segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O "Dia do Cliente" merece algo a mais


Com o fortalecimento de criativas ações na área de marketing e, significativos estudos sobre o perfil do consumidor, gradativamente, o cliente passou a receber maior atenção, cordialidade e valorização. O dia 15 de setembro é um momento de entender, que o “Dia do Cliente” é fundamental, para a continuidade de um negócio. Um momento para perceber, o quanto a mudança no comportamento do consumidor, passa por alterações, partindo de uma ação centrada nos vendedores, para uma atuação centrada nos compradores e, como resultado, o compromisso de intensificar esforços para compreender como conquistar o cliente. Observe a seguir, como estimular a proeminência do desejo de encantar com empatia, respeito, comprometimento e profissionalismo.

Reconhecer os objetivos de compra – Conhecer o comportamento do consumidor é um processo em evolução. Entender os objetivos de compra possibilita exercitar a abordagem, além de gerar importante aprendizado sobre o perfil do consumidor. Note que alguns clientes apresentam como objetivo de compra, a aquisição de um automóvel por necessidade de deslocamento, entretanto, outras pessoas realizam a compra de um automóvel por status. Abordar o consumidor com expressões tipo: “Fala patrão! E aí tio! Manda meu chefe!”, além de demonstrar falta de profissionalismo, expõe nítido despreparo para o atendimento comercial. Perceba na prática, se durante sua abordagem comercial, o cliente demonstra atenção e interesse. Note, se sua abordagem, desperta atenção do consumidor, em ouvir suas argumentações. Lembre-se, reconhecer os reais objetivos da compra, são ingredientes essenciais para um profissional de vendas, que deseja fazer algo a mais, para encantar o cliente e permitir uma maior fidelização.

Fazer a diferença no serviço oferecido – No café da manhã de um hotel, a funcionária ao realizar a reposição dos alimentos disse: “Como pode! Essas pessoas parecem estar vazias por dentro. Em não dou conta de tanto repor os alimentos. Elas comem demais!” E eu, sentado, ouvindo tudo aquilo. Esta funcionária do hotel esqueceu que eu, também era um hóspede? A prestação de serviço é complexa, pois conta, com a participação do cliente, para que na prática aconteça. Esse desenvolvimento entre prestador de serviço e cliente também é uma grande oportunidade para encantar e fazer a diferença. Por ano, dispomos de 12 meses, 365 dias, 8.760 horas, para oferecer algo a mais no atendimento. E quantas pessoas desperdiçam as oportunidades? O treinamento constante é uma importante ferramenta para fazer a diferença no serviço oferecido. Prepare os profissionais da sua empresa, possibilitando que conheçam os processos e procedimentos que envolvem a prestação de serviço. Equipes treinadas, que entendem a funcionalidade da empresa, estão mais preparadas para lidar com situações diversas e imprevisíveis, que envolvem a execução de um serviço. Aproveite ao máximo as oportunidades para fazer a diferença.

Observe que interessante definição, para valorizar ainda mais o Dia do Cliente: “o meu desafio como gestor de negócios é o de jamais levar stress para o cliente”. Quantas empresas ao contrário de encantar, assustam com um péssimo atendimento. Você conhece alguma empresa assim? Quantos recomendariam seus serviços para outras pessoas? Qual será o comentário do comprador ao desligar o telefone após falar com sua empresa? Profissionais preocupados, com satisfação de seus clientes oferecerem algo a mais. Por meio da missão, visão e valores, buscam demonstrar na prática, compromisso com o comprometimento, comodidade, profissionalismo e vontade de fazer a diferença.


Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais" e do DVD com o tem “Comprometimento como fator de Diferenciação”. Visite o site: www.dalmir.com.br

O "Dia do Cliente" merece algo a mais


Com o fortalecimento de criativas ações na área de marketing e, significativos estudos sobre o perfil do consumidor, gradativamente, o cliente passou a receber maior atenção, cordialidade e valorização. O dia 15 de setembro é um momento de entender, que o “Dia do Cliente” é fundamental, para a continuidade de um negócio. Um momento para perceber, o quanto a mudança no comportamento do consumidor, passa por alterações, partindo de uma ação centrada nos vendedores, para uma atuação centrada nos compradores e, como resultado, o compromisso de intensificar esforços para compreender como conquistar o cliente. Observe a seguir, como estimular a proeminência do desejo de encantar com empatia, respeito, comprometimento e profissionalismo.

Reconhecer os objetivos de compra – Conhecer o comportamento do consumidor é um processo em evolução. Entender os objetivos de compra possibilita exercitar a abordagem, além de gerar importante aprendizado sobre o perfil do consumidor. Note que alguns clientes apresentam como objetivo de compra, a aquisição de um automóvel por necessidade de deslocamento, entretanto, outras pessoas realizam a compra de um automóvel por status. Abordar o consumidor com expressões tipo: “Fala patrão! E aí tio! Manda meu chefe!”, além de demonstrar falta de profissionalismo, expõe nítido despreparo para o atendimento comercial. Perceba na prática, se durante sua abordagem comercial, o cliente demonstra atenção e interesse. Note, se sua abordagem, desperta atenção do consumidor, em ouvir suas argumentações. Lembre-se, reconhecer os reais objetivos da compra, são ingredientes essenciais para um profissional de vendas, que deseja fazer algo a mais, para encantar o cliente e permitir uma maior fidelização.

Fazer a diferença no serviço oferecido – No café da manhã de um hotel, a funcionária ao realizar a reposição dos alimentos disse: “Como pode! Essas pessoas parecem estar vazias por dentro. Em não dou conta de tanto repor os alimentos. Elas comem demais!” E eu, sentado, ouvindo tudo aquilo. Esta funcionária do hotel esqueceu que eu, também era um hóspede? A prestação de serviço é complexa, pois conta, com a participação do cliente, para que na prática aconteça. Esse desenvolvimento entre prestador de serviço e cliente também é uma grande oportunidade para encantar e fazer a diferença. Por ano, dispomos de 12 meses, 365 dias, 8.760 horas, para oferecer algo a mais no atendimento. E quantas pessoas desperdiçam as oportunidades? O treinamento constante é uma importante ferramenta para fazer a diferença no serviço oferecido. Prepare os profissionais da sua empresa, possibilitando que conheçam os processos e procedimentos que envolvem a prestação de serviço. Equipes treinadas, que entendem a funcionalidade da empresa, estão mais preparadas para lidar com situações diversas e imprevisíveis, que envolvem a execução de um serviço. Aproveite ao máximo as oportunidades para fazer a diferença.

Observe que interessante definição, para valorizar ainda mais o Dia do Cliente: “o meu desafio como gestor de negócios é o de jamais levar stress para o cliente”. Quantas empresas ao contrário de encantar, assustam com um péssimo atendimento. Você conhece alguma empresa assim? Quantos recomendariam seus serviços para outras pessoas? Qual será o comentário do comprador ao desligar o telefone após falar com sua empresa? Profissionais preocupados, com satisfação de seus clientes oferecerem algo a mais. Por meio da missão, visão e valores, buscam demonstrar na prática, compromisso com o comprometimento, comodidade, profissionalismo e vontade de fazer a diferença.


Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais" e do DVD com o tem “Comprometimento como fator de Diferenciação”. Visite o site: www.dalmir.com.br

sábado, 11 de setembro de 2010

POETRIX - Silas Correa Leite




POETRIX – Outras Palavras
(Quase Pertencimentos)

“De perto ninguém é normal...” (Caetano Veloso)

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01)-Seda

Quando escurece
Sei que o fazer poético
Íntima seda tece

02)-Parafraseando Maiakovski

Não tem remédio
Melhor morrer de cerveja
Do que de tédio

03)-Solo Auroral

De madrugadinha
O choro do recém-nascido
Parece solo de Pixinguinha

04)-Tentativa de Abismo

Eu ainda desconfio
Que não devo cruzar a ponte
Mas me atirar no rio

05)-Holocausto ISO 2001

Nas ruas da amargura
Despossuídos do neoliberalismo
Mirram, sub-seres...

06)-Paraíso

Quando o mundo acabar
Eu volto para Itararé
Meu sagrado lar

07)-Close Outonal

A borboleta creme
Ao relho do alísio sul
Energizada treme

08)-Fim de Caso

Técnica da Separação
Tu não me amas e dizes sim
Eu te amo e digo não

09)-Riquezas Injustas

Gastava com o cão
O que nunca pagava
Ao operário padrão






10)-Onirismo

Quando escrevo, transcendo
Eu de mim mesmo sendo
O que se me dá havendo

11)-Do Fazer Poético

Sobreviver significa
Metáforas (encantários)
Ritmo e rima rica

12)-Pátria Nada

Brazyl Globalizado
Lucro neoliberal
Do crime organizado

13)-Brasileirinha

A história escancarada
Para a escória: -Sem corrupção
O Brasil capitalista pára!

14)-31.03.64

Muitas vezes
Muitas reses
Muitas Fezes





15)-Mãe Solteira

Sonhando, a bailarina
Engravidou – Mas dançou
A tragédia de sua sina

16)-Clássico

(Violento gado
Preso dentro do estádio
-Gol anulado!)

17)-Louca Varrida

Apaixonou-se pelo zelador
Que não zelou seu amor
E fugiu da casa de si mesma

18)-Eu Era Feliz e Não Sabia

Laranja madura
Na beira da estrada
-Fanta Diet


19)-Para Não Dizer Que Não Falei de Flores

Acostumei-me a ser sozinho
Que quando arrumo companhia
A minha poesia Espinho





20)-“Crente” Nos Anos 60

Santinho de pau oco
Eu amava os Beatles
E Tonico e Tinoco

21)-Restos

Vencida a promissória
Da vida – Deus protesta
O que de ti ainda resta

22)-Capricho Noturno

De noite na cama
Você diz que é feliz
Mas não me ama

23)-O Show Tem Que Continuar

Dançando na corda bamba
Sem sombrinha, a cega
Fica mais perto de Deus

24)-Nódoa Refletida

Olhou-se no espelho
Era outro, de si mesmo
Refém, revel. E lesmo.

25)-Lavandas

Trincando o muro, a chuva
Por um canto velho com húmus
Faz xixi verde nas lavandas


26)-Página do Relâmpago Infinito

Flash, relâmpago elétrico
Deus, de bom humor
Fotografa a camada de ozônio

27)-Nau Catarineta

Descobri, de madrugada
Alma Nau do peito em cruz
Que do jazz nasce a luz

28)-Utopia

Condenado à prisão perpétua
O poeta com seu surrealismo
Morreu – E tornou-se livre

29)-Notívago

O Poeta sem um vintém
Filosofia com desdém
-Há bares que vêm pra bem










30)-Domingo

Na sogra, Domingo
Cerveja, baralho
E macarrão com xingo

(FIM)

Primeira Lavra de Quase Poetrix (Ensaio Número UM)

Silas Corrêa Leite
E-mail:
poesilas@terracom.br
Trabalhos do autor nos sites
www.itarare.com.br/silas.htm
Ou blogues
www.portas-lapsos.zip.net
www.campodetrigocomcorvos.zip.net


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Os três macacos

Durante a infância, uma bronquite asmática me impedia de brincar na rua. A alternativa era ficar em casa e ver televisão ou folhear revistas e jornais. Mas, aquelas figurinhas miúdas, que chamavam de letras, eram um empecilho: eu precisava decifrá-las!

Meu pai trabalhava em três períodos. Minha mãe tinha todos os afazeres da casa. Meus irmãos tinham a escola e, abençoados, podiam brincar na rua. Talvez por isso, não tinham muita paciência de ler para um pirralho analfabeto e desdentado, ícone do subdesenvolvimento natural. Que saco!
Aos cinco anos de idade resolvi proclamar minha independência: “Quero ir à escola!”.

Meus pais disseram que ainda era muito cedo, pois a idade mínima para a escola pública era sete anos. Mas, diante de minha postura irredutível, apelaram para a criatividade:
Recebi uma malinha e a Cartilha Sodré - que já haviam servido aos meus irmãos -, um caderno do MEC e um lápis, e fui matriculado na “Escola do Seu Manoel”, com direito a ditados, leituras e lições de casa. Meu pai “lecionava” enquanto almoçava!

De repente, as letras passaram a fazer sentido! Sopa de letrinhas passou a ser meu prato preferido e nem bulas e embalagens escaparam de minha “fúria revolucionária”!
Às figuras, uniram-se os balões de texto, que deram lugar às imagens, com textos de rodapé; que foram substituídos pelos textos, com figuras em páginas intermediárias,  até que, finalmente, bastaram os textos: a imaginação já se tornara mais poderosa do que o traço dos ilustradores!
A alfabetização liberta!
Assim, livre, os jornais passaram a fazer parte, indissolúvel, de minha vida. Neles, eu lia o que ouvia, no rádio, e via, na televisão, outros companheiros inseparáveis.

A informação instrumenta!
Essas múltiplas fontes de informação mostravam ora coerência ora discrepância. As diferenças geravam dúvida, desconfiança ou curiosidade, que estimulavam ao raciocínio; e as conclusões pessoais começaram a moldar a arte final desse processo.
A consciência não deixa escravizar! Ou, no mínimo, rejeita a escravidão!
Será por isso que só a quarta parte da população brasileira é plenamente alfabetizada?

Bem, frações pequenas não sugerem dramaticidade. Que tal assim:
Três quartos dos brasileiros são analfabetos plenos ou funcionais, ou seja, não entendem o que lêem e mal sabem expressar suas idéias!
Isso não quer dizer, absolutamente, que 25% são expertos e 75% são tolos. Há uma enorme diferença entre ignorância e estupidez! Mas, de uma coisa não há dúvida: a alfabetização, a informação e o senso crítico são os antídotos para a ignorância, e os principais instrumentos para o desenvolvimento autônomo de um país!
Por isso a imprensa precisa ser livre!

A sociedade precisa do jornalismo investigativo, sério, independente e responsável para alimentá-la de dados que permitam análise e conclusão! Isso não deve ser cerceado, mas incentivado e assegurado pelas instituições, que também devem promover e prover educação e cultura para o povo!
Analfabetismo, ignorância, segredo e censura lembram a clássica figura dos três macacos: “Não falo! Não ouço! Não vejo!”.

Privados desses sentidos, não pensar é uma consequência quase inevitável! É quando o povo, em vez de macacos mudos, surdos e cegos, vira cordeiro, sacrificado todos os dias no sacrílego altar da violência e da corrupção institucionalizadas!

A democracia nunca existirá e ninguém jamais poderá se arvorar democrata enquanto promover, ignorar ou aceitar essas circunstâncias!

Os olhos



OS OLHOS
 
Eles são as últimas janelas,
que nas estruturas d' eles ou d'elas
são os faróis de varias cores;
neles estampam-se as alegrias, as magoas,
que secos ou cheios d'agua,
representam alegrias e dores.
Com os Olhos eu vejo
fitando-os transmitem ódio, alegria e desejo
na tristeza eles ficam molhados;
na despedida são fracos e tristes,
na morte eles não existem
porque permanecem para sempre fechados.
no amor são luzes frequentes,
nos inocentes, são vivos e puros,
na juventude são fortes visões,
nos anciões, são faróis inseguros.
com os Olhos, os seres se amam,
com os mesmo olhos, pedem perdão.
olhando aos cegos, curou-lhes os olhos,
olhando a lazaro, deu-lhe a ressurreição.
eles são na verdade os guias do mundo,
de segundo em segundo, no dão direção;
no erro eles mostram a verdade,
na distância distinguem a saudade
no pecado eles pedem perdão.
na desgraça, fitam horripilantes,
no amor são brasas constantes
nos horrores se abrem demais;
nas trevas procuram a luz
e o corpo que ele conduz
leva o homem a gloria e a Paz.
 
João Roberto - Poeta em Ilhota- ilhotaprevjr@hotmail.com


 

terça-feira, 7 de setembro de 2010

PAI NOSSO...


Senhor,
Deste a nós, seres humanos, leis extremamente sábias
que, se fossem observadas, fariam a nossa felicidade!

Se todos seguissem essas leis, reinaria entre nós, a paz e a justiça.
Todos se ajudariam mutuamente, sem jamais causar algum dano
a alguém.

O forte ajudaria o fraco em vez de esmagá-lo, e todos evitariam
cometer os excessos de todos os gêneros...

Os males deste mundo têm origem na violação das leis divinas, porque
toda e qualquer infração tem consequências fatais.

Deus deu ao animal o instinto que lhe dá limites estreitos para lhe
permitir a sobrevivência, e o animal se conforma.

Ao homem Deus deu muito mais... Deu a inteligência, o raciocínio e
o livre arbítrio para escolher entre o bem e o mal; a fim de que o
homem aprenda a ser responsável e possa obter méritos
por suas boas ações.

Ninguém ignora essas leis porque Deus, nosso Pai, providenciou
também para que elas fossem gravadas nas nossas consciências;
independentemente da religião escolhida ou do país em que
vivemos. Aqueles que violam essas leis é porque estão distantes
de Deus.

Mas haverá de chegar o dia que todos praticarão o Bem.
É tudo que Deus espera de nós! Então não haverá mais incrédulos,
porque todos reconhecerão o Senhor, nosso Pai!
E as leis da Terra serão as mesmas leis que existem no Céu.

Esta é a esperança pela qual clamamos todos os dias
no verso da oração:

VENHA A NÓS O VOSSO REINO!

Nair Lúcia de Britto

(Crônica inspirada nas palavras do Evangelho segundo Allan Kardec - Preces)

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