segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Vitrine do Giba: Estou Proibido
domingo, 7 de novembro de 2010
anjinho amarelo
ANJINHO AMARELO
Chamo de anjinho amarelo, um inocente gato de cor amarela,
que apareceu não sei de onde, todo machucado.
Tentamos fazer algo por ele, uma vizinha e eu, mas a violenta
agressão que o bichano sofreu não permitiu.
Dentro da caixa improvisada que arrumamos para ele,
olhou-nos com um olhar infinitamente meigo e agradecido.
Morreu momentos depois, nas mãos da veterinária que
não conseguiu salvar o gato amarelo, vítima de mais um ato de
irresponsabilidade e violência.
Esse relato é um apelo que faço novamente: mais humanidade
para com os animais. É necessário criar a Delegacia dos Animais,
e um Pronto Socorro para acudir animais numa emergência.
Os animais sofrem como nós, e têm até mais sentimentos.
Sendo dependentes e mais frágeis, cabem às leis humanas
protegê-los.
Nair Lúcia de Britto.
sábado, 6 de novembro de 2010
A PAZ NO TRÂNSITO É UMA RESPONSABILIDADE DE TODOS NÓS!



sexta-feira, 5 de novembro de 2010
III Seminário Internacional de Pesquisa em Educação.
III Seminário Internacional de Pesquisa em Educação
Entre os dias 23 e 26 de novembro, a Uninove realizará o III Seminário Internacional de Pesquisa em Educação. As inscrições com trabalho vão até o dia 08/11 e as inscrições para as conferências livres até o dia 19/11.
Mais Informações: http://www4.uninove.br/seminariointernacional/
terça-feira, 2 de novembro de 2010
MUSEU AFRO BRASIL: EXPOSIÇÃO A ARTE DO POVO BRASILEIRO - QUATRO OLHARES . abertura dia 30 de outubro. Grátis
Exposição apresenta mais de 100 obras e homenageia Maria Cândido Monteiro, artista popular cearense, que morreu no mês de agosto
Duração: 30 de outubro a 27 de fevereiro de 2011
Local: Museu Afro Brasil Parque Ibirapuera Portão 10
Abertura: 30 de outubro, às 11 horas
Visitação: de terça a domingo, das 10 às 17 horas
Informações: 11. 3320-8900
A exposição " A Arte do Povo Brasileiro. Quatro Olhares. Uma Homenagem" será inaugurada neste sábado, dia 30 de outubro, às 11 horas, pelo Museu Afro Brasil Organização Social de Cultura e Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo destacando a espetacular e autêntica arte popular brasileira. São cerca de 100 obras feitas em barro, madeira e tecido com colorido e lirismo que representam cenas do cotidiano religioso, de festas populares e do imaginário do povo brasileiro. Com curadoria do artista plástico, Emanoel Araujo, Diretor-Curador do Museu Afro Brasil apresenta obras de Maurino Araujo (esculturas de madeira), Lafaete Rocha (esculturas de madeira), Madalena Reinbolt (tapeçarias), Agnaldo Manoel dos Santos (esculturas de madeira), Maria Cândido Monteiro (barro), Heitor dos Prazeres (pintura), Nhô Caboclo (esculturas de madeira), Nino (esculturas de madeira), Noemisa (barro), Mestre Vitalino (barro), Família Julião (esculturas de madeira), entre outros.
Nesta exposição 30 obras são assinadas por Maria Cândido Monteiro (1961-2010), uma das principais artesãs brasileiras, que morreu em agosto deste ano, e tão bem soube representar através da arte a vida de sua gente. Nascida em Juazeiro do Norte (CE) começou a produzir suas peças aos oito anos de idade. Por trabalhar o barro em conjunto com a mãe, Maria de Lourdes Cândido e a irmã, Maria do Socorro, ficaram conhecidas como "as três Marias". Seus trabalhos sempre apresentaram semelhanças entre si, embora cada artista mantivesse sua produção própria. Maria Cândido preocupava-se em produzir peças bem acabadas, inspiradas em fotos de revistas, jornais ou em outros materiais visuais com os quais tinha contato, misturando-os à sua imaginação. Não raro, ela começava a modelar o barro, sem qualquer intencionalidade e, ao final, surpreendia-se com os resultados obtidos. Além das placas decorativas, que chamava de "temas", fazia reisados, quadrilhas e lapinhas. Em uma entrevista para o livro "Em nome do Autor Artistas e Artesãos do Brasil" (Proposta Editorial), Maria Cândido revelou que quando pequena ganhou de um professor um livro de Patativa do Assaré, poeta nordestino. "Fiz 25 temas sobre isso. Coisas da gente, eu gostei muito. Fica bem gostoso assim de fazer a história", disse.
A mostra também é composta de textos, referências bibliográficas e painéis de quatro grandes incentivadores da arte popular brasileira, são eles: Clarival do Prado Valladares, Lélia Coelho Frota, Jacques Van de Beuque e Janete Costa.
Clarival do Prado Valladares (1918 1983), crítico de arte e historiador nascido
Lélia Coelho Frota (1937 2010), escritora e crítica de arte que dedicou mais de 30 anos a pesquisas sobre a arte popular brasileira. Suas obras são fontes de pesquisa indispensáveis para quem quer compreender a arte popular enquanto uma manifestação de arte para além de uma visão meramente folclórica ou turística. Ela é autora de dezena de livros, dentre os quais se destacam: "Mitopoética de 9 artistas brasileiros (1975), "Paisagem Intemporal de Cândido López" (1977), Mestre Vitalino (1988), Tiradentes, retrato de uma cidade (1993), Pequeno Dicionário da Arte do Povo Brasileiro (2005).
Jacques Van de Beuque (1922 2000), colecionador francês que coletou por todo o país, com ajuda de amigos, uma imensa quantidade de objetos artísticos de cultura popular. Ao longo de 40 anos conseguiu formar um acervo de milhares de peças, que serviram de base para a criação do Museu Casa do Pontal (Rio de Janeiro).
Janete Costa (1932 2008), arquiteta, designer e grande incentivadora das artes populares. Fez a curadoria das exposições: "Fiesp/Ciesp", em São Paulo (1985), da "Bienal de artesanato" no Centro de Convenções em Recife (1986), da exposição "Viva o povo brasileiro" no Museu de Arte Moderna-MAM, RJ (1992), "Arte popular brasileira", no Riocult, Rio de Janeiro (1995), "Arte Popular Brasileira e Arte Popular dos Estados" no Carreau du Temple em Paris, (2005), "Que Chita Bacana", no Sesc Belenzinho em São Paulo, (2005), "Somos-Criação Popular Brasileira" no Santander Cultural
Sobre o Museu Afro Brasil
O Museu Afro Brasil Organização Social de Cultura, vinculado à Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, é um espaço de preservação e celebração da cultura, memória e da história do Brasil na perspectiva negro africana, assim como na difusão das artes clássicas e contemporâneas, populares e eruditas, nacionais e internacionais.
Localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, foi inaugurado em 23 de outubro de 2004 e possui um acervo de mais de cinco mil obras. Parte das obras, cerca de duas mil, foram doadas pelo artista plástico e curador,
O museu mantém um sistema de visitação gratuita para todas as exposições e atividades que oferece; um Núcleo de Educação com profissionais que recebem grupos pré-agendados, instituições diversas, além de escolas públicas e particulares. Através do Núcleo de Educação também mantém o programa "Singular Plural: Educação Inclusiva e Acessibilidade", atendendo exclusivamente pessoas com necessidades especiais e promovendo a interação deste público com as atividades oferecidas.
Diretor curador:
Diretor executivo: Luiz Henrique Marcon Neves
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº
Parque Ibirapuera- Portão 10
São Paulo- SP - Brasil
CEP: 040094-050
Fone: 55 11 3320-8900
Funcionamento: de terça a domingo, das 10 às 17 horas (permanência até às 18h)
Estacionamento: Portão 3 Zona Azul
Entrada: Grátis
Para maiores informações: faleconosco@museuafrobrasil.org.br
Para agendar visitas: agendamento@museuafrobrasil.org.br ou
Fone: 55 11 3320-8900 ramal 121
CRIANÇAS NO CÉU
| CRIANÇAS NO CÉU
Especialmente hoje quero homenagear as crianças que estão no céu e tranquilizar seus respectivos pais que estão na Terra. Justamente nesta semana eu vi um livro Crianças no Além, que me chamou a atenção e creio que a mensagem desse livro pode trazer conforto e esperança para muitos pais saudosos.
O livro, editado pela Emmanuel S/C Editora, relata uma mensagem psicografada por Chico Xavier. A mensagem é de Marcos, um menino que perdeu a vida, juntamente com seus dois irmãosinhos, num acidente de carro, em 1975, na estrada de Perus. Os pais ficaram terrivelmente abalados e a tristeza os acompanhava em todos os dias que se seguiram àquele episódio incompreensível. O casal tinha outra religião, mas aconselhado por uma vizinha, foi buscar ajuda em Uberaba, com Chico Xavier. Os pais mostraram a foto das crianças ao Chico, mas de momento não ocorreu nenhuma mensagem.
O casal, porém persistiu, voltando ali por quatro vezes. Até que a mensagem veio, sem que Chico Xavier soubesse de nenhum detalhe a respeito da família.
Achei oportuno repassar aqui alguns trechos da mensagem do pequeno Marcos, esperançosa de que poderão ser como uma luz a outros pais que sofrem. Eis, pois, as anotações dos trechos que considerei mais importantes:
"Minha querida Mamãe, meu querido Papai, Estou obedecendo ao meu avô Joaquim que me trouxe para escrever. Peço para que me abençoem. A senhora pede notícias que rogou tanto, perante as orações, que me vejo aqui para trazer a esperança ao seu coração e fortalecer em meu pai a confiança na vida.
Não sei como fazer isso direito: escrever, falando o que se passa. Meu avô está me auxiliando..."
"Rogo a vocês que não se deixem dominar pelo sofrimento, embora este conselho deva ser ditado para mim mesmo... "Desde que acordei aqui, ouço os seus gritos do coração... Mas peço à senhora para viver com fé em nosso reencontro... "Mamãe, se não fosse a falta que a gente experimenta de casa, se não fosse a voz da senhora e do papai por dentro de mim, eu diria que tudo está bem.
Mas posso dizer, agora, que tudo melhorará quando melhorarem a paciência e a confiança...
"Estamos num parque de crianças que vieram para cá apressadamente. Temos tratamentos, exercícios, lições e muito carinho.
"Peço a você – a você que é nosso querido anjo-da-guarda – entregar a Deus os acontecimentos. Não chore mais com desânimo e aflição... "Um dia estaremos todos juntos, mas não deseje vir para cá como quem força a entrada de uma casa desconhecida.
"Temos tantos irmãos nas calçadas, pedindo auxílio. Sejam eles, também, filhos do seu coração
"Pouco a pouco entenderemos as razões por que tudo aconteceu...
"Não se queixem. Vamos cultivar a saudade na igreja do amor ao próximo.
"Em nome dos irmãos e em meu nome, deixo a vocês o nosso beijo de respeito e amor. Com um abraço do avô Joaquim."
MARCOS
Uberaba, 12 de dezembro de 1975. |
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