sábado, 8 de maio de 2010

HUMANO CANTO





UM CANTO DEMASIADAMENTE HUMANO

O MAIS SIGNIFICATIVO E IMPORTANTE
LIVRO DE HIDERALDO MONTENEGRO


Depois de publicar Alquimia das Águas (escrito em 2002) e O Pássaro (2008) Hideraldo Montenegro publica agora o seu mais recente livro de poesias, escrito em 2009, onde o poeta fixa o seu amadurecimento estético numa poética chocantemente livre, com temas avassaladoramente instigantes.

Uma obra imprescindível e apaixonante para poetas e apreciadores.

A DEPURAÇÃO DO DISCURSO

O que podemos destacar neste Canto Humano
de Hideraldo Montenegro é que sua poética é limpa, clara, direta. Uma
poesia sem subterfúgios, sem truques, sem jogos (de palavras). Embora,
a temática deste livro seja forte, onde morte está no centro do
movimento, o discurso poético é leve e livre. Não segue nenhum padrão
estético. Não está amarrado a uma estrutura. Engraçado como Hideraldo
coloca a morte como liberdade e faz do seu discurso, ou seja, o
constrói de forma simples. E, é justamente isto o grande valor de o
Humano Canto. O poeta parece se libertar e nos convida a fazer o
mesmo. Um livro, segundo ele, interminável. Estará sempre sendo escrito.
Estará sempre se construindo. Bom lembrar o poema Indecifrável onde afirma: O poema que
não escrevi/jamais escreverei.

Leon K.

UMA LEITURA IMPERDÍVEL!


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sexta-feira, 7 de maio de 2010

FW: Roda Viva - segunda-feira, 10 de maio de 2010 às 22h00 - transmissão pela Internet

 
Joseph Nye
Relações Internacionais da J.F Kennedy School of Government de Harvard

Em um mundo globalizado, com crise econômica, conflitos étnicos, terrorismo e ameaça nuclear, o convívio está cada mais complicado e uma pergunta recorrente é qual o papel os países ricos e os emergentes irão desempenhar nessa nova ordem mundial apresentada por essa conjuntura?

Reconhecido especialista em relações internacionais, Joseph Nye vem defendendo a teoria de que só o poder militar não é suficiente para atingir objetivos de uma política externa. Diz que países em conflito terão de recorrer a muita diplomacia e usar seus poderes de forma mais branda e inteligente se quiserem criar uma relação de prosperidade e paz.

Joseph Nye é cientista político, professor da Universidade de Harvard, ex-consultor do Departamento de Estado dos EUA e uma das principais autoridades em relações internacionais.

Participam como convidados entrevistadores:
Entrevistadores: Celso Lafer, professor titular da Faculdade de Direito da USP, Presidente da Fapesp e ex-ministro das Relações Exteriores no Governo Fernando Henrique Cardoso; Jaime Spitzcovsky, diretor da produtora de conteúdo Prima Página e diretor de Relações Institucionais da Confederação Israelita do Brasil; Demétrio Magnoli, sóciólogo, especialista em relações internacionais e editor do jornal Mundo, Geografia e Política Internacional e Flavia de Campos Mello, professora de Relações Internacionais da PUC/SP e pesquisadora do Instituto Nacional para o Estudo dos Estados Unidos - INEU Colaboradores: Luíza Giovancarli, estudante de jornalismo (www.twitter.com/lugiovancarli); Ana Carolina Lima, estudante de jornalismo (twitter.com/anaclima); André Lelis Gonçalves, empresário (www.twitter.com/lelis718) e Tomas Vianna, fotógrafo e cinegrafista (www.flickr.com/photos/tomavianna).

Apresentação: Heródoto Barbeiro

O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva


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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Paixões femininas

Pedro Coimbra
ppadua@navinet.com.br


Minha avó Nair nasceu na Vila de Nepomuceno, pertinho de Lavras, filha de “sá” Donana e de “seu” João Barbosa, boticário, caçador de codornas, político, jornalista e amante das artes que viajava a cavalo para o Rio de Janeiro para se inteirar das novidades.
Não se sabe bem por que se casou com meu avô Pedro Coimbra, um alfaiate vindo de Tiradentes, cuja família era praticamente desconhecida por essas bandas.
Lembro-me bem, menino ainda, de folhear um álbum de fotografias junto com minha mãe e ver Dona Nair, muito linda, numa pose costumeira para os fotógrafos da época..
Foi uma mulher bonita, eu tenha certeza e nunca deixou de prender os cabelos curtos de uma maneira bem charmosa.
Quando a conheci a família já tinha sido vitimada pela fatídica “Roda da Fortuna”, com o pagamento de um famigerado aval para um rico fazendeiro, confiando no fio do bigode, como se dizia, pelo meu avô e moravam numa casa simples na rua Babosa Lima que fora residência do seu motorista.
Uma rua de terra ora muito enlameada no tempo das águas, ora com uma poeira vermelha que grudava na pele, na seca e que só tomaria ares mais civilizados anos depois quando meu pai, Renato, calçou a cara de uma família pessedista e pediu ao prefeito udenista, Nadinho, que a pavimentasse, o que foi feito.
Mas, Dona Nair enfrentou com altivez essas agruras todas e levou a vida como Deus queria e como as circunstâncias permitiam.
Adorava orquídeas e no seu quintal mantinha em uma mangueira duas ou três espécies que certamente não eram raras de Cattleias, Vandas, Phalaenopsis ou Cymbidiuns, mas singelas bailarinas amarelas, as Oncidium Zappi, que nos mostrava sorridente quando floriam.
No espaço que controlava e que não era muito grande, havia de tudo um pouco: “boca-de-leão”, crisântemos, girassóis, “palmas-de-santa-rita”, lírios, margaridas, violetas e avencas, sem contar aquelas que se perderam na minha memória.
No terreno vazio acima de sua casa e que mais tarde meu pai compraria havia um cerca tosca, vedada por beijos rosados.
Como seus maiores divertimentos eram bater perna, quando meu avô permitia,  e conversar com as pessoas, amigas ou não, quando elas faltavam dialogava com as suas plantinhas.
Vaidosa mesmo na simplicidade, nunca a vi sair para a rua sem antes passar um ruge rosa, colorindo as maçãs do rosto, leite de colônia na pele, prendendo os cabelos com ramonas, presilhas e depois lançando mão de uma pequena bolsa e uma sombrinha para se proteger da chuva ou do sol.
No tempo que restava das tarefas domésticas sentava-se em uma cadeira de um conjunto de palhinha austríaca, que meu avô comprara quando casaram e fazia por horas a fio, crochê e o frivolité, com sua inseparável navete.
Devia gostar realmente de crianças, pela turminha que colocou no mundo e pelos netos, que zoavam pela casa e a quem sempre tolerou com muita paciência. Sua única preocupação é que não perturbássemos meu avô, “seu” Pedro Coimbra, naquela época já afetado pela caduquice e que passava o dia inteiro de ouvido colado no rádio, sintonizado na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
Sempre que penso nela sinto suas dificuldades para criar moças e moços num tempo em que não existia um emprego decente por toda a cidade.
Não há provas do que vou escrever a seguir e nunca foram encontradas anotações e vestígios que pudessem comprovar tais sonhos, dentre os despojos encontrados depois de sua morte, mas tenho certeza que quando às escondidas fazia sua fezinha no jogo do bicho, pensava que no dia que ganhasse na cabeça e que então compraria um lindo colar de perolas, um anel de safira ou um bom perfume francês.
Por que, saiba meu caro leitor, as paixões femininas são eternas...

Sereias e Medusas

As sereias eram o terror dos mares da Antiguidade. Seu canto inebriante levava os navegantes à loucura ou à morte. Já os olhos de Medusa transformavam todos quantos os fitassem em estátuas de pedra, figuras sem liberdade ou vontade.

O fascínio é assim: tolhe o discernimento e faz perder o rumo. Seu poder é quase insuperável, a não ser com muita astúcia e inteligência: faculdades humanas, disponíveis para quem as quiser desenvolver e exercer.
O fascínio pode ser uma manifestação espontânea, mas também pode ser o produto de um ato deliberado de manipulação externa do inconsciente. Assim como o fanatismo, não deixa ver nada além do objeto de sua fixação: ídolo, ideal, etc.; inibe a consciência da realidade; limita a visão do próximo e do todo, e pode levar a destruição individual e coletiva.
O canto de sereia distrai e não deixa ver os rochedos que se avizinham.  Além disso, dependendo da melodia que se ouve, fechar os olhos para melhor senti-la pode significar perder a capacidade de ouvir outros sons, inclusive alertas de perigo ou apelos à racionalidade.

Virar pedra transfere para outros a escolha do que será construído. Às vezes, podem ser rochedos. E quando o ser humano aceita virar pedra, também concorda que sua mobilidade estará nas mãos de terceiros, que o colocarão onde bem ou mal quiserem, para ser: a base do caminho onde pisarão; obstáculo aos outros; objeto a ser atirado; ou mais um elemento inerte na muralha de ignorância que protege seus interesses obscuros.
Para não cair nessas armadilhas, nos dias atuais, também é preciso ter muita astúcia e inteligência - assim como tiveram Perseu e Ulisses - para não se deixar iludir com as aparências do marketing e da propaganda, que podem ser usados maliciosamente, para nos transformar em pedras ou nos afogar no mar da vaidade, do oportunismo, da ganância ou do fanatismo. Como esses personagens da mitologia grega, é preciso desafiar os deuses que querem exercer sua divindade nefasta do alto das torres que constroem com as pedras em que transformam os seres humanos, que aceitam a condição de escravos de seus cantos de sereias e olhares de Medusa. Mas, também é preciso combater nossos maus instintos, que a sedução oportunista faz aflorarem, e a tendência à passividade e à alienação, que é solo fértil para os posseiros e grileiros de mentes e almas.

Para tanto é imprescindível não se iludir com discursos; não se distrair com presentes; não se deixar seduzir com promessas; não assinar cartas de escravidão voluntária; não integrar rebanhos destinados ao abate; não aceitar ser usado como agregado inerte na argamassa de manobra que concretiza as más intenções coletivas de interesses individuais, oportunistas, egoístas, parasitários e deletérios.
É preciso ser plenamente humano, com todas as vantagens e responsabilidades que essa condição importa, individual e coletivamente.
Fascínio e encantamento? Só com a humanidade, com a natureza e com a vida, que é um dom gratuito de Deus: pessoal e intransferível!

Adilson Luiz Gonçalves
Mestre em Educação
Escritor, Engenheiro, Professor Universitário e Compositor
Ouça textos do autor em: www.carosouvintes.org.br (Rádio Ativa)

CÃES DA RAÇA PITBULL

 

Recentemente, em São Paulo, cães da raça Pitbull foram brutalmente espancados

por pessoas que ficaram revoltadas com os ataques dos animais contra pedestres

que tramitavam pela rua, e que ficaram gravemente feridos.


Esta foi mais uma atitude de violência, que não leva a nada e, além de tudo, injusta.

Porque a culpa não é do cachorro e, sim, do dono do cachorro que esqueceu

o portão aberto, que não adestrou seu animal adequadamente, que não lhe deu

o espaço que esses cães necessitam.

 

Que, ao invés de amansá-lo, incentivou seu comportamento agressivo, num ambiente

impropício; enfim, não se preocupou em tomar todos os cuidados que essa raça requer.


Segundo pesquisa, esses cães são animais fortes, resistentes, confiantes de si mesmos,

extremamente inteligentes e têm grande alegria de viver. Amigos das crianças é também

uma ótima companhia para o dono.


Entretanto, é uma raça que necessita de treinadores capazes de o tornarem sociáveis

para com outras pessoas, para torná-los obedientes, de modo que o seu dono seja

capaz de controlar o animal. Porque sem esse e outros cuidados o cão pode ser

muito perigoso!


Seu convívio com outros animais, de outra raça e com os quais não

conviveram desde filhotes, é impossível. Por isso, é imprescindível que ele

só saia para passear na companhia do dono, portando uma fucinheira e levado

preso pela coleira. Mas poucos têm essa precaução; daí a morte de outros cães

mais frágeis, causando uma grande tristeza aos donos.


Descontrolados, os Pitbulls causam ainda inúmeros ferimentos graves e até

a morte de algumas pessoas. Isto porque, além da falta de cuidados,

os espaços pequenos levam esses animais a terem distúrbios de comportamento,

tornando-os muito mais agressivos ou deprimidos.


Para se ter uma idéia de quanto o homem, às vezes, é irracional (por pura preguiça,

porque inteligência ele tem) até o ano1835 faziam-se rinhas entre pitbulls; depois

desse ano, felizmente foram proibidas.


Mas até hoje esses cães têm proprietários desinformados e irresponsáveis que, além

de não adestrar o animal, incentivam seu comportamento agressivo.


Quem afinal merece castigo? O animal que, segundo a sua natureza, age por instinto;

ou o homem que não usa a inteligência da qual foi provido?

NAIR LÚCIA DE BRITTO





 

quarta-feira, 5 de maio de 2010

URSOS...

Não sei onde, nem detalhes... porque não tive coragem de
continuar olhando as cenas horríveis de maltratos contra
ursos, na televisão, para fins científicos.
 
Só de uma coisa eu tenho a certeza: seja lá onde for,
é preciso respeitar os animais. O que eu vi não se faz!
 
Todo ato de violência é falta de inteligência!
 
NAIR LÚCIA DE BRITTO  

 

terça-feira, 4 de maio de 2010

Seu vídeo vale uma viagem

 

Concurso cultural do Ministério do Turismo vai sortear

viagens para visitantes do caminhão Destino Brasil

 

Brasília/DF (04/05/10) - Grave um vídeo de até 30 segundos, contando porque você merece viajar. Esse é o primeiro passo para quem quiser participar do concurso promovido pelo Ministério do Turismo (MTur) no projeto de divulgação dos destinos turísticos brasileiros.

 

O vídeo também pode ser gravado no Caminhão Destino Brasil, que está percorrendo o país e, no próximo dia 10, estaciona em Guarulhos (SP). Um cinegrafista estará acompanhando o veículo para filmar o público. Quem não puder visitar o Road Show, que já percorreu todos os estados do Sul do país, poderá enviar as imagens para o site do MTur (www.turismo.gov.br).

 

"Deixe bem gravado: seu destino é conhecer o Brasil" é o mote da campanha. Uma banca examinadora vai escolher o melhor vídeo, que será exibido no YouTube. O autor ganhará uma viagem com acompanhante para o destino que escolher, dentro do universo dos 65 destinos indutores trabalhados pelo MTur.

 

O caminhão Destino Brasil, que concluiu, em 2 de maio, agenda de visitas a municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, já conta com 263 vídeos gravados. No dia 10 de maio, o Road Show inicia roteiro no estado de São Paulo, onde percorrerá seis cidades. Na capital paulista vai estacionar no Parque de Exposições do Anhembi, para atender os visitantes do Salão do Turismo, que ocorre de 26 a 30 de maio.

 

O Road Show, cujo trajeto completo inclui 18 cidades em 6 estados, é uma parceria entre o Ministério do Turismo (MTur) e o Instituto Cia do Turismo.

 

Acesse o site da campanha:

[http://www.fotodestinobrasil.com.br/]

 

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