segunda-feira, 18 de julho de 2011

Sob os olhares das jogadoras e comissão técnica do Brasil, Canadá é goleado pela França


Delegação brasileira de futebol feminino esteve no CIAGA para acompanhar o desempenho das canadenses, próximas adversárias nos Jogos Mundiais Militares.


AJEsportes – Após ser derrotada pelo Brasil na estreia do torneio de futebol feminino dos 5º Jogos Mundiais Militares, a França não encontrou dificuldades para derrotar o Canadá, por 5 a 1, nesta segunda-feira (18), no campo do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA), na Zona Norte do Rio de Janeiro.

O destaque ficou por conta da atacante Silvestri. A camisa nove das Bleus marcou três gols, todos ainda no primeiro tempo, e assumiu a artilharia isolada da competição. Granjon e Salma, de pênalti, fizeram os outros tentos da seleção europeia.  As canadenses descontaram com Cummings.

A animada torcida francesa marcou presença nas arquibancadas. Formada por atletas do futebol masculino, ela deu força às suas compatriotas com gritos de guerra e alguns chegaram a levar vuvuzelas, cornetas que ficaram famosas durante a última Copa do Mundo, realizada em 2010, na África do Sul.

As jogadoras e a comissão técnica da Seleção Brasileira também estiveram no CIAGA para analisar a atuação do Canadá, adversário da equipe verde-amarela nesta quarta-feira, às 10h, na Escola de Sargentos do Exército, na Urca.

Segundo o observador técnico Marco Antônio Xavier, as canadenses apresentaram uma qualidade técnica inferior “por causa do cansaço pelo fato de não terem feito período de aclimatação antes dos Jogos”, o que pode favorecer as brasileiras. Além disso, o Primeiro Sargento da Marinha apontou “a lealdade e o jogo técnico” como os pontos positivos da equipe da América do Norte.  

A experiente Maycon, autora de um dos gols da vitória sobre a França, na última sexta-feira, aposta em um bom resultado no próximo compromisso, mas prega respeito. Para a meio-campista, o time “não pode desmerecer o Canadá, já que o Brasil é o time a ser batido no torneio”.

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 Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)

sábado, 16 de julho de 2011

Feiras Livres em SP

Feiras livres na cidade de São Paulo

As feiras livres funcionam no Município de São Paulo desde meados do século XVII, haja vista a ocorrência de uma certa oficialização para venda, em 1687, de "gêneros de terra, hortaliça e peixe, no Terreiro da Misericórdia".

No início do século XVIII, nota-se a distinção entre alguns ramos de comércio: aparecem as lojas ou vendas, onde se comprovam fazendas (tecidos) e gêneros alimentícios não perecíveis, e as quitandas, que ofereciam verduras e legumes.

Em fins do século XVIII e começo do século XIX, estruturam-se as feiras fora da cidade, nos locais de pouso de tropas, ou um início de mercado caipira e a Feira de Pilatos, no Campo da Luz, estabelecida pelo então Governador Melo Castro de Mendonça.

Essa primeira existência é a que mais se assemelha às feiras de nossos dias. Em 1914, foi criada a Feira Livre por meio do ato do Prefeito Washington Luiz P. de Souza, não como projeto novo, mas sim como o reconhecimento oficial de algo que já existia, tradicionalmente, na cidade de São Paulo.

A primeira Feira Livre oficial, realizada a título de experiência, contou com a presença de 26 feirantes e teve lugar no Largo General Osório. A segunda realizou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes, e a terceira foi no Largo Morais de Barros.

Em 1915, elas somavam um total de 7 feiras, sendo duas no Arouche, duas no Largo General Osório e as demais no Largo Morais de Barros, Largo São Paulo e na Rua São Domingos.


O prefeito Antonio Carlos Assumpção, através do Ato nº 625, de 28/05/34, reorganiza as Feiras Livres e abre a comercialização de produtos não alimentícios. Incute no feirante a ética profissional, introduzindo nos trabalhos por eles efetuados noções de higiene.

Em 1948, há uma expansão das Feiras Livres, quando o prefeito Paulo Lauro, por meio de Lei, determina a instalação de, pelo menos, uma feira semanal em cada subdistrito ou bairro da cidade.

No ano de 1953, é permitida a comercialização de artigos de pequena indústria caseira, exclusiva de instituições de caridade.

Através do Decreto nº 5.841, de 15/04/1964 - um dos mais detalhados e completos elaborados pela Prefeitura do Município de São Paulo -, as feiras foram reorganizadas, ordenando-se a forma de sua criação, suas dimensões, disposição das bancas por ordem cronológica e ramo de comércio e dividindo-as nas categorias Oficiais e Experimentais.

Em 1974, o Decreto nº 11.199, de 02/08/74, dispõe que as Feiras Livres têm caráter supletivo de abastecimento. É determinada a utilização de equipamentos isotérmicos especiais para a venda de aves abatidas, miúdos e pescados, bem como o uso de uniformes pelos feirantes.

A partir de então, elas são estruturadas dentro de moldes, sendo o Município de São Paulo pólo gerador de "know-how" para as demais regiões do país, as quais ocorrem à P.M.S.P., visando a implantação de estruturas semelhantes, por sua funcionalidade, organização e baixo custo de implantação.

As Feiras Livres são grandes fontes de empregos e escoamento da produção de hortifrutigranjeiros, além do tradicional comércio de pescados.

O acondicionamento e recolhimento de lixo, decorrente das atividades desenvolvidas pelos feirantes, foi normatizado pela Lei nº 10.315, de 30/04/87, e pelo Decreto nº 35.028, de 31/03/95.


Mais informações: abastecimento@prefeitura.sp.gov.br
Fonte: Supervisão de Abastecimento - Abast
Rua da Cantareira, 390 - Centro
Telefone: (11) 3313-3365


Como localizar as feiras livres na cidade de São Paulo:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/abastecimento/feiras_livres/onde_encontrar/index.php?p=16601

Legislação

No que se refere a qualidade dos alimentos comprados ou ingeridos nos estabelecimentos comerciais da cidade de São Paulo, devem ser observados vários aspectos, além da apresentação e do valor nutricional desses alimentos.
Verifique sempre se o local, as instalações e os equipamentos estão bem conservados e limpos; se os manipuladores estão com os uniformes limpos e conservados, os cabelos presos com rede, a barba e os cabelos bem aparados e as mãos sem lesões ou ferimentos.
Todos os produtos devem conter rótulo, que comprove a sua origem (quem está fabricando e quem está fiscalizando) e o prazo de validade.
Para obter maiores informações sobre a legislação que regulamenta esse setor, verifique a Portaria 2535/03.
Legislação referente às feiras livres, mercados, sacolões e varejões municipais
  1. Feiras Livres:

    DECRETO Nº 48.172, DE 6 DE MARÇO DE 2007  Dispõe sobre o funcionamento das feiras livres no Município de São Paulo;
  2. Mercados Municipais: 
                         
    1. DECRETO Nº 41.425, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2001 - Dispõe sobre o funcionamento dos Mercados, das Centrais de Abastecimento e dos Frigoríficos Municipais, e dá outras providências;
                 
    2. DECRETO Nº 44.754, DE 18 DE MAIO DE 2004 - Cria o Complexo de Abastecimento Cantareira, constituído pelos Mercados Municipais Paulistano e Kinjo Yamato.
                        
  3. Sacolões Municipais:
                           
    1. PORTARIA Nº 178/SEMAB-SEC/95 - Dispõe sobre a regulamentação do funcionamento e operacionalização dos Sacolões Municipais.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Bullying: um problema que começa em casa


Assunto em pauta nos dias de hoje, o bullying é um ato de violência que afeta jovens e crianças no mundo inteiro. No entanto, poucas pessoas associam esse problema ao aos hábitos da família.
“O bullying começa na família, a partir da repetição dos comportamentos vivenciados em casa. Não há um único culpado para a prática do bullying. A escola tem seu papel de zelar por seus alunos enquanto os mesmos se encontram no ambiente escolar, mas jamais será a única responsável pelo controle desta agressão.” explica o psicólogo especialista em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, Fernando Elias José.
Para que a sociedade consiga combater este problema, o papel da família pode ser fundamental, assim como a escola e o empenho da sociedade.
“As questões relacionadas ao bullying estão diretamente ligadas a família e conseqüentemente se estende para vida social das pessoas: na escola, nas relações sociais e futuramente no ambiente de trabalho. Em um primeiro momento observa-se um problema comportamental, mas cabe ressaltar que se o problema persistir poderá se transformar em sérios comprometimentos psicológicos. O comportamento é aprendido e também poderá ser modificado, mas para isso tanto o agressor quanto a vítima precisam de ajuda.” afirma  o especialista.
Fernando Elias José é psicólogo, mestrando em Cognição Humana na PUCRS, especialista em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental pela WP Centro de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, com Curso de Extensão em Psicoterapia Cognitiva na UFRGS. Ministra palestras e é membro da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas. Há doze anos dedica-se à pesquisa em Ciências Cognitivas e vem trabalhando com preparação para provas e concursos. Realiza também atividades como consultor comportamental em empresas.

terça-feira, 12 de julho de 2011

VIII COLÓQUIO DE PESQUISA SOBRE INSTITUIÇÕES ESCOLARES: PEDAGOGIAS ALTERNATIVAS.

09, 10 e 11 de novembro de 2011



O Colóquio de Pesquisa sobre Instituições Escolares é um evento do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Nove de Julho (PPGE- Uninove), que tem por finalidade permitir a divulgação e o intercâmbio dos resultados dos estudos e pesquisas em educação, nacionais e estrangeiras, mormente os desenvolvidos por discentes e docentes de programas de pós-graduação que têm como tema central as instituições escolares.


Local : Centro de Pós-Graduação da Universidade Nove de Julho - UNINOVE, localizado à Avenida Francisco Matarazzo, nº 612 (em frente ao Parque da Água Branca e próximo à estação Barra Funda do Metrô), cidade de São Paulo – SP.


Público alvo : Pesquisadores e alunos de pós-graduação em Educação, Educadores em geral e público interno e externo da Instituição.



Contato: coloquio@uninove.br

COMISSÕES:

Comissão Organizadora:

José Eustáquio Romão (Presidente)

Antonio Joaquim Severino

Carlos Bauer de Souza

Ester Buffa

Jose Rubens Lima Jardilino

Marcos Antonio Lorieri

Maria da Glória Gohn

Maria Dilnéia Espíndola Fernandes

Paolo Nosella

Rosemary Roggero





Comissão Científica:

Antonio Joaquim Severino

Carlos Bauer de Souza

Cleide Rita Silvério de Almeida

Ester Buffa

Ivanise Monfredini

Jose Rubens Lima Jardilino

Marcos Antonio Lorieri

Maria da Glória Gohn

Maria Dilnéia Espíndola Fernandes

Marisa Bittar

Paolo Nosella

Rosemary Roggero

Thérèse Hamel

Amarilio Ferreira





INSCRIÇÕES E CHAMADA DE TRABALHOS.



Estão abertas as inscrições para a participação no VIII COLÓQUIO DE PESQUISA SOBRE INSTITUIÇÕES ESCOLARES: PEDAGOGIAS ALTERNATIVAS.



Há três modalidades de participação: como ouvintes, com apresentação de comunicação e com apresentação de pôsteres, obedecidas as normas do Regimento do Evento.



Prazos para inscrições: ouvintes até o primeiro dia do evento; com apresentação de comunicação e pôsteres até o dia 25 de setembro de 2011 (apenas resumos).

As inscrições são gratuitas e serão efetivadas, por ora, através do e-mail coloquio@uninove.br e no local do evento, no caso de participantes ouvintes através do preenchimento da Ficha de Inscrição abaixo:



Ficha de Inscrição

( ) Ouvinte.

( ) Apresentação de trabalho

Título do trabalho:

__________________________________________________________________________________________________________________________________________

Modalidade: Comunicação ( ) Pôster ( )

Áreas Temáticas:

1. ( ) Arquitetura Escolar

2. ( ) Cultura e educação

3. ( ) EAD e Tecnologias em Educação

4. ( ) Educação e movimentos sociais

5. ( ) Educação Não Formal

6. ( ) Filosofia e história da educação

7. ( ) Instituições escolares

8. ( ) Linguagens e Pensamento em Educação

9. ( ) Modelos Pedagógicos Diferenciados

10. ( ) Pedagogia da Alternância

11. ( ) Pedagogias Diferenciadas na Formação de Professores

12. ( ) Propostas e perspectivas do Associativismo e Sindicalismo dos Trabalhadores da Educação

13. ( ) Pedagogias do Campo

14. ( ) Pedagogia do Tempo Integral

15. ( ) Pedagogia Hospitalar

16. ( ) Políticas Públicas

17. ( ) Práticas Pedagógicas Alternativas



Nome do(s) autor (es):

_____________________________________________________________________Instituição (nome completo):

_______________________________________________________

Sigla da Instituição: _________________

Informações sobre o autor principal:

Docente ( ) Discente ( ) Mestrado ( ) Doutorado ( )

Endereço completo para correspondência:

__________________________________________________________________________________________________________________________________________

Telefone: ____________________________

E-mail: __________________________





NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS.




Os trabalhos, comunicações e pôsteres, deverão ater-se ao tema e aos eixos temáticos do Colóquio.



Tema: Instituições Escolares: Pedagogias Alternativas.



Eixos temáticos:

1. Arquitetura Escolar: Organização do Espaço e Desafios Pedagógicos.

2. Cultura e educação.

3. EAD e Tecnologias em Educação.

4. Educação e movimentos sociais.

5. Educação Não Formal.

6. Filosofia e história da educação.

7. Instituições escolares.

8. Linguagens e Pensamento em Educação.

9. Modelos Pedagógicos Diferenciados.

10. Pedagogia da Alternância.

11. Pedagogias Diferenciadas na Formação de Professores.

12. Pedagogia do Associativismo e Sindicalismo dos Trabalhadores da Educação.

13. Pedagogias do Campo.

14. Pedagogia do Tempo Integral.

15. Pedagogia Hospitalar.

16. Políticas Públicas.

17. Práticas Pedagógicas Alternativas.

Normas para os resumos:

a) título em negrito, fonte Times New Roman 12, alinhamento à esquerda, espaço de entrelinhas de 1,5; margens superior, inferior, esquerda e direita de 3 cm ;

b) autor(es) - duas linhas após o título, último sobrenome em maiúsculas, nome em minúsculas, titulação ou graduação, identificação da instituição, unidade da Federação e e-mail;

c) texto - duas linhas após a identificação de autor(es), em parágrafo único, contendo entre 1.500 e 1.700 caracteres com espaço, alinhamento justificado, Word, fonte Times New Roman 12, espaço de entrelinhas de 1,5.

Normas para o trabalho completo.
Os textos das comunicações obedecerão às seguintes normas:

I – Resumo

II – Trabalho Completo

a) título em negrito, fonte Times New Roman 12, alinhamento centralizado, espaço de entrelinhas de 1,5, margens superior, inferior, esquerda e direita de 3 cm ;

b) autor(es) - duas linhas após o título, último sobrenome em maiúsculas, nome em minúsculas, titulação ou graduação, identificação da instituição, unidade de federação e e-mail.

c) texto - duas linhas após a identificação de autor(es), de até 30.000 caracteres com espaço, incluindo bibliografia.

d) obediência às normas da American Psychological Association (APA), para os estrangeiros, e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para os brasileiros;



Normas para Pôsteres.


Os pôsteres, que poderão conter textos, quadros, tabelas, gráficos e ilustrações, serão organizados de acordo com as seguintes especificações:

a) dimensões - 100 x 90cm;

b) título em letras maiúsculas, visíveis a 2(dois) metros de distância;

c) nome do(s) autor(es) e da instituição a que se vincula a pesquisa em foco, logo abaixo do título;

e) registro do apoio institucional, quando houver;

f) descrição concisa do trabalho, sempre com letras, quadros, tabelas, gráficos e figuras suficientemente grandes para permitir a leitura a uma distância de, aproximadamente, 1 (um) metro, contendo objeto, universo, referencial teórico, conclusões e bibliografia.

Os pôsteres, os resumos e os trabalhos completos devem ser enviados para o e-mail coloquio@uninove.br , em arquivos anexos.



Os autores terão uma confirmação de recebimento. Os textos completos enviados e aprovados pela comissão científica serão incluídos nos anais do evento (ISSN 19819056), publicados na forma de CD-ROM. Vale lembrar que a revisão dos textos – resumos e trabalhos completos – serão de responsabilidade de seus autores.



Datas importantes:

Os resumos com as propostas de comunicações e pôsteres deverão ser enviados até o dia 25 de setembro de 2011.

As cartas de aceite de comunicações e pôsteres serão emitidas até o dia 30 de setembro de 2011.

Os trabalhos completos – comunicações e pôsteres – deverão ser enviados até o dia 09 de outubro de 2011.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A BUSCA POR RESPOSTAS VITAIS PARA O PLANETA E A HUMANIDADE

O texto “Ecossocialismo: construindo uma nova utopia” visa reunir algumas idéias, demonstrando que um novo projeto de sociedade já esta em gestação no movimento social e na imaginação da população no Brasil e no mundo. Este novo projeto possui semelhanças, mas, também importantes diferenças, em relação a outros projetos alternativos, discutidos há mais tempo. O que possui de inédito é a constatação de que já se pode mais falar e em salvar a humanidade da exploração e da destruição, enquanto espécie, sem se falar, no mesmo grau de importância da salvação do planeta, enquanto ambiente habitável e vice-versa.

O Manifesto Ecossocialista, Lançado em 2001 na França, por Michel Löwy, outros e outras, logo obteve adesões de militantes em diversos outros países nos anos seguintes. Isso nos poupou o desgaste de patinarmos, sem sair do lugar, pela ausência da formulação dessa nova ideologia. Trata-se, agora, de irmos além da divulgação de uma nova utopia e aprofundar sua ideologia, apontando suas preocupações programáticas centrais, tentando dimensionar e posicionar cada tema adequadamente. 

Mesmo que, ainda não se possa pretender um programa ecossocialista mais definido para o Brasil, é importante que se comece a apontar algumas passagens, desde já, dignas de destaque para que a proposta vá assumindo as suas feições de projeto factível. No texto, aqui apresentado, alguns movimentos sociais, como o dos Sem Terra, Sindical, os populares e o Estudantil, não só apresentam demandas ligadas à questão ambiental, como começam a sentir a necessidade de uma melhor adequação programática e de organização, que respondam à urgência de maiores e mais ágeis mobilizações populares, focalizando essa temática.

Por isso, às análises e implicações político-ideológicas dessa nova utopia, foram somados os seguintes temas: desemprego; lixo; reforma urbana; as chamadas grandes catástrofes naturais, suas consequências e a condições da humanidade para reagir a elas; a preservação das florestas; os transgênicos; a transposição do Rio São Francisco; a cobrança pelo uso da água; inserções ecossocialistas num programa econômico alternativo para o país.

Aí estão acontecimentos em diversos países, apontando para o âmbito planetário da questão ambiental, os quais demonstram, mais do que a atualidade, a necessidade inadiável de uma cuidadosa retomada dessa temática. Teríamos inúmeros exemplos a citar, mas, aqui, basta os problemas com as usinas nucleares, que enfrenta o Japão, após o tsunami de março passado.

Abaixo estão os links da Revista Virtual Partes, onde encontraremos a republicação, cinco anos depois da inicial, de “ECOSSOCIALISMO: CONSTRUINDO UMA NOVA UTOPIA”. Se o projeto dos “Núcleos Socialistas” não está mais em debate, permanecem as necessidades, tanto do surgimento de um sujeito coletivo, que elabore e aja no sentido colocado no texto, quanto do debate das questões de fundo, situadas no texto.
http://www.partes.com.br/socioambiental/gerab/ecossocialismo.asp
http://issuu.com/partes/docs/ecossocialismo



Que esse trabalho, também, lhes seja interessante e útil!

Abração do 
William Jorge Gerab.
08/07/2011.

Professores, façam suas inscrições!!!

No  dia 31 de julho encerram-se as inscrições para o XII Prêmio Arte na Escola Cidadã, promovido pelo Instituto Arte na Escola (Fundação Iochpe). O prêmio é destinado aos professores da rede pública e particular de todo país, e contempla projetos de arte-educação bem sucedidos em um dos segmentos da educação básica – Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio ou EJA – Educação de Jovens e Adultos entre os anos de 2009 e 2010.
Os projetos inscritos passam por avaliação criteriosa realizada por especialistas em Arte e educação que observam se os trabalhos contemplaram as exigências descritas no regulamento do Prêmio como: se houve aprendizado dos alunos; se os educadores se valeram da arte regional e se o professor documentou seu projeto adequadamente.
A coordenação do Prêmio colocou à disposição dos professores que tiverem dúvidas na inscrição dos seus projetos, um Fórum de Discussãoque estará ativo até o último dia da inscrição. Mais informações, inscrição e regulamento estão disponíveis no portalwww.artenaescola.org.br/premio ou pelo telefone 011. 3103.8062. O XII Prêmio Arte na Escola Cidadã faz homenagem ao educadorConselheiro Antônio Carlos Gomes da Costa (in memorian).

Ator e diretor Thiago Luciano apresenta seu curta "Café Turco"

Uma mulher carrega um pacote por uma cidade em guerra. Um soldado armado a segue e invade sua casa enquanto ela prepara um café turco. Livremente inspirado no conto homônimo do escritor algeriano Mohamed Kacimi, o curta-metragem "Café Turco", de Thiago Luciano, abriu a terceira noite de competição do Paulínia Festival de Cinema.
"A gente sabe que fazer filme no Brasil não é muito simples", afirmou Thiago, que tem no currículo a direção do longa-metragem "Um dia de Ontem" (2009), com Caco Ciocler, e atuou numa série de novelas globais, entre elas 'Ciranda de Pedra' e a atual 'Morde & Assopra'. "Bateu uma felicidade muito grande ao ver a fila lá fora", comentou, ao subir ao palco com parte de seus colaboradores - entre eles Lucy Ramos, atriz de "Cordel Encantado", e a diretora de arte Marina Previato.
O Rio de Janeiro e a atração que exerce sobre músicos estrangeiros é o tema do documentário de um homem só "A Cidade Imã', de Ronaldo German - que dirige, produz e escreve o filme. O cineasta subiu ao palco parecendo surpreso e feliz. "Esse é um projeto muito pequeno, passei o dia inteiro pensando no que eu ia falar", comentou, ao chamar ao palco três dos quatro músicos retratados no filme.
"Eu admiro muito um homem de tão poucas palavras conseguir trazer esse filme aqui", elogiou o músico americano - "com alma carioca" - Bruce Henri. O documentário traz depoimentos do ator Evandro Mesquita, de Taíssa Mattos, da banda carioca Exalta Rei e do músico e produtor Liminha.

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...