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segunda-feira, 9 de maio de 2011
TECNOLOGIA E MÁGICA
domingo, 8 de maio de 2011
A MAMÃE É UMA VERDADEIRA POESIA!_FELIZ DIA DAS MÃES! PARTES MIRIM, "VERSO PARA A MAMÃE"

MÃE
DA ROSA MAIS LINDA,
NASCI COMO PÉTALA SUAVE!
CRIEI-ME EM TEU ACONCHEGO,
EMBALADA (o) POR MÃOS DE FADA,
RECEBENDO MIMOS E PERFUMES DE CARINHO,
NA BELEZA DO TEU COLO,
JARDIM DE AMOR!
MÃE,
ESSÊNCIA QUE BROTA
NO PEITO E ENRAIZA NA ALMA,
CAULE QUE SUSTENTA
E FORTALECE MEU VIVER!
MÃE,
FLOR QUE ALIMENTA O ENCANTO!
ÉS MOTIVO DO MEU CANTO,
SOU TUA SEMENTE
GERMINANDO ARDENTE,
REGADA (o) POR TUA PAIXÃO!
MÃE,
ROSA RAINHA,
NÃO ARRANHA,
NÃO ESPINHA,
PREENCHE O MUNDO DE COR!
TENS O VERDE DA ESPERANÇA,
LANÇA e GUIA,
RECANTO DE EMOÇÃO!
MÃE,
RECEBA HOJE COM ALEGRIA,
COM TEUS OLHOS DE PUREZA,
CHEIOS DE TERNURA,
ESTA HOMENAGEM,
A MINHA CERTEZA!
A GENTILEZA,
O MEU AMOR E GRATIDÃO!
TE AMO!
TE AMO!
PARTES MIRIM PARTES MIRIM PARTES MIRIM PARTES MIRIM
sábado, 7 de maio de 2011
Contradições, resistências e rock n`roll, por Marli Gonçalves
Não sei se os surtos vêm da água que bebem, mas tem gente sofrendo de crises infantis do tipo São Tomé, que só acreditam vendo, ou acometidos de gugudadá de muxoxo porque a sociedade civil pressiona e avança, acima da cabeça dos coronéis e pistoleiros e pistoleiras em cargos públicos, eleitos ou indicados pelos seus pares. A decisão tomada pela Supremo, por unanimidade, reconhecendo juridicamente a união de pessoas do mesmo sexo, nos dá certo alento. Algumas gotas pingam das torneiras da Razão.
Ninguém vai obrigar ninguém a casar. Até porque inclusive entre os gays há de praxe uma certa alta rotatividade nas relações, que pode até vir a melhorar. Mas se acabar vai perder a graça. Também não precisa ser gay para entender, apoiar, assim como não é exatamente uma questão religiosa.
Contudo, não é porque sou da Paz que rejeito as regras da guerra. Vivemos em conflito, até com nós mesmos! Padres não viram castrados ao serem ordenados. O desejo chega; não manda recado, nem marca hora. É assim que tudo pode ser, um dia, a nossa realidade, por mais distante que esta pudesse parecer. Não diga dessa água não beberei, com ou sem bolinhas. Se não fui acho que devia ter ido - sempre rola.
A propósito, o tema é respeitar. Mudar, fazer, acontecer, decidir - ou não. Os dias passam. E a geminiana aqui se encontra em sua plena piração anual, que acontece de qualquer jeito. A sorte é que ganhei de presente de Deus um espírito mutável.
Depois dos 50, preparem-se as que quiserem ouvir, fica mais, digamos assim, visível a pressão externa por mudanças, a avaliação, uma certa apreensão com os próximos dias, e não é mais só pela espera da menstruação - de quem gostava muito, e que ando até com saudades da rotina, agora inconstante.
Antes que esqueça, inclusive, explodam-se as convenções. É o que acho. Sou, no bom sentido, moleca; nasci moleca e moleca permanecerei de espírito. Sempre vivi a contradição entre a imagem que os outros vêem e julgam - e o que sou exatamente. Sofri, apanhei, perdi e acabo sendo sempre muito prejudicada por isso, o que me faz sempre evitar fazer juízos "visuais". Cansei de ser chamada de maluquinha, meio louquinha, figura, exótica (é, usam muito essa palavra para mim), ou qualquer outro termo apenas idiota ou condescendente que na verdade busca desmerecer-me, mesmo que sem esse claro propósito. Só o velado, o odioso velado.
Escuto. Pisco. Sei. Faço de desentendida para viver. Tento apenas escapar de que não me atrasem ainda mais a vida por isso. Controlar o que posso, mas só posso com o que é declarado, claro. Queria ver é fazerem metade do que faço, da responsabilidade com que encaro as tarefas que me são confiadas, das renúncias que fui e sou obrigada a fazer.
O mundo é dissimulado demais da conta. Pensam que foi fácil chegar até aqui - com vários arranhões, decerto - mas sendo ainda espontânea, otimista e independente? Sem riquezas e posses, sem olhos claros, e de altura pouco mais de metro e meio? Solteira, sem filhos? Para azar e horror dos que gostam de teses imutáveis, sempre fui estudiosa, sempre fui obediente e boa filha (perguntem por aí, se duvidam), boa irmã, boa amiga, solidária como posso. Trabalho, literalmente, e sem parar, desde os 15 anos de idade, quando pretendi, mas nunca consegui, comprar uma motocicleta, mondo cane. Fui uma das primeiras - ao menos que conheço - a andar de moto, de skate, por aí, e a conviver com garotos sem que isso significasse nada além de amizade. Não havia raça proibida. Nem religião. Nem estado civil, sexo. Tudo isso no meio de uma ditadura. Ou isso ou aquilo. Sempre optei pelos dois, ou três, ou mais quesitos. (...piscadinha marota...)
Sim, quiseram casar comigo, mas me desvencilhei, segura de que só - eu e minhas contradições - seria feliz, porque também sempre achei no caminho gente querendo é me mudar, me prender, tirar o sorriso de minha boca e o brilho dos meus olhos. Alguns conseguiram. Mas fui buscar de volta a tempo. "Atroz contradição a da cólera; nasce do amor e mata o amor". (Simone de Beauvoir).
Aos 8 anos de idade, me joguei na lama por odiar uma roupinha de marinheiro branca e engomada que me obrigaram a usar; a partir daí invento minha própria moda. Quando tem gente vindo, já fui e voltei. Fui e voltei. Voltei e fui, mesmo sem sair do lugar. Nem tão solta como quis, mas sempre com os livres e os livros. Amei e amo muito, inclusive casos que duraram algumas décadas, sem ter o amado, apenas o amante, de todas as cores, credos, carteiras, com cabelo ou não. Apenas algo que me encante.
Sou rock n`roll, mas também sou jazz, e pretendo manter a resistência.Tudo é possível, e aqui no Brasil ainda mais, o lado bom de nossa gente.
Somos nós as contradições vivas, e quem é que sabe disso além de nós mesmos?
(*) Marli Gonçalves é jornalista. Usa minissaia e aproveitará bem, até o último instante, tudo o que puder. marligo@uol.com.br e marli@brickmann.com.br
Popularidade e inflação
Por Fernando Rizzolo*
Uma das tarefas mais complicadas na consolidação do governo Dilma, na manutenção da popularidade que havia na era do presidente Lula, é, sem dúvida, o controle da inflação. Até que por bem, a presidente nunca foi de falar muito, nem de apregoar uma imensa cruzada contra a pobreza da forma ostensiva como o ex-presidente costumava fazer em seus discursos emotivos que atingiam de modo contundente sobretudo as camadas mais populares.
A grande verdade é que já se percebe nas expressões faciais - nas entrevistas dos membros do governo quando se aborda o tema -, que inflação é algo que atinge diretamente o maior valor agregado do governo petista, que é a chamada popularidade de seus representantes no poder. Por outro lado, fica patente que sem uma política de austeridade, de aperto ao crédito com redução dos prazos dos financiamentos, sem o necessário enfrentamento da realidade da demanda aquecida, fixando-se nessa fase, numa visão mais técnica e menos política, a inflação, como já ocorre em vários países, voltará a se tornar a vilã da economia. O momento, portanto, é de cautela e planejamento. Nem nós queremos correr o risco de enfrentar a inflação, representada emblematicamente pelo dragão que solta fogo pelas ventas, nem o governo há de querer o risco da queda da popularidade, da quebra da confiança, da crítica inevitável e violenta da oposição.
Ademais, sabemos que o consumidor é mais suscetível à redução do prazo de financiamento do que à alta dos juros. Com efeito, oito em cada dez consumidores brasileiros preferem comprar de forma parcelada. Equivale dizer que nem sempre - ou quase nunca - o consumidor tem a percepção de que o aumento do valor da parcela em si, em razão da alta dos juros, uma vez diluída, seja em si um fator determinante e impeditivo no seu voraz desiderato de consumo, principalmente naqueles que se referem aos bens de consumo. Por outro lado, o remédio da redução do prazo de financiamento tem no seu bojo um alto custo político, e isso esbarra na continuidade daquilo que seria um "governo para o povo", como assim sempre afirmaram as lideranças do Partido dos Trabalhadores.
Mas como adequar uma medida técnica sem arranhões populares? O governo tem plena ciência de que um aumento real nas taxas de inflação poderia tornar inócuos - ou menos eficazes - os discursos emotivos, as promessas de inclusão social, as Bolsas Família. Isso porque, é fato, a imensa população pobre e a nova classe média brasileira já se acostumaram com a estabilidade da moeda, e distantes estão da palavra que hoje soa antiga, carestia.
Um dos grandes mecanismos que nesse momento poderá efetivamente contribuir para o controle da inflação - por ironia do destino, e pelo desespero dos exportadores, principalmente do setor manufatureiro - é exatamente o dólar mais baixo, que favorece as importações e aumenta a concorrência no âmbito do mercado interno. Sem contar, é claro, com a continuidade da política de elevação da taxa básica de juros, vez que isso alimenta a entrada de dólares mantendo essa moeda num patamar apreciável, tornando-a um instrumento regulador. Ao que parece, as autoridades monetárias efetivamente desejam o preço da moeda americana baixo como "ancora" nesse processo de controle da inflação.
Trocando em miúdos - e retomando a linha condutora do pensamento iniciado com o desafio que se impõe à nossa governante-, boa mesmo é a postura da presidente Dilma, com poucos discursos inflamados e poucas menções a grandes projetos de transferência de renda no palanque. Mesmo porque, por tudo o que o ex-presidente Lula avançou, a inflação agradeceu; mas agora se tornou uma ameaça. A hora é de agir, porque a emoção não vem mais do discurso da liderança maior da nação, mas dos números e, especialmente, do bolso daqueles que esperam a continuidade da virtuosidade da economia brasileira. Em outras palavras, que esperam manter seu poder de compra e esperam ter condições de pagar o que compraram. Entre a popularidade e a inflação, boa mesmo é a postura da presidente Dilma.....
* Fernando Rizzolo é advogado, professor universitário, membro efetivo da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, e articulista colaborador da Agência Estado. www.blogdorizzolo.com.br, rizzolot@gmail.com
poesia
| MULHER
Tu és divina ó ser maravilhoso, Entre a criação tu és a preferida! Tem o dom de ser mãe e de ser amada pelo homem, E por Deus de ser reconhecida.
Tens no coração a ternura dos santos, E na alma o amor, nasceste para amar... Mesmo quando não amada. Ainda que dos teus olhos escorra uma lágrima, Mesmo assim estás pronta para socorrer, e acalmar a dor.
És tu que no ventre trás o herói ou a santa! És tu que no simples olhar nos dás a esperança, Querendo com isso nos dizer, Que somos fortes, pois és valente! Já não temes a morte.
Vivaldo Terres |
Poesia: CORAÇÃO DE MÃE
CORAÇÃO DE MÃE
Ser mãe é ser o amor,
É arte da renúncia,
é ser paz, luz, esperança...
É deixar de existir!
Em nome do amar os filhos.
Embora o amado filho,
Se tenha se perdido na caminhada da existência,
toda a esperança semeada fora renunciada,
pelas drogas ou a criminalidade.
Assim mesmo ela continua
a amar .
Ele é eternamente filho,
pois o julga digno de piedade.
Coração de mãe é algo sobre-humano,
O nosso vocábulo seria,
insuficiente para defini-lo.
Nós devemos tudo a esta belíssima mulher,
Pois ela que nos deu vida!
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