quarta-feira, 20 de abril de 2011

EM 28/03/2011, AS TURMAS DA MANHÃ E DA TARDE, DA ESCOLA MUNICIPAL ITACELINA BITTENCOURT, RECEBERAM A VISITA DO NOSSO PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ ! PARTES MIRIM.

PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ E LIONS GUAÍRA
NA ESCOLA MUNICIPAL ITACELINA BITTENCOURT:
UM GESTO DE ALEGRIA E SOLIDARIEDADE EM ATIVIDADE
COM A NOSSA LITERATURA!


"A participação com as crianças: gesto de proximidade,
de concretude em nossos objetivos pedagógicos."




"Momento da entrega oficial dos livros: gesto solene de realização!"




"Neiva Pini, professora e membro do Lions Guaíra, juntamente com a
escritora  prestando homenagem sincera ao Lions Guaíra:
gesto de gratidão pela possibilidade do evento didaticamente preparado,
afetivamente consagrado, marcado nas boas recordações do nosso melhor!"



"Raquel e a Escritora: gesto de carinho e reconhecimento!"





"As diretoras Márcia e Raquel, receberam uma rosa:

gesto de agradecimento!"

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"A VIDA SÓ TEM SENTIDO SE NOSSOS CAMINHOS FOREM ABENÇOADOS POR DEUS E NOSSA TRAJETÓRIA PUDER CONTEMPLAR A ESSÊNCIA VERDADEIRA DO OUTRO! SOZINHOS... SOMOS NADA!" PARTES MIRIM.











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sexta-feira, 15 de abril de 2011

VACILAGENS, Catequeses Misturebas

Imagem ARMANDO MEREGE, de Itararé-SP


V A C I L A G E N S (Catequeses Misturebas)

Para Marilena Chauí

“Nunca fomos catequizados. Fizemos foi Carnaval... ”. Oswald de Andrade


“Não fomos catequizados... -Fizemos foi Carnaval”; um fuzuê Um forfé – e, amalgamados O europeu o índio e o negro Que tudo acabou mistureba bundalelê ................................................................. Que “catequizados” que nada (Nem éramos ainda pátria amada) E somamos então o crucifixado Ao tupi-guarani ninhal pelo nosso lado Depois da mestiçagem, do tropé Nem cruz, nem conversão ou fé Dos mitos trazidos da África mãe Juntaram a Aparecida do Candomblé Não fomos catequizados: qual o quê (Quem essa historicidade não vê?) Macumba, capoeira – a escravatura E mais o silvícola de alma muito pura Foi um mosaico, uma soma; aquarela De terra em que se plantando tudo dá Da galinha luso nauta ao mandorová Foi uma patacoada de encher o pacová Mas que bendito cristianismo que nada (A exploração era a triste cruzada) Foi um Carnaval só, a tal religião Cana, ouro em pó, vacilagens (na inquisição...) O jeitinho brasileirinho era um só Do samba matreiro ao qüiproquó De José de Anchieta à Marilena Chauí Tudo um antropológico e antropofágico rififi Casagrande, Senzala, cabocla babel Mais a igreja exploradora; um bordel A conversão foi cênica, só no papel Do nativo ao bandeirante-bandido, vil infiel ............................................................................. Não irmãos meus, não fomos catequizados Entre arados – e rudes assim, amalgamados Fizeram um baita carnaval tropical só Ai pátria amada assim usurpada de dar dó! Do pindorama às gerais, lusamérica, cafundó E sambalelê: derramas entre ouro em pó (“Comunga escravo, comunga que é “mió”) Jeitinho brasileiríssimo; do nativo matuto coió De sangrenta colonização, dessa quanta misturança vil Sangrias e chorumes pariram esse nosso “Puta Brasil!” -0- Silas Correa Leite – E-mail: poesilas@terra.com.br www.portas-lapsos.zip.net Poema social da série: NEGREDOS – Livro Inédito de Poesia Social do Autor

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

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