quarta-feira, 6 de julho de 2011

SONHOS E METAS!!

Todos sabemos,que aquelas maravilhosas imagens retratando situações de perfeição e de total felicidade tão veiculadas pela mídia, na verdade são nada mais nada menos do que cenas minuciosamente planejadas por profissionais de marketing e interpretadas por pessoas que são pagas para representarem. Nada ali é natural. Todas as cenas, todos os personagens, são artificialmente perfeitos! Graças às correções minuciosamente feitas nas imagens. Estes atores e atrizes são profissionais na arte de representar. E é justamente isso que eles fazem nestas propagandas: representam personagens com expressões faciais e corporais meticulosamente preparadas, de bem estar total, com pele, cabelo e corpo perfeito. 

Conseguindo com isso, atingirem o objetivo principal das campanhas de marketing: nos passarem uma imagem de felicidade perfeita e realização plena em todos os âmbitos da vida. É claro que tudo isso vem sempre associado à marca ou produto que querem vender. Sabemos também que as imagens de fundo que aparecem, na verdade são cenários criteriosamente montados exatamente para completar a espetacular imagem de perfeição que interessa que seja passada. Acredito que várias vezes, o alcance destas cenas vai além do simples sucesso de uma propaganda, ou seja, conseguir um alto consumo do produto a que se referem. 

Elas também conseguem muitas vezes, nos deixar com um sentimento de insatisfação resignada, de frustração constante, pois por mais que as desejamos, constatamos na realidade a inacessibilidade em que se encontram, pois podemos almejar a perfeição, mas sabemos que alcançá-la é outra história. Diante disso, algumas vezes, servem também para despertar em muitos de nós um sentimento de insignificância e de incapacidade. Mas sempre alimentam os nossos sonhos, pois neles tudo nos é permitido, inclusive podemos deixar de ser meros mortais e nos transformar em qualquer personagem que idealizamos, em ter tudo que desejamos, em alcançar qualquer coisa que almejamos, em estar em qualquer lugar que imaginamos. Acredito que enquanto meros alimentos de sonhos podem ser efetivamente positivos, pois, se permitir sonhar é extremamente saudável e necessário para todos nós. O problema é quando se tornam anestésicos e nos paralisam, nos deixando inertes, com a falsa sensação/ilusão de satisfação plena. E existem tantas pessoas que se aprisionam nos sonhos!

Esquecem de viver, pois estão sempre e só sonhando, mas nunca fazendo nenhum movimento para realizar! Ficam por ai, como se acreditassem que de uma hora para outra, vão realizar os sonhos, como num passe de mágica! Esquecem que é fundamental abrir os olhos, arregaçar as mangas, e ir em busca de maneira firme e concreta. Sonhos podem ser combustíveis sim, de uma vida saudável, feliz. Mas para ser duradouro este bem estar, é fundamental que alguns destes sonhos sejam transformados em metas, em projetos, para que se realizem!Todos sabemos que a nossa vida existe no concreto, que a nossa passagem por este planeta acontece na realidade, ou seja, estamos aqui para sonhar sim, mas principalmente para realizar concretamente também! 

Portanto se passarmos por ela apenas aceitando nos consolar unicamente com sonhos, nos satisfazendo com os devaneios, e nos apegando puramente em ilusões, não realizaremos nada, pois abriremos mão das possibilidades de movimentos que poderiam nos conduzir justamente para a concretização destes sonhos. Quero lhe dar uma ideia: sonhe muito! Aliás, nunca deixe de sonhar, mas hoje mesmo, selecione alguns dos seus sonhos e transforme-os em metas!

VEJA! ESCUTE! ACEITE! OU NÃO!!!!

Vivemos procurando o nosso bem estar. Queremos ser felizes. Ficamos por ai, tantas vezes nos esquivando de tudo que nos faz sofrer. Em busca deste bem estar, muitas vezes, preferimos ter uma vida tão sem verdades! Tão cheia de mentiras! Fazemos de tudo que está ao nosso alcance, para alcançar esta felicidade que queremos, esta tranquilidade que tanto desejamos, a distância do que nos causa sofrimento. Até mesmo nos enganamos! Fazemos de conta que não ouvimos, que não enxergamos, que aquela traição clara, não aconteceu! Estamos tão carentes! Tão necessitados de ter alguém do nosso lado! 

Desenvolvemos um medo tão intenso da solidão!! Um pavor mesmo, tão grande, que tantas vezes nos coloca submissos, implorando a companhia de alguém. Mesmo que seja uma migalha insignificante de atenção, diante da enorme fome que sentimos, fazemos de conta que nos satisfaz. Desdenhamos o quanto podemos ser importantes, o quanto podemos ser merecedores de um amor verdadeiro, de um relacionamento onde sempre prevaleça o respeito. A sinceridade! O nosso cada vez maior sentimento de pequenez, nos faz tão coniventes com formas de relacionamentos desrespeitosos. E nós vivemos gritando, implorando, suplicando que o outro me aceite, que não me abandone, que fique comigo. E assim, desprovidos de amor próprio, ainda pensamos que é possível, ser amado por alguém. 
Na nossa amedrontada necessidade de amor, gastamos tantas vezes uma energia imensa para acreditar! Para suportar conviver com humilhações, com situações ¨confusas¨, mal explicadas. Uma mentira clara, tantas vezes se torna verdade, porque precisamos acreditar nela! Mas sabemos que uma situação não deixa de existir, simplesmente porque resolvemos que ela não existe!E como pode doer, tentar ignorá-la! 

Mas precisamos nos convencer que somos aceitos, que somos amados! E tantas vezes, demonstramos uma dificuldade imensa em conviver com verdades, e optamos em simplesmente ouvir e conviver com mentiras, ou ainda, em não saber da verdade(na maioria das vezes, fazer de conta que não sabemos...) Fazemos um esforço incrível! Algumas vezes, até tentamos deturpar os fatos, para nos parecer menos graves ou sérios. Ou comprometedores. 

E nesta tentativa desesperada de nos enganar, conseguimos justamente o que num primeiro momento, acreditávamos estar evitando: uma vida pequena, um mal estar constante. Dores físicas, as mais variadas, que nos leva a tornar hábito, o uso de tantos ¨remedinhos¨! A cabeça que insiste em sempre doer, resultante da tensão que acumulamos, cada vez que compactuamos com alguém que nos desrespeita (o analgésico está sempre na bolsa, ou no bolso). Dificuldade para dormir (que algum remedinho também nos socorre). Apetite, mas falta de vontade de comer (como se a garganta estivesse fechada. Talvez até esteja, pelo tanto que nos obrigamos a engolir!).

E tantas vezes, preferimos ignorar a nossa percepção, e fazer de conta que foi equivocada. Por medo de contestar, de nos posicionar. De dar um basta! E sofrer!?
 Dizem que a verdade muitas vezes dói. Mas será que dói mais que uma história de vida de mentiras, de traições, de enganos?
  Por medo da queimadura, usamos uma peneira e nos fazemos acreditar que estamos protegidos do sol forte, na ilusória sombra! E queimadura de sol dói tanto! Incomoda! Causa mal estar!!
  E vamos vivendo assim! Ou pelo menos tentando nos convencer que estamos vivendo...

Universia lança concurso que premiará com isenção da taxa da FUVEST 2012

As 15 melhores dicas de estudos terão taxa de inscrição do vestibular pagas pelo Portal. Participação vai até 22 de agosto

Universia Brasil paga o meu Vestibular” é o novo Concurso Cultural organizado pela Universia,rede ibero-americana de colaboração universitária presente em 23 países.

A proposta do Concurso é selecionar as 15 melhores dicas úteis e aplicáveis de estudos para o processo seletivo mais concorrido do Brasil: a FUVEST. O vestibular seleciona candidatos para a Universidade de São Paulo (USP) e Faculdade de Ciências Médicas. A taxa de inscrição é de R$120.

Para participar do Concurso, basta responder a pergunta: Qual é a minha dica de estudo infalível para a Fuvest 2012O candidato deve postar a resposta no campo “Comentários” da página do Concurso: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2011/07/06/842858/universia-brasil-paga-sua-inscrico-do-vestibular-da-fuvest-2012.html. Além da resposta, o vestibulando deve seguir as orientações sobre a sua participação nas redes sociais, como Facebook e Twitter, conforme descrição na página.

As inscrições do Concurso vão até o dia 22 de agosto e os nomes dos vencedores serão divulgados no dia 26. 

Calendário da história afro-brasileira na internet

por Secom em 04/07/2011 20:55hs
Fatos e episódios importantes da trajetória da população negra - brasileira e internacional - podem ser conferidos no portal da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). É possível ver datas, de janeiro a dezembro, relacionadas a vários episódios da história e cultura afro-brasileira. A ferramenta é útil para pesquisas e conhecimento de episódios que marcam a trajetória da população negra brasileira e de outros países. O objetivo é dar visibilidade e promover o reconhecimento de personalidades negras, bem como de fatos que retratem a contribuição para a formação da sociedade. As informações são provenientes de calendário elaborado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação (MEC).www.seppir.gov.br

terça-feira, 5 de julho de 2011

Folhas Mortas

“Moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza", já dizia Jorge Benjor. Mas, confesso que gosto mais do inverno que do verão.


É verdade que quando o frio é intenso não dá a menor vontade de sair da cama. Um simples e necessário banho se transforma num extremo exercício de masoquismo, sobretudo quando, por uma daquelas infelicidades do destino, falta energia ou “queima” a resistência do chuveiro, sem estoque de reposição... Obviamente, estou falando de males que só afetam os simples mortais, que usam chuveiro elétrico. Mas, pelo "andar da carruagem", os "gasosos" também devem ficar "espertos"... Nesse contexto: viva os "solares"!

É claro que uma noite quente e cheia de gente nas ruas é uma festa! Mas uma noite fria e estrelada, com as árvores balançando levemente ao sabor do vento, tem muitos e especiais encantos. Entre eles está a elegância das mulheres, que ficam mais belas quando se vestem e ainda mais sensuais quando se despem; o calor saboroso de um bom vinho tinto, sem excessos; o retorno festivo à infância das quermesses regadas a quentão, pinhão, correio elegante, quadrilhas e fogueiras. Só não gosto dos balões, pois a beleza das formas e a sensação de liberdade que iluminam não compensam o risco de seu pouso incerto e potencialmente destrutivo.

Ah, o inverno! Os abraços são mais longos e os beijos mais ardentes, se bem que o amor não escolhe tempo, hora, lugar ou paisagem: só precisa que "pinte um clima", que mesmo no frio aquece!

Inverno: época em que um café ou chocolate quente ajudam a suportar uma noite fria de trabalho ou de vigília; um cobertor ou edredom aquece o sono dos que amamos, o qual, em plena madrugada temos o cuidado de ajeitar com a preocupação do acalanto e como desculpa para um terno beijo no rosto ou na testa.

Mas, se o inverno pode inspirar romantismo, prazer e beleza, também torna a solidão, o abandono, a falta de um teto e a tristeza ainda mais dramáticos, doloridos e, até, fatais! É quando o espírito debilitado tende a transformar o álcool num agasalho ilusório, que entorpece a alma, mas não poupa o corpo.
Por isso o inverno também deve ser tempo de um tipo diferente de calor: o da solidariedade! Tempo de doação e de boa ação que, aliás, deveria valer para todo o ano.

E o inverno já chegou, depois das folhas mortas do outorno! Mas esse tempo não é - nem precisa ser - um inverno de amores, como o da canção de Prévert e Kosma, na voz solitária de Montand. É um prenúncio de renovação: mais uma estação no percurso da humanidade pelo mundo, rumo ao futuro e ao encontro de si própria! É um tempo de aproximação e reaproximação, onde o calor humano é tão imprescindível quanto o dos aquecedores e cobertores. É um tempo em que a maior distância do astro-rei precisa ser compensada pelo calor do sol que existe em cada um de nós!

É um tempo de folhas mortas, mas de corações ainda mais vivos!

Uma história de arrepiar


Pedro Coimbra

            Valdomiro aproveitou que a mãe dormia e colocou de qualquer jeito algumas peças de roupa numa velha mala de papelão e amarrou com um cinto já gasto, sem fivela.
            Despediu-se de Dona Clô com um olhar e saiu do casebre.
            Andando rápido dirigiu-se para a Estação Ferroviária e tomou o noturno para Barra Mansa. De lá pegou carona numa carreta e logo avistou o Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa dos seus sonhos.
            O dono de um botequim indicou-lhe um pardieiro para se hospedar.
            Começou a bater perna procurando um emprego, mas logo viu que não seria fácil.
            Meio desiludido passou a fazer uma coisa que estremeceria Dona Clô, tomando pinga pura ou com limão em diversos bares  ou botequins.
            Sentia-se sozinho no mundo, já que seus planos de ganhar bem e voltar realizado para casa não se realizavam.
            Sentia pavor só em pensar em retornar para a casinhola de Dona Clô e confessar que furtara o suado dinheirinho que ela ganhava lavando malas e malas de roupas para freguesas selecionadas.
            “Todo este sofrimento teria que ter fim um dia”, pensava.
            E foi o que lhe aconteceu. Em uma praça encontrou Epaminondas, um homem gorducho, de cabelos louros, calva avançada, óculos de armação arredondada e dentes bastantes estragados.
            Era mineiro também,havia publicado um livro com seus próprios recursos e viera para a cidade grande tentar a sorte em uma editora.
            Não conseguiu nada e acabou tornando-se vendedor de um sistema de loteria popular.
            - Não tem nada com o jogo de bicho -  ele advertiu para o recém amigo que já chamava de Miro.
            Levou-o a morar num pequeno apartamento na Galeria Alaska, em Copacabana.
            Agitado ensinou-lhe todos os macetes para passar os possíveis compradores para trás.
            - Os cariocas pensam que são muito espertos e aí está sua fraqueza – afirmava.
            Miro começou a trabalhar com afinco e logo passava o professor para trás.
            No apartamento observava Epaminondas, que muitas vezes trazia rapazinhos para seu quarto, demonstrando que não gostava de mulheres.
            Nestes momentos, por um acordo tácito, Miro saia para a galeria e suas tentadoras boates e inferninhos.
            Numa delas encontrou Iracema, uma morena de cabelos longos, lisos e negros, emoldurando um corpo escultural.
            Miro estava tão chapado, pois já bebera muito, que não notou nenhuma diferença na mulher, por quem se apaixonou perdidamente.
            Epaminondas não gostou nem um pouco quando ele lhe disse que iria sair do apartamento e morar com Iracema.
            Sua decepção maior ocorreu dias depois quando soube que ele abandonara o emprego na loteria popular.
            Em 13 de agosto de 1965, uma data que para Miro parecia meio azarada, ele e Iracema, partiram para Belo Horizonte, em um retorno que nem mesmo ele não conseguia explicar.
            De maneira muito rápida Iracema tornou-se o grande sucesso da zona boêmia da Capital das Alterosas, queridinha de políticos e até mesmo de coronéis do Norte de Minas que vinham conferir sua fama.
            Miro ficava todas as noites pelos botequins, se embriagando, e demonstrando uma certa tristeza com tudo que lhe acontecia.
            Escreve uma carta para Epaminondas com uma única e enigmática frase: “ O que tiver de ser, será”.
            Três meses depois da chegada triunfal a Belo Horizonte, Iracema e Miro desapareceram do hotel e da vida noturna.
            Por um destes casos raros, um repórter investigativo do jornal “Estado de Minas”, começou a procurá-los e publicar o que apurava em doses homeopáticas.
            Uma semana após o corpo de uma mulher, com as características de Iracema, mas esquartejado, foi encontrado em uma mala jogada no Arrudas.
            A necropsia indicou que Iracema não era mulher. Apesar de todos os atributos femininos era um homem.
            Delegado Dirceu, presidente do inquérito, recebeu uma carta de Miro em que ele confessava seu amor por Iracema e dizia que de repente ela se transformara em um vampiro.
            “E os vampiros não tem sexo. E nos sugam tudo o que temos de bom”, dizia.
            Miro foi preso no começo de 1966, no casebre de Dona Clô, sua mãe, transformado num farrapo de homem, como narrou de forma um tanto quanto poética o Delegado Dirceu.
            O Valdomiro cuja ambição era melhorar de vida morreu no Manicômio Judicial, onde diziam que tinha pesadelos horrorosos com Iracema e vampiros...
            O romance “Uma história de arrepiar” tornou-se o grande sucesso de Epaminondas que o dedicou a seu amigo Miro.
             

Mais uma estrela!


Eu era muito, muito jovem quando o Santos conquistou seus dois primeiros títulos sulamericanos. Ouvi dizer que ele só não ganhou mais, nos anos de 1960, porque privilegiou excursões internacionais, muito mais lucrativas. Por conta disso, o Brasil ficou muitos anos sem comemorar uma Libertadores da América.

Vieram os anos de 1970 e, afora 1973 e 1978, não tivemos grandes comemorações. Depois, só 1984 e 1997 trouxeram algum alento.

É importante lembrar, no entanto, que o Alvinegro, time fora o eixo das grandes capitais, jogava contra adversários dentro e fora de campo, visíveis e invisíveis. Nem por isso deixou de escrever algumas das mais belas páginas do futebol nacional e mundial: “de um passado e um presente só de glórias”, como diz seu hino. Passado que transformou o Brasil em potência mundial, iluminando de vez o breu do fracasso de 1950. Passado que transformava os gramados em espelhos de noites límpidas, pois havia tantas estrelas no céu como na terra, das quais a mais brilhante é Pelé. Também havia os cometas, como os petardos fulminantes do querido Pepe, o “Canhão da Vila”.
Quiseram tirar o brilho do Santos! Disseram que ele havia acabado; virado um “timinho”. Esqueceram tudo de bom que ele representara para o futebol brasileiro...

Bem, não dá para ganhar sempre! Mas, mesmo quando o Alvinegro parecia reencontrar a “estrada do paraíso”, como em 1983 e 1995, um “coro” invisível gritava: “Já chega!”, frustrando as expectativas de quem, de fato, estava mal-acostumado, apesar de todo merecimento demonstrado em campo. Isso não bastava!

Aí chegou o século XXI:
Em 2003, chegamos muito perto, mas perder a final não nos tirou o brilho, reencontrado com a geração de Robinho e Diego. Além disso, depois de anos de injustiça, o Santos foi reconhecido como legítimo octacampeão brasileiro!
O Alvinegro voltou a ganhar títulos importantes, merecidos! Voltou a revelar bons jogadores, muitos ótimos! Passou a ter “banco”!

É verdade que a emoção voltou aos corações santistas, às vezes desnecessariamente, outras, excessivamente... Mas a “estrela” do Santos voltou a brilhar, provando que sempre esteve lá: temporariamente oculta por tempos nebulosos.

No entanto, apesar da miríade de títulos conquistados, sua camisa mostrava apenas duas estrelas, cujo brilho, embora resplandecente, era de outros tempos: daqueles que eu ainda era muito jovem para ter noção. Alguns adversários passaram a desprezá-las, quem sabe por não terem nenhuma...
Mas elas voltaram a brilhar intensamente numa quarta-feira, num palco do povo: o Pacaembu, que um dia alguém ousou dizer que deveria ser de um só. De fato ele o é: mas só do futebol!

E veio a terceira estrela: a estrela da superação! A estrela de redenção! Mais uma, supernova, da constelação alvinegra! E essa eu pude curtir em plenitude, a plenos pulmões!
“Soy loco por tri América!”.
Valeu Santos FC! Já temos crédito de sobra para comemorar os Cem Anos, em 2012!
 

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

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