quinta-feira, 11 de março de 2010

O AMOR UNIVERSAL

 

 

QUANDO SÃO FRANCISCO DE ASSIS NOS DISSE QUE O AMOR NÃO AMADO NOS CONDUZIRÁ A DEUS, ELE NÃO SE REFERIU ESPECIFICAMENTE A ESSE AMOR EXISTENTE ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER, O QUAL ABRANGE TAMBÉM O AMOR FÍSICO; CRIADO POR DEUS PARA A PROPAGAÇÃO DA ESPÉCIE.


O SANTO QUE SE TORNOU CONHECIDO COMO PROTETOR DOS ANIMAIS REFERIU-SE, SIM, AO AMOR UNIVERSAL, OU SEJA: ÀQUELE AMOR MAIS PURO QUE NASCE NAQUELES QUE SÃO PUROS DE CORAÇÃO...


CREIO QUE NINGUÉM MELHOR QUE O FILÓSOFO PLATÃO PARA TRADUZIR EM POUCAS PALAVRAS A GRANDIOSIDADE DESSE SENTIMENTO...


"O AMOR ESTÁ EM TODA PARTE NA NATUREZA, QUE NOS CONVIDA A EXERCITAR A NOSSA INTELIGÊNCIA; É ENCONTRADO ATÉ NOS MOVIMENTOS DOS ASTROS.


É O AMOR QUE ORNA A NATUREZA DE SEUS RICOS TAPETES; ELE SE ENFEITA E FIXA SUA MORADA LÁ ONDE ENCONTRA FLORES E PERFUMES.


É AINDA O AMOR QUE DÁ PAZ AOS HOMENS, A CALMA AO MAR, O SILÊNCIO AOS VENTOS E O SONO À DOR."


NAIR LÚCIA DE BRITTO

Jornalista



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quarta-feira, 10 de março de 2010

AMAR... SIMPLESMENTE AMAR!

 
O AMOR NÃO AMADO HÁ DE SER...
 
O CAMINHO QUE NOS LEVARÁ A DEUS!
 
OU PERDEREMOS A GLORIOSA OPORTUNIDADE
 
DE SUBLIMAÇÃO.
 
 
SÃO FRANCISCO DE ASSIS.
 
 
Encaminhado por Nair Lúcia de Britto. 


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terça-feira, 9 de março de 2010

MISSÃO DA MULHER...

 
A MISSÃO FEMININA
É ESPINHOSA...
MAS, EFETIVAMENTE,
SÓ A MULHER TEM
BASTANTE PODER PARA
TRANSFORMAR...
ESPINHOS EM FLORES!
 
                       
                    
      (ISABEL CAMPOS)
 
 
Encaminhado por Nair Lúcia de Britto


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sábado, 6 de março de 2010

NOSSA MÃE

 
CERTA MULHER existe em nosso mundo,
Anjo do nosso pão de cada dia,
Ela foi ver-me quando eu mais sofria,
Inspirada no amor puro e profundo.
 
Desejo retratá-la e me confundo
A palavra terrestre não me guia
"Veio estender-me luz e a dor fugia...
Ao lembrá-la de bençãos me circundo",
 
Levantei-me e indaguei: - Ah! Quem seria
Alguém da Terra que eu não conhecia?
Sei que era um Anjo em estrelas de Luz!...
 
Um mendigo me disse: -- Era MARIA...
Céus!... Eu vira a Nossa Mãe e não sabia
Era sim, NOSSA MÃE, MÃE DE JESUS!
 
                        Cornélio Pires
 
(mensagem psicografada por Francisco Xavier)
 
Encaminhada por Nair Lúcia de Britto
 
 


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sexta-feira, 5 de março de 2010

LEI DA DESTRUIÇÃO

 

LEI DA DESTRUIÇÃO


A Filosofia Espírita explica que quando ocorre uma destruição, na verdade, trata-se de uma oportunidade de renascimento e regeneração. Portanto, destruição não significa exatamente

o que a palavra diz por si mesma. O termo mais correto seria transformação, cujo objetivo é a renovação e melhoramento

dos seres vivos.


Naquilo que chamamos destruição, somente o envoltório é que é destruído. Esse envoltório nada mais é que o acessório da parte principal. A parte principal é o princípio inteligente; e o princípio inteligente não só é indestrutível, como também se aperfeiçoa nas diferentes metamorfoses que vivencia.


A Natureza, porém, nos cerca de meios de preservação e

conservação para que a destruição não ocorra precocemente.

Quando o homem não se utiliza dos recursos que possui com o

objetivo de preservação, ele antecipa esse fenômeno.

 

Uma vez antecipada, a destruição, em vez de aperfeiçoar,

torna-se um entrave para o desenvolvimento do princípio

inteligente.


O homem tem o dever de prolongar sua existência na Terra,

mesmo que ciente de que uma outra vida bem melhor o espera

(refiro-me aos homens justos). Todo homem temo dever de

prolongar sua existência neste planeta a fim de concluir

a tarefa que lhe foi destinada.. Daí o seu instinto de conservação

que o acompanha nas situações difíceis e sem o qual ele se

sentiria facilmente desencorajado.


A voz secreta que vem do seu interior que o motiva a defender a própria vida é um sinal de que ele ainda pode fazer algo pelo seu adiantamento moral.

Quando um perigo o ameaça é uma advertência para que o homem defenda os bens que naturalmente possui; mas, frequente e infelizmente, o homem não entende esse aviso.

 

 

NAIR LÚCIA DE BRITTO

Jornalista.



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quinta-feira, 4 de março de 2010

Esporte ajudou a consolidar identidades no Brasil

 

04/03/2010

Esporte ajudou a consolidar identidades no Brasil

O livro "História do esporte no Brasil: do Império aos dias atuais" revela que o esporte desempenhou funções sociais e mesmo políticas, no Brasil e no mundo.

 

AGÊNCIA NOTISA - Sede da Copa de Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos dois anos depois (2016), o país não só é destaque global absoluto no futebol, como, segundo pesquisadores, os esportes podem ser considerados em sua prática e divulgação como formadores de identidade e unidade nacional. Neste sentido, o livro "História do esporte no Brasil: do Império aos dias atuais", recém lançado pela editora Unesp e organizado pela historiadora e professora Mary Del Priore (Universo/Niterói) e pelo historiador e professor de Educação Física Victor Andrade de Melo (UFRJ), pode ser uma alternativa eficaz para um conhecimento mais abrangente sobre o assunto, no momento, inclusive, em que setores das sociedades civil e política se mobilizam para discutir incrementos às políticas esportivas.   

 

O release enviado pela assessoria de imprensa da Editora da Unesp afirma que a publicação "percorre todos os contextos históricos no qual o esporte está inserido, desde o século 19 até os dias atuais, mostrando o quanto este assunto está ganhando espaço entre os meios de comunicação e as principais publicações". Além disso, seu objetivo principal seria "ajudar a entender melhor a História do Brasil".

 

De acordo com o texto do informe "a publicação mostra a reunião de diversos tipos de classe, gênero e etnia em uma ideia de nação única, em um país que é tão reconhecido pelo seu futebol, principalmente, e seu grande  destaque e sucesso nas diferentes modalidades esportivas". Em entrevista exclusiva para a Agência Notisa, o autor Victor Andrade de Melo faz considerações sobre a pesquisa e a importância do esporte.

 

Notisa – Baseado em suas pesquisas, quais papéis o esporte desempenhou ao longo da história, nas diversas regiões do Brasil?

 

Victor – Não só no Brasil, mas no mundo, o esporte desempenhou várias funções. Políticas, por exemplo, tanto no sentido de organização – mesmo para contraposição de idéias majoritárias (exemplo, equipes de certas categorias profissionais que queriam afirmar suas bandeiras de luta) – quanto no sentido de encaminhar propostas de controle (exemplo, o uso do esporte no âmbito do Governo Vargas, para fins políticos). Mas, talvez seja possível afirmar que a principal função do esporte foi ajudar na consolidação de identidades (de gênero, de classe, de categorias profissionais, bem como locais e nacionais).

 

Notisa – Para o senhor, o esporte desempenhou (e desempenha) uma função de catalisador do sentimento de nação no Brasil?

 

Victor – Sim e é provável que tenha sido um dos principais elementos nacionais a contribuir para a construção do sentimento de nação, graças, fundamentalmente, a seu papel de "performance" pública internacional. No Brasil tal processo fica demonstrado desde o governo Vargas, inserido nas peculiaridades históricas daquele momento e no diálogo com as idéias do antropólogo e escritor Gilberto Freyre, (acerca de um suposto "jeito brasileiro de jogar futebol").

 

Notisa - Além do futebol, os outros esportes também assumem uma posição histórica importante?

 

Sim, assim como o futebol, outros esportes assumiram funções semelhantes. No Brasil, nenhum outro no mesmo grau, com a mesma duração e mesmo com a relevância do velho esporte bretão, mas é bom lembrar que em outros países do mundo, outros esportes ocupam a função de "esporte-rei".

 

Nota da redação: a divisão do livro por capítulos com os respectivos autores está disponibilizada no site do Laboratório de História do Esporte e Lazer do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ em  http://www.sport.ifcs.ufrj.br/destaques/hbesporte2009.html.

 

Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)

terça-feira, 2 de março de 2010

Tous Les Garçons...

Acabei de fazer cinquenta anos... E daí?




Daí que dizem que todos os “meninos” de minha idade ficam meio nostálgicos.




Em verdade, tenho pensado muito mais no futuro, para o qual tenho muitos planos, apesar de insistência de alguns em tentar frustrá-los. Mas, o gosto do fel a de fazer o mel parecer ainda mais doce.




Mesmo assim, não pude deixar de relembrar alguns períodos desse meu já longo percurso pela vida. De repente, me vieram à mente músicas que eu ouvia quando estudei na França, entre 1985 e 86. Aquele um ano de solidão teve no rádio um companheiro indispensável!




Lembrei de Alain Souchon, Daniel Balavoine, Etienne Daho, France Gall, Renaud e outros. Para não esquecer, até trouxe algumas fitas cassete (lembram delas?), mas vinte e tantos anos se encarregaram de detoná-las.




Felizmente, falem bem ou mal dele, hoje temos o Youtube, que nos permite viajar ao passado.






Nessa viagem virtual, voltei ainda mais no tempo e fui buscar vídeos dos anos de 1960, com Johnny Hallyday, Eddy Michel, Charles Aznavour, Jacques Brel... Essas lembranças trouxeram outras, da mesma época:






A TV de então exibia atrações francesas. Lembro de um show de Sacha Distel entre outros. Além disso, as rádios tocavam músicas em francês, italiano e espanhol, apesar do inglês já ensaiar monopólio de mercado. Havia maravilhosas opções culturais!






E por falar em maravilha, como esquecer Françoise Hardy?






Eu sempre considerei Carly Simon a melhor cantora romântica, mas ao “reler” Françoise percebi que não dá para eleger apenas uma. Sua voz era de uma sensualidade ingênua e sua beleza... Bem, o que dizer de sua beleza? Era de fazer hipnótico silêncio! Era tão bonita que deveria pagar imposto!






Numa época de penteados armados, cílios postiços enormes e maquiagem exagerada, Françoise Hardy exibia longos e lisos cabelos, que adornavam seu rosto angelical.






Ouvi seu primeiro sucesso: “Tous les garçons e les filles” (1962). Quase adormeci com “Le premier bonheur du jour” (1963). Depois, acordei e me diverti com o ritmo e a letra de “Comment te dire adieu?” (1968), com rimas em “ex”, inclusive “pyrex”. Um dos vídeos dessa música, aliás, mostrou-a ao lado de outra das mulheres mais belas de então: a inglesa Jane Birkin. Covardia!






Lembram que o Jornal Hoje, da Globo, encerrava com música, nos anos de 1970? Pois é, uma delas era “La question” (1971), composta pela brasileira Tuca, que tanta falta faz. Uma das mais belas canções românticas que conheço!






Por fim, matei a saudade da música que essa parisiense lançou quando eu morava na França, V.I.P. (1986).






Curioso, resolvi buscar informações atualizadas sobre essa musa de minha infância. Encontrei-a ainda bela, como se o tempo tivesse passado mais lentamente para ela. E continua a gravar!






Dizem que mesmo em tempos de guerra nascem preciosas flores... Françoise Hardy nasceu em 1944. Com certeza é uma delas!






Realmente, recordar é viver! Mais que isso, é um estímulo para continuar a sonhar, não importa a idade ou os contratempos da vida; para amar e ser amado, sempre pensando que: “Tous les garçons et les filles de mon âge font ensemble des projets d'avenir” (todos os meninos e meninas da minha idade fazem, juntos, projetos para o futuro). Tenho ainda muitos projetos com a minha amada, que sempre gosta quando sussurro em francês, ao pé do ouvido!






Viver também é, por princípio, nunca deixar de crer e amar!

Exposição de Maria Auxiliadora Silva encerra temporada em Nova York ampliando debate sobre arte brasileira

  Com curadoria de Bruna Grinsztejn, a mostra reuniu pinturas que despertaram discussões sobre memória, identidade, relações sociais, trabal...