segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Vitrine do Giba: Estou Proibido

Vitrine do Giba: Estou Proibido: "Hoje acordei proibido de sonhar qualquer tipo de proibição. Acordei proibido. Sonhei um sonho proibido, deste malandramente vedado.Não posso..."

domingo, 7 de novembro de 2010

anjinho amarelo

 

ANJINHO AMARELO


Chamo de anjinho amarelo, um inocente gato de cor amarela,

que apareceu não sei de onde, todo machucado.

Tentamos fazer algo por ele, uma vizinha e eu, mas a violenta

agressão que o bichano sofreu não permitiu.

Dentro da caixa improvisada que arrumamos para ele,

olhou-nos com um olhar infinitamente meigo e agradecido.

Morreu momentos depois, nas mãos da veterinária que

não conseguiu salvar o gato amarelo, vítima de mais um ato de

irresponsabilidade e violência.


Esse relato é um apelo que faço novamente: mais humanidade

para com os animais. É necessário criar a Delegacia dos Animais,

e um Pronto Socorro para acudir animais numa emergência.


Os animais sofrem como nós, e têm até mais sentimentos.

Sendo dependentes e mais frágeis, cabem às leis humanas

protegê-los.

 

Nair Lúcia de Britto.

 

PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ NO COLÉGIO UMBRELLA EM 06/11/10




































sábado, 6 de novembro de 2010

A PAZ NO TRÂNSITO É UMA RESPONSABILIDADE DE TODOS NÓS!




A última intervenção médica foi em 21/10, para a retirada de placa e parafusos da perna esquerda. O instrumentador relatou que um jogador do CORITIBA fez fratura idêntica que afetou tíbia e fíbula. Agora a Fernanda já está vencendo com os primeiros passos. Quinta, 04/11, foram retirados os pontos da cirurgia pelo acidente de trânsito. A PAZ NO TRÂNSITO É UMA RESPONSABILIDADE DE TODOS NÓS!



































Os "pontos" foram retirados, a vida continua com expectativas somadas aos desejos de Deus!






Agradecemos a solidariedade e amizade de todos com UM GRANDE ABRAÇO DE PAZ E AMOR.


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

III Seminário Internacional de Pesquisa em Educação.

III Seminário Internacional de Pesquisa em Educação

Entre os dias 23 e 26 de novembro, a Uninove realizará o III Seminário Internacional de Pesquisa em Educação. As inscrições com trabalho vão até o dia 08/11 e as inscrições para as conferências livres até o dia 19/11.

Mais Informações: http://www4.uninove.br/seminariointernacional/

terça-feira, 2 de novembro de 2010

MUSEU AFRO BRASIL: EXPOSIÇÃO A ARTE DO POVO BRASILEIRO - QUATRO OLHARES . abertura dia 30 de outubro. Grátis

 
Exposição "A Arte do Povo Brasileiro. Quatro Olhares. Uma homenagem" mostra a autenticidade de  artistas e artesãos de todo o  País no Museu Afro Brasil

 

Exposição apresenta mais de 100 obras e homenageia Maria Cândido Monteiro, artista popular cearense, que morreu no mês de agosto

 

Duração: 30 de outubro a 27 de fevereiro de 2011

Local: Museu Afro Brasil – Parque Ibirapuera – Portão 10

Abertura: 30 de outubro, às 11 horas

Visitação: de terça a domingo, das 10 às 17 horas

Informações: 11. 3320-8900

 

A exposição " A Arte do Povo Brasileiro. Quatro Olhares. Uma Homenagem" será inaugurada neste sábado, dia 30 de outubro, às 11 horas, pelo Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura e Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo destacando a espetacular e autêntica arte popular brasileira. São cerca de 100 obras feitas em barro, madeira e tecido com colorido e lirismo que representam cenas do cotidiano religioso, de festas populares e do imaginário do povo brasileiro. Com curadoria do artista plástico, Emanoel Araujo, Diretor-Curador do Museu Afro Brasil apresenta obras de  Maurino Araujo (esculturas de madeira),  Lafaete Rocha (esculturas de madeira), Madalena Reinbolt (tapeçarias), Agnaldo Manoel dos Santos (esculturas de madeira), Maria Cândido Monteiro (barro), Heitor dos Prazeres (pintura),  Nhô Caboclo (esculturas de madeira), Nino (esculturas de madeira), Noemisa (barro), Mestre Vitalino (barro), Família Julião (esculturas de madeira), entre outros.

 

Nesta exposição 30 obras são assinadas por Maria Cândido Monteiro (1961-2010), uma das principais artesãs brasileiras, que morreu em agosto deste ano, e tão bem soube representar através da arte a vida de sua gente.  Nascida em Juazeiro do Norte (CE) começou a produzir suas peças aos oito anos de idade.  Por trabalhar o barro em conjunto com a mãe, Maria de Lourdes Cândido e a irmã, Maria do Socorro, ficaram conhecidas como "as três Marias". Seus trabalhos sempre apresentaram semelhanças entre si, embora cada artista mantivesse sua produção própria. Maria Cândido preocupava-se em produzir peças bem acabadas, inspiradas em fotos de revistas, jornais ou em outros materiais visuais com os quais tinha contato, misturando-os à sua imaginação. Não raro, ela começava a modelar o barro, sem qualquer intencionalidade e, ao final, surpreendia-se com os resultados obtidos. Além das placas decorativas, que chamava de "temas", fazia reisados, quadrilhas e lapinhas. Em uma entrevista para o livro "Em nome do Autor – Artistas e Artesãos do Brasil" (Proposta Editorial), Maria Cândido revelou que quando pequena ganhou de um professor um livro de Patativa do Assaré, poeta nordestino. "Fiz 25 temas sobre isso. Coisas da gente, eu gostei muito. Fica bem gostoso assim de fazer a história", disse.

 

A mostra também é composta de textos, referências bibliográficas  e painéis de quatro grandes incentivadores da arte popular brasileira, são eles: Clarival do Prado Valladares, Lélia Coelho Frota, Jacques Van de Beuque e Janete Costa.

 Clarival do Prado Valladares (1918 – 1983),   crítico de arte e historiador nascido em Salvador. Fez o curso de medicina em Recife recebendo o diploma de médico na Bahia em 1941, defendeu o doutoramento em 1952 e fez logo depois o curso de pós-graduação em Patologia na Harvard University. Deu aula na UFBA como docente de Anatomia Patológica e depois História da Arte em 1962. Foi crítico do Jornal do Brasil e editor dos Cadernos Brasileiros. Dentre suas publicações destacamos: Presciliano Silva: um estudo biográfico e crítico (1974), Rio Barroco (1978), Rio Neoclássico (1978), Arte e Sociedade nos Cemitérios Brasileiros. Aspectos da Arte Religiosa no Brasil (1981) e Nordeste Histórico e Monumental (1982-1983).  

Lélia Coelho Frota (1937 – 2010),   escritora e crítica de arte que dedicou mais de 30 anos a pesquisas sobre a arte popular brasileira. Suas obras são fontes de pesquisa indispensáveis para quem quer compreender a arte popular enquanto uma manifestação de arte para além de uma visão meramente folclórica ou turística. Ela é autora de dezena de livros, dentre os quais se destacam: "Mitopoética de 9 artistas brasileiros (1975), "Paisagem Intemporal de Cândido López" (1977), Mestre Vitalino (1988), Tiradentes, retrato de uma cidade (1993), Pequeno Dicionário da Arte do Povo Brasileiro (2005). 

Jacques Van de Beuque (1922 – 2000),  colecionador francês que coletou por todo o país, com ajuda de amigos,  uma imensa quantidade de objetos artísticos de cultura popular. Ao longo de 40 anos conseguiu formar um acervo de milhares de peças, que serviram de base para a criação do Museu Casa do Pontal (Rio de Janeiro). 

Janete Costa (1932 – 2008), arquiteta, designer e grande incentivadora das artes populares. Fez a curadoria das exposições: "Fiesp/Ciesp", em São Paulo (1985), da "Bienal de artesanato" no Centro de Convenções em Recife (1986), da exposição "Viva o povo brasileiro" no Museu de Arte Moderna-MAM, RJ (1992), "Arte popular brasileira", no Riocult, Rio de Janeiro (1995), "Arte Popular Brasileira e Arte Popular dos Estados" no Carreau du Temple em Paris, (2005), "Que Chita Bacana", no Sesc Belenzinho em São Paulo, (2005), "Somos-Criação Popular Brasileira" no Santander Cultural em Porto Alegre (2006), "Do Tamanho do Brasil" no Sesc Avenida Paulista em São Paulo (2007) entre outras.

Sobre o Museu Afro Brasil

O Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura, vinculado à Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, é um espaço de preservação e celebração da cultura, memória e da história do Brasil na perspectiva negro africana, assim como na difusão das artes clássicas e contemporâneas, populares e eruditas, nacionais e internacionais.

Localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, foi inaugurado em 23 de outubro de 2004 e possui um acervo de mais de cinco mil obras. Parte das obras, cerca de duas mil, foram doadas pelo artista plástico e curador, Emanoel Araujo, idealizador e atual Diretor Curador do Museu. A biblioteca do museu, cujo nome homenageia a escritora, "Carolina Maria de Jesus", possui cerca de 6.800 publicações com especial destaque em uma coleção de obras raras sobre o tema do Tráfico Atlântico e Abolição da Escravatura no Brasil, América Latina, Caribe e Estados Unidos. A presença negra africana nas artes, na vida cotidiana, na religiosidade, nas instituições sociais são temas presentes na biblioteca.

O museu mantém um sistema de visitação gratuita para todas as exposições e atividades que oferece; um Núcleo de Educação com profissionais que recebem grupos pré-agendados, instituições diversas, além de escolas públicas e particulares. Através do Núcleo de Educação também mantém o programa "Singular Plural: Educação Inclusiva e Acessibilidade", atendendo exclusivamente pessoas com necessidades especiais e promovendo a interação deste público com as atividades oferecidas.

 

Diretor curador: Emanoel Araujo

Diretor executivo: Luiz Henrique Marcon Neves

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº

Parque Ibirapuera- Portão 10

São Paulo- SP - Brasil

CEP: 040094-050

Fone: 55 11 3320-8900

www.museuafrobrasil.org.br

Funcionamento: de terça a domingo, das 10 às 17 horas (permanência até às 18h)

Estacionamento: Portão 3 – Zona Azul

Entrada: Grátis

Para maiores informações: faleconosco@museuafrobrasil.org.br

Para agendar visitas: agendamento@museuafrobrasil.org.br ou

Fone: 55 11 3320-8900 ramal 121

 

 

 

 

CRIANÇAS NO CÉU

 

CRIANÇAS NO CÉU


Especialmente hoje quero homenagear as crianças que estão no céu e

tranquilizar seus respectivos pais que estão na Terra. Justamente nesta

semana eu vi um livro Crianças no Além, que me chamou a atenção e

creio que a mensagem desse livro pode trazer conforto e esperança para

muitos pais saudosos.


O livro, editado pela Emmanuel S/C Editora, relata uma mensagem

psicografada por Chico Xavier. A mensagem é de Marcos, um menino que

perdeu a vida, juntamente com seus dois irmãosinhos, num acidente de

carro, em 1975, na estrada de Perus.

Os pais ficaram terrivelmente abalados e a tristeza os acompanhava em todos

os dias que se seguiram àquele episódio incompreensível.

O casal tinha outra religião, mas aconselhado por uma vizinha, foi buscar

ajuda em Uberaba, com Chico Xavier. Os pais mostraram a foto das

crianças ao Chico, mas de momento não ocorreu nenhuma mensagem.

 

O casal, porém persistiu, voltando ali por quatro vezes. Até que a mensagem

veio, sem que Chico Xavier soubesse de nenhum detalhe a respeito da família.

 

Achei oportuno repassar aqui alguns trechos da mensagem do pequeno

Marcos, esperançosa de que poderão ser como uma luz a outros pais que

sofrem. Eis, pois, as anotações dos trechos que considerei mais importantes:


"Minha querida Mamãe, meu querido Papai,

Estou obedecendo ao meu avô Joaquim que me trouxe para escrever.

Peço para que me abençoem. A senhora pede notícias que rogou tanto,

perante as orações, que me vejo aqui para trazer a esperança ao seu

coração e fortalecer em meu pai a confiança na vida.

 

Não sei como fazer isso direito: escrever, falando o que se passa. Meu

avô está me auxiliando..."

 

"Rogo a vocês que não se deixem dominar pelo sofrimento, embora

este conselho deva ser ditado para mim mesmo...

"Desde que acordei aqui, ouço os seus gritos do coração... Mas peço à senhora

para viver com fé em nosso reencontro...

"Mamãe, se não fosse a falta que a gente experimenta de casa, se não fosse

a voz da senhora e do papai por dentro de mim, eu diria que tudo está bem.

 

Mas posso dizer, agora, que tudo melhorará quando melhorarem a paciência

e a confiança...

 

"Estamos num parque de crianças que vieram para cá apressadamente. Temos

tratamentos, exercícios, lições e muito carinho.

 

"Peço a você – a você que é nosso querido anjo-da-guarda – entregar a Deus

os acontecimentos. Não chore mais com desânimo e aflição...

"Um dia estaremos todos juntos, mas não deseje vir para cá como quem força

a entrada de uma casa desconhecida.

 

"Temos tantos irmãos nas calçadas, pedindo auxílio. Sejam eles, também,

filhos do seu coração

 

"Pouco a pouco entenderemos as razões por que tudo aconteceu...

 

"Não se queixem. Vamos cultivar a saudade na igreja do amor ao próximo.

 

"Em nome dos irmãos e em meu nome, deixo a vocês o nosso beijo de

respeito e amor. Com um abraço do avô Joaquim."

 

MARCOS


Uberaba, 12 de dezembro de 1975.


 

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