sábado, 16 de outubro de 2010

Romance de Estreia de Celena Carneiro, "Morde na Bolacha Junto Com a Goiabada"








Pequena Resenha Crítica

O Belo Romance de Estréia “MORDE NA BOLACHA JUNTO COM A GOIABADA” de Celena Carneiro


A razão de existir
Uma revolta humanista

Albert Camus




-Romance de estréia... romance de estréia... sempre dá um frio na barriga, quando você lança um, quando você sabe de um. Como escrevo e, por assim dizer, sinto na pele a dor do outro, quando pego o romance de estréia de um autor novo, fico só sondado, no devir o que pode ser a baita sorte de acertar na mosca, quero dizer, na obra, e, a até natural forçada da barra do lançamento imaturo ou incompleto da obra que acaba também por assim dizer sendo um tiro no pé. Medidas as proporções, tendo em vista inclusive o próprio currículo da autora, fui a luta, quero dizer, dei uma bela pegada no romance “Morde na Bolacha Junto Com a Goiabada”, Edibrás, Uberlândia, 2010.

Surpresa!

-O romance está muito bem escrito, ainda que comedido, mesmo assim avança tranqüilo e com qualidade narrativa, na construção de personagens. A pacata vidinha de uma dona de casa, as filhas, o marido que aprende a tocar violão e muda tudo, pondo musica nos atos e no modo de pensar. Vila da Aranha e os arremedos do historial.

Rita e Hilda e Miguel. Pra começar. E o entorno, acontecências interioranas, cidade pacata, vida humilde. Tudo começa como um remanso de águas, a contação vai entrando no âmago de cada momento, parágrafos, inimizades, prismas. A primeira morte que é para sempre. O primo visitante que finca pé nas entranhas da história. A história sendo costurada evolui. Bolacha com goiabada é o mote. E um sinal. Um marco.

Rita que fazia poesias, que andava sem calcinha, que enreda tudo no entorno. Olhos, janelas, a mãe e a dura sobrevivência possível. História de interiores, aqui e ali levantando véus, panos. Idas e vindas. Retalhos de sentir. Ah as colchas de retalhos da vida desses brasis gerais de tantos contrastes...

O pai e o pano de fundo dos arremedos ditatoriais. O pai que some de circulação. Bolinhos de chuva, bolinhos de arroz, bolinhos de lágrimas. O amor e suas contradições. O chuchuzeiro sobre o poço perigoso. Cisternas íntimas. A máquina de costura da mãe e os panos pretos da vida triste. Narrativas lambendo paredes, íntimos, afetos e incompletudes. Cercanias e o amor que foi embora e deixou barriga e filho.

E conta:

“Rita sente vontade de rir, agora a vida ia ser diferente e ela queria uma cesta igual aquela em sem casamento.

O primo já teria servido o exército, estaria trabalhando em alguma fábrica daquelas que estavam abrindo no setor industrial e ela continuaria costurando.

Juntos ganhariam muito dinheiro e então...

Seus pensamentos são interrompidos pela chegada de Mário, ele tinha ido cedo para o quartel e disse que voltaria somente a notinha”
.............................................................................................................................

E Celena Carneiro vai contando, pondo os olhos e os pés da gente na história que corre como um rio-romance.

O amor que se perdeu, a paixão que desertou do Exército em tempos tenebrosos. A guerrilha. Os campos do longe. As olhações no entorno. Você vai de bubuia nos causos e enredar deles na construção da obra.

Quando você lê, afinando a leitura, vê que a história refina-se e você passou da metade, dentro do mundo criacional da autora com boa mão conduzindo seus olhos, suas pensações, seu lado sentidor. Tudo tem cabimento. A vida o que é? Década de cinqüenta, de sessenta. Sofrências. Não é sempre assim, essa gente-humana desses cantões de um Brasil que fica num longe que nem cabe em sós, que nem sempre sabemos, que nem sempre achamos, sentimos, sacamos? Viver não é pré-pago.

Cadê o pai? Cadê vida? Cadê o amor? Cadê a esperança? Um dia as coisas mudam, ou nós nos mudamos das coisas? É preciso retratar esses tempos de penúrias. Dar testemunho.Com uma gostosa linguagem de crônica, “Morde a Bolacha Junto com a Goiabada” é o romance de estréia de Celena Carneiro. E ela estréia bonito, com sua prosa bonita, aprumada, feitio e feminilidade de olhares como agulhas cerzindo situações, momentos e clarificações.

E quando você chega ao final das 148 páginas, os caminhos se entrecruzam, os desfechos vão se somando, se aprumam, tudo o que resta é o prazer de ter lido e a vontade gostosa de ter estado no prazer da leitura. O grande amor da vida tem uma benção: sobreviver para contar.

As palavras como um conjunto de linguagem que representa a dignidade humana. Resistir. E a arte como libertação do ser de si. O livro de estréia de Celena Carneiro, “MORDE A BOLACHA JUNTO COM A GOIABADA”, põe açúcares e cores no prazer do ler gostoso da gente, pelo belo confeito de escrever da autora.

-0-


Silas Correa Leite
E-mail:
poesilas@terra.com.br
www.portas-lapsos.zip.net
Autor de Campo de Trigo com Corvos, Contos, Editora Design, SC




Manifesto em Defesa da Educação Pública


Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa de princípios democráticos são vitais ao futuro do país.
Sob seu governo, a Universidade de São Paulo foi invadida por policiais armados com metralhadoras, atirando bombas de gás lacrimogêneo. Em seu primeiro ato como governador, assinou decretos que revogavam a relativa autonomia financeira e administrativa das Universidades estaduais paulistas. Os salários dos professores da USP, Unicamp e Unesp vêm sendo sistematicamente achatados, mesmo com os recordes na arrecadação de impostos. Numa inversão da situação vigente nas últimas décadas, eles se encontram hoje em patamares menores que a remuneração dos docentes das Universidades federais.
Esse “choque de gestão” é ainda mais drástico no âmbito do ensino fundamental e médio, convergindo para uma política de sucateamento da Rede Pública. São Paulo foi o único Estado que não apresentou, desde 2007, crescimento no exame do Ideb, índice que avalia o aprendizado desses dois níveis educacionais.
Os salários da Rede Pública no Estado mais rico da federação são menores que os de Tocantins, Roraima, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre, entre outros. Somada aos contratos precários e às condições aviltantes de trabalho, a baixa remuneração tende a expelir desse sistema educacional os professores qualificados e a desestimular quem decide se manter na Rede Pública. Diante das reivindicações por melhores condições de trabalho, Serra costuma afirmar que não passam de manifestação de interesses corporativos e sindicais, de “tró-ló-ló” de grupos políticos que querem desestabilizá-lo. Assim, além de evitar a discussão acerca do conteúdo das reivindicações, desqualifica movimentos organizados da sociedade civil, quando não os recebe com cassetetes.
Serra escolheu como Secretário da Educação Paulo Renato, ministro nos oito anos do governo FHC. Neste período, nenhuma Escola Técnica Federal foi construída e as existentes arruinaram-se. As universidades públicas federais foram sucateadas ao ponto em que faltou dinheiro até mesmo para pagar as contas de luz, como foi o caso na UFRJ. A proibição de novas contratações gerou um déficit de 7.000 professores. Em contrapartida, sua gestão incentivou a proliferação sem critérios de universidades privadas. Já na Secretaria da Educação de São Paulo, Paulo Renato transferiu, via terceirização, para grandes empresas educacionais privadas a organização dos currículos escolares, o fornecimento de material didático e a formação continuada de professores. O Brasil não pode correr o risco de ter seu sistema educacional dirigido por interesses econômicos privados.
No comando do governo federal, o PSDB inaugurou o cargo de “engavetador geral da república”. Em São Paulo, nos últimos anos, barrou mais de setenta pedidos de CPIs, abafando casos notórios de corrupção que estão sendo julgados em tribunais internacionais. Sua campanha promove uma deseducação política ao imitar práticas da extrema direita norte-americana em que uma orquestração de boatos dissemina dogmas religiosos. A celebração bonapartista de sua pessoa, em detrimento das forças políticas, só encontra paralelo na campanha de 1989, de Fernando Collor.

Fábio Konder Comparato, USP
Carlos Nelson Coutinho, UFRJ
Heloisa Fernandes, USP
Theotonio dos Santos, UFF
Emilia Viotti da Costa, USP
José Arbex Jr., PUC-SP
Marilena Chaui, USP
João José Reis, UFBA
Joel Birman, UFRJ
Leda Paulani, USP
Dermeval Saviani, Unicamp
João Adolfo Hansen, USP
Flora Sussekind, Unirio
Otávio Velho, UFRJ
Renato Ortiz, Unicamp
Maria Victoria de Mesquita Benevides, USP
Enio Candotti, UFRJ
Luis Fernandes, UFRJ
Antonio Carlos Mazzeo, Unesp
Caio Navarro de Toledo, Unicamp
Celso Frederico, USP
Armando Boito, Unicamp
Henrique Carneiro, USP
Angela Leite Lopes, UFRJ
Afrânio Catani, USP
Laura Tavares, UFRJ
Wolfgang LeoMaar, UFSCar
João Quartim de Moraes, Unicamp
Ildeu de Castro Moreira, UFRJ
Scarlett Marton, USP
Emir Sader, UERJ
Marcelo Perine, PUC-SP
Flavio Aguiar, USP
Wander Melo Miranda, UFMG
Celso F. Favaretto, USP
Benjamin Abdalla Jr., USP
Irene Cardoso, USP
José Ricardo Ramalho, UFRJ
Gilberto Bercovici, USP
Ivana Bentes, UFRJ
José Sérgio F. de Carvalho, USP
Peter Pal Pelbart, PUC- SP
Sergio Cardoso, USP
Consuelo Lins, UFRJ
Iumna Simon, USP
Elisa Kossovitch, Unicamp
Edilson Crema, USP
Liliana Segnini, Unicamp
Glauco Arbix, USP
Ligia Chiappini, Universidade Livre de Berlim
Luiz Roncari, USP
Francisco Foot Hardman, Unicamp
Eleutério Prado, USP
Giuseppe Cocco, UFRJ
Vladimir Safatle, USP
Eliana Regina de Freitas Dutra, UFMG
Helder Garmes, USP
José Castilho de Marques Neto, Unesp
Marcos Dantas, UFRJ
Adélia Bezerra de Meneses, Unicamp
Luís Augusto Fischer, UFRS
Zenir Campos Reis, USP
Alessandro Octaviani, USP
Federico Neiburg, UFRJ
Maria Lygia Quartim de Moraes, Unicamp
Cilaine Alves Cunha, USP
Evando Nascimento, UFJF
Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, USP
Juarez Guimarães, UFMG
Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, PUC-SP
Marcos Silva, USP
Walquíria Domingues Leão Rego, Unicamp
Sérgio de Carvalho, USP
Rosa Maria Dias, Uerj
Gil Vicente Reis de Figueiredo, UFSCar
Ladislau Dowbor, PUC-SP
Ricardo Musse, USP
Lucilia de Almeida Neves, UnB
Maria Lúcia Montes, USP
Eugenio Maria de França Ramos, Unesp
Ana Fani Alessandri Carlos, USP
Mauro Zilbovicius, USP
Jacyntho Lins Brandão, UFMG
Paulo Silveira, USP
Marly de A. G. Vianna, UFSCar
José Camilo Pena, PUC-RJ
Lincoln Secco, USP
Mario Sergio Salerno, USP
Rodrigo Duarte, UFMG
Sean Purdy, USP
Adriano Codato, UFPR
Ricardo Nascimento Fabbrini, USP
Denilson Lopes, UFRJ
Marcus Orione, USP
Ernani Chaves, UFPA
Gustavo Venturi, USP
João Roberto Martins Filho, UFSCar
Nelson Cardoso Amaral, UFG
Evelina Dagnino, Unicamp
Vinicius Berlendis de Figueiredo, UFPR
Silvia de Assis Saes, UFBA
Carlos Ranulfo, UFMG
Flavio Campos, USP
Liv Sovik, UFRJ
Marta Maria Chagas de Carvalho, USP
Paulo Faria, UFRGS
Rubem Murilo Leão Rego, Unicamp
Maria Helena P. T. Machado, USP
Francisco Rüdiger, UFRS
Nelson Schapochnik, USP
José Geraldo Silveira Bueno, PUC-SP
Reginaldo Moraes, Unicamp
Luiz Recaman, USP
Roberto Grun, UFSCar
Edson de Sousa, UFRGS
Márcia Cavalcante Schuback, UFRJ
Luciano Elia, UnB
Ricardo Basbaum, UERJ
Julio Ambrozio, UFJF
João Emanuel, UFRN
Paulo Martins, USP
Analice Palombini, UFRS
Alysson Mascaro, USP
José Luiz Vieira, UFF
Marcia Tosta Dias, Unifesp
Salete de Almeida Cara, USP
Anselmo Pessoa Neto, UFG
Elyeser Szturm, UnB
Iris Kantor, USP
Fernando Lourenço, Unicamp
Luiz Carlos Soares, UFF
André Carone, Unifesp
Richard Simanke, UFSCar
Francisco Alambert, USP
Arlenice Almeida, Unifesp
Miriam Avila, UFMG
Sérgio Salomão Shecaira, USP
Carlos Eduardo Martins, UFRJ
Eduardo Brandão, USP
Jesus Ranieri, Unicamp
Mayra Laudanna, USP
Luiz Hebeche, UFSC
Eduardo Morettin, USP
Adma Muhana, USP
Fábio Durão, Unicamp
Amarilio Ferreira Jr., UFSCar
Jaime Ginzburg, USP
Ianni Regia Scarcelli, USP
Marlise Matos, UFMG
Adalberto Muller, UFF
Ivo da Silva Júnior, Unifesp
Cláudio Oliveira, UFF
Ana Paula Pacheco, USP
Sérgio Alcides, UFMG
Romualdo Pessoa Campos Filho, UFG
Bento Itamar Borges, UFU
Tânia Pellegrini, UFSCar
José Paulo Guedes Pinto, UFRRJ
Luiz Damon, UFPR
Emiliano José, UFBA
Horácio Antunes, UFMA
Bila Sorj, UFRJ
Isaltina Maria de A M Gomes (UFPE)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

poesia

 

HOMENAGEM AO PROFESSOR

 

Professor é um ser tão bom por ser iluminado

Ensina a luz do alfabeto!

Pois seu dever é sagrado,

Apesar de ganhar pouco e de ser injustiçado.

 

É uma profissão divina, repleta de luz...

Foi criada pelo homem, e guiada por Jesus.

Sua profissão é santa e por isso abençoada

Prepara o ser humano para no mundo!

Cumprir a sua grande jornada.

 

Quando recebe o diploma,

O aluno sente-se honrado...

Se sente até orgulhoso, por esse feito sagrado.

Não importa se no futuro...

Venha a ser político ou jogador

O que importa mesmo é se ele tiver consciência,

Agradecera o professor. 

    

Vivaldo Terres

 

 

 

PARABÉNS, PROFESSOR
PARABÉNS PELO SEU DIA
PARABÉNS PELO SEU VALOR
A LUTA É CONTÍNUA
E ÁRDUA!
MAS A VITÓRIA É CERTA
QUANDO SE TRABALHA COM AMOR!
RECEBA COM CARINHO
ESTA FLOR...Rosa vermelha
 
 
nair lúcia de britto

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CONVIDAMOS...

 

 
14 de outubro

PARTES MIRIM, EDITORIAL CULTURAL INFANTIL NINA ROCHA & PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ!

CONVIDAMOS TODOS OS AMIGOS PARA VISITAR O LINDO TRABALHO CULTURAL
COM A LITERATURA INFANTIL! (Clique na foto!)
 
AGRADECEMOS A COLABORAÇÃO DE TODOS!
ATENCIOSAMENTE,
FERNANDA RAMENA,
(DIRETORA DO EDITORIAL CULTURAL INFANTIL NINA ROCHA). 
 

Apoie essa ideia!

"LITERATURA-ARTE E CULTURA- SEMENTE QUE DEVE SER CULTIVADA COMO CERTEZA DE HERANÇA DAS CRIANÇAS DE AMANHÃ!"

www.ninarocha.com.br

 

 

COM AMOR E ALEGRIA...12 E 15 DE OUTUBRO! VIVA! PARABÉNS PELO ESPECIAL DIA DAS CRIANÇAS E PROFESSORES!



DIA 15 DE OUTUBRO, HOMENAGEM ESPECIAL AOS PROFESSORES!


Agradeço muito a DEUS, o Mestre de todos nós!
Agradeço a AGNALDA TRINKEL DE MIRANDA, PROFESSORA DE BALLET E JAZZ.
Agradeço ao JEWAN ANTUNES, PROFESSOR DE TEATRO.
Agradeço ao JAIME, PROFESSOR DE HIDROGINÁSTICA.
Agradeço a CATARINA, PROFESSORA DE CULINÁRIA.
Agradeço a todos os PROFESSORES DOS ANOS ESCOLARES,
DO MAGISTÉRIO, DA FONOAUDIOLOGIA, DA PSICOPEDAGOGIA, DO MAGISTÉRIO SUPERIOR,
DO MESTRADO, DA FACULDADE DE DIREITO, DOS CURSOS PARA A CARREIRA JURÍDICA...
AGRADEÇO aos meus alunos DA HIDRO 3ª IDADE,
AGRADEÇO aos meus alunos DO CURSO DE TEATRO,
AGRADEÇO aos meus alunos DA PÓS GRADUAÇÃO,
AGRADEÇO as minhas alunas pelos 15 anos de trabalho no curso de gestantes.
AGRADEÇO AOS FOFUCHOS E ILUMINADOS, MEUS DOCINHOS E AMADOS:)MEUS ALUNOS
DO JARDIM DE INFÂNCIA.
AGRADEÇO O SORRISO DE CADA CRIANÇA QUE CONHEÇO POR MIM OU PELO PROJETO DE LEITURA ... CRIANÇAS MARAVILHOSAS, TÃO ESPECIAIS:)
TALVEZ SEUS ALUNOS OU FILHOS!
PARABÉNS, EDUCADORES E FORMADORES!










SALVE, SALVE, VIVA,VIVA!
Agradecemos a diretora VERA e todos os queridos PROFESSORES & PROFESSORAS!
Agradecemos a CRIANÇADA FELIZ que coloriu o nosso dia!
É isso aí!
PARABÉNS PELO ESPECIAL DIA DAS CRIANÇAS!
Com muito amor e alegria realizamos uma atividade
cultural com as crianças da Escola Municipal Miguel Krug.



Profª BEATRIZ...?!?!... CADÊ O MEU NARIZ?
Ah... dentro da sacola... viu como é?
Estava escondido?... TE PEGUEI!!!!
QUE BOM QUE EU ENCONTREI O MEU NARIZ!
E assim começamos a atividade com a literatura:



É BEM DIVERTIDO O NOSSO PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ!
CANTAROLANDO...

BRINCANDO DE TRENZINHO...



CONTANDO SOBRE A HISTORINHA
FEITA EM RIMA IMITANDO O SOM DE TREM.



"CRIANÇADA, ISSO É LITERATURA E VOCÊS OBSERVEM

PORQUE TAMBÉM PODEM FAZER!"




FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

COM SURPRESA, COM LIVRINHO,

COM CULTURA!




COM A POSSIBILIDADE DE ALGUÉM LEMBRAR

POR BASTANTE TEMPO....






DESTE DIA ESPECIAL!





HOJE PARA VOCÊS, O PRESENTE É ALGO QUE APRECIO...




E REPARTO POR SER DOM!




NASCE UM LIVRO E UM SORRISO TAMBÉM!








COM AMOR E ALEGRIA RECEBAM " MEU TRENZINHO ",




O NOSSO NOVO LIVRO!



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