pessoal e/ou empresarial, que busca orientar suas decisões a um Plano Concreto, traçando Metas e Objetivos que lhe conduzam à realização de um Sonho de Vida, em um tempo preciso.
O curso é dirigido a empresários, executivos, supervisores, coordenadores, profissionais de RH, psicólogos, consultores, orientadores profissionais e demais interessados em usar ferramentas de coaching em sua profissão ou em atuar como coaches profissionais.
Coaching Express Cóndor Blanco é rápido, efetivo e integral e baseia sua execução em perguntas poderosas, no desenvolvimento de talentos e competências, planejamento estratégico, motivação e feedback constantes, que lhe levam a superar as adversidades e a ter resultados surpreendentes em todas as áreas da sua vida: Saúde, Prosperidade, Felicidade, Cultura e Liberdade.
Durante o curso será possível aprender a dar e receber Feedback - Empatia e Rapport - Escuta ativa - Comunicação Assertiva e também aprender a fazer perguntas poderosas, assim como adquirir técnicas para descobrir sonho, missão, visão e valores mais profundos.
Coaching Espress Cóndor Blanco capacita a atuar como Coach, uma profissão que oferece enormes possibilidades de crescimento. Como Coach, poderá atuar também como Líder Coach, o estilo de liderança do futuro, proporcionando a melhora dos resultados e relações em seu ambiente de trabalho. Ser um Coach é um diferencial marcante no mundo corporativo.
O curso está sendo organizado por Madalena Carvalho uma das conferencistas mais requisitadas da atualidade, principalmente por sua capacidade de despertar profundas reflexões em seus espectadores. Respeitada pelas maiores empresas do Brasil seu índice de renovação de contratos ultrapassa a 80%. No Brasil e no exterior, possui diversos artigos publicados em mais de 160 websites e revistas especializadas. Suas pesquisas possuem um foco voltado para o desenvolvimento integral do ser humano. Em seu portfólio de treinamentos, há mais de 50 títulos habitualmente ministrados. Nos últimos anos treinou mais de 12 mil executivos.
Madalena Carvalho é formada em Administração de Empresas e Pós-graduada em Recursos Humanos, pela Escola Superior de Administração de Negócios (ESAN/FEI-SP). Patologista Clínica atuou por mais de dez anos com jovens e seus familiares, através de trabalho voluntariado em instituição não governamental. Professora universitária em cursos de Pós Graduação e MBA
Serviço
Curso de Formação Internacional em Coaching
Quando: de 9 a 12 de agosto de 2012.
Horas: Quinta e Sexta: das 13:00 às 20:00h .Sábado: de 10:00 a 19:00h. Domingo: das 9:00 às 15:00h.
Local: Brasília
Equipe Condor Blanco - Brasília
Telefone: 55-61-81469383.
Website: www.evenka.com/coachingcb
Formação Internacional em Coaching
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De 9 a 12 de agosto de 2012, Brasília sediará o curso de Formação Internacional em Coaching Express Cóndor Blanco.
Coaching é uma formação única e diferenciada por ensinar de maneira prática, em um seminário de 4 dias, os 8 passos para a realização de um processo de coaching com excelência. Coaching é um método de projeção/desenvolvimento pessoal e/ou empresarial, que busca orientar suas decisões a um Plano Concreto, traçando Metas e Objetivos que lhe conduzam à realização de um Sonho de Vida, em um tempo preciso.
O curso é dirigido a empresários, executivos, supervisores, coordenadores, profissionais de RH, psicólogos, consultores, orientadores profissionais e demais interessados em usar ferramentas de coaching em sua profissão ou em atuar como coaches profissionais.
Coaching Express Cóndor Blanco é rápido, efetivo e integral e baseia sua execução em perguntas poderosas, no desenvolvimento de talentos e competências, planejamento estratégico, motivação e feedback constantes, que lhe levam a superar as adversidades e a ter resultados surpreendentes em todas as áreas da sua vida: Saúde, Prosperidade, Felicidade, Cultura e Liberdade.
Durante o curso será possível aprender a dar e receber Feedback - Empatia e Rapport - Escuta ativa - Comunicação Assertiva e também aprender a fazer perguntas poderosas, assim como adquirir técnicas para descobrir sonho, missão, visão e valores mais profundos.
Coaching Espress Cóndor Blanco capacita a atuar como Coach, uma profissão que oferece enormes possibilidades de crescimento. Como Coach, poderá atuar também como Líder Coach, o estilo de liderança do futuro, proporcionando a melhora dos resultados e relações em seu ambiente de trabalho. Ser um Coach é um diferencial marcante no mundo corporativo.
O curso está sendo organizado por Madalena Carvalho uma das conferencistas mais requisitadas da atualidade, principalmente por sua capacidade de despertar profundas reflexões em seus espectadores. Respeitada pelas maiores empresas do Brasil seu índice de renovação de contratos ultrapassa a 80%. No Brasil e no exterior, possui diversos artigos publicados em mais de 160 websites e revistas especializadas. Suas pesquisas possuem um foco voltado para o desenvolvimento integral do ser humano. Em seu portfólio de treinamentos, há mais de 50 títulos habitualmente ministrados. Nos últimos anos treinou mais de 12 mil executivos.
Madalena Carvalho é formada em Administração de Empresas e Pós-graduada em Recursos Humanos, pela Escola Superior de Administração de Negócios (ESAN/FEI-SP). Patologista Clínica atuou por mais de dez anos com jovens e seus familiares, através de trabalho voluntariado em instituição não governamental. Professora universitária em cursos de Pós Graduação e MBA
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Curso de Formação Internacional em Coaching
Quando: de 9 a 12 de agosto de 2012.
Horas: Quinta e Sexta: das 13:00 às 20:00h .Sábado: de 10:00 a 19:00h. Domingo: das 9:00 às 15:00h.
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