Os jornalistas brasileiros, legitimamente representados pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e seus 31 Sindicatos de Jornalistas filiados, vêm a público, no dia consagrado à categoria, para reafirmar a defesa do Jornalismo e da regulamentação da profissão de Jornalista. O Jornalismo é um bem público essencial à democracia e não existe Jornalismo sem o profissional Jornalista. Há no país uma ação permanente patrocinada pelos grandes grupos de comunicação para desqualificar o Jornalismo, confundindo propositadamente a produção de informação jornalística com entretenimento, ficção e mera opinião. Igualmente, a categoria dos jornalistas sofre ataques à sua constituição e organização. O Jornalismo não é uma simples atividade que pode ser exercida por qualquer um, independentemente de qualificação profissional. O Jornalismo é uma forma de produção de conhecimento sobre a realidade social e requer prévios conhecimentos teóricos e metodológicos, que fundamentam o conhecimento produzido. Igualmente, nem toda a informação produzida socialmente é informação jornalística. Portanto, nem todos que produzem e/ou difundem informações são jornalistas. Por isso, mais uma vez, os jornalistas brasileiros afirmam a defesa da regulamentação da profissão e conclamam a sociedade a apoiar a luta pela aprovação das Propostas de Emendas Constitucionais (PECs), em tramitação no Congresso Nacional, que restituem a exigência da formação de nível superior específica para o exercício da profissão. Os jornalistas brasileiros entendem que a regulamentação da profissão atende ao interesse público. Difunde-se no Brasil e no mundo a ideia de que estabelecer regras de acesso à profissão de Jornalista é restringir a liberdade de expressão, como se esta liberdade fosse restrita aos jornalista. A liberdade de expressão é um direito individual de cada cidadão que não se realiza somente pelos meios de comunicação. O papel dos jornalistas é o de buscar a diversidade e a pluralidade de opiniões, garantindo com o seu trabalho, a expressão dos indivíduos e dos grupos sociais constituídos. Os jornalistas são guardiães da liberdade de expressão que, sistematicamente, é violada pelos donos da mídia. No Brasil, são os empresários do setor os que mais manipulam, deturpam e vetam informações, segundo seus interesses corporativos, que restringem a autonomia intelectual dos jornalistas e lhes impõem condições de trabalho adversas. No Dia do Jornalista, a categoria reafirma seu compromisso com a liberdade de expressão e pede o apoio da sociedade brasileira para a reconquista da regulamentação da profissão, com a aprovação das PECs que restituem a exigência do diploma de Jornalismo para o exercício profissional e a posterior criação do Conselho Federal de Jornalistas (CFJ), órgão que virá garantir a auto-regulamentação da profissão. Federação Nacional dos Jornalistas Brasília, 7 de abril de 2011. |
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
7 de abril – Dia do Jornalista
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Lançamento do Sistema de Gestão de Bibliotecas GNUTECA
disponibilizado no Portal do Software Público. O lançamento do GNUTECA,
licenciado como software livre, ocorreu na segunda-feira passada, na
sede da Companhia de Processamento de Dados do RS (Procergs), na cidade
de Porto Alegre, com a presença de representantes do Ministério do
Planejamento e da Cooperativa Solis.
O Gnuteca é um sistema para automação de todos os processos de uma
biblioteca, independente do tamanho de seu acervo ou da quantidade de
usuários. O sistema foi criado de acordo com critérios definidos a
validados por um grupo de bibliotecários e foi desenvolvido tendo como
base de testes uma biblioteca real, a do Centro Universitário Univates,
onde está em operação desde fevereiro de 2002.
Para quem esta cadastrado no Portal basta acessar a comunidade
diretamente pelo endereço
http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=30724784
O software é aderente a padrões conhecidos e utilizados por muitas
bibliotecas, como o ISIS (Unesco) e o MARC21 (LOC - Library Of
Congress). Por ter sido desenvolvido dentro de um ambiente CDS/ISIS, o
Gnuteca prevê a fácil migração de acervos deste tipo.
O sistema pode ser utilizado tanto na gestão de pequenos acervos
particulares, como para acervos de mais de 100 mil exemplares. Por ser
um software livre, e utilizar como base apenas outros softwares livres,
não há limite prático no número de estações de atendimento, ilhas para
consulta ou acesso através da Internet.
RESUMO do GNUTECA
01) Público-alvo e principais usuários: bibliotecários, órgãos do
governo, gestores de escolas e faculdades, museus e escritórios de
advocacia
02) Características Técnicas: Framework Miolo, Banco PostgreSQL, PHP,
Apache, respeito ao MARC21, protocolo Z39.50, AACR2.
03) Principais funcionalidades: Atende múltiplas bibliotecas com base
integrada, respeita 100% o MARC21, totalmente WEB.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A volta do ganso
Sombras do passado na minha memória
segunda-feira, 28 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
Nota de pesar da ministra Ana de Hollanda
Nota de pesar da ministra Ana de Hollanda
Sinto profundamente a partida de Thomas Farkas. É uma perda imensa para nós: por toda sua contribuição à cultura brasileira, sua paixão à fotografia em todas as suas facetas, do exercício com as lentes, como um dos pioneiros da nossa fotografia contemporânea, ao fotojornalismo e ao ensino na USP, sem esquecer ainda outras frentes, como a de produtor de documentários.
Aos familiares, amigos e a todos a quem ele inspirou, os meus sentimentos.
Ana de Hollanda
Ministra de Estado da Cultura
terça-feira, 22 de março de 2011
Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins
Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a Embrapa marca presença n...
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