terça-feira, 1 de setembro de 2009

Companheiro Delubio Soares????

Quem irá ler revista "Companheiro Delubio" ?
Quem estiver com interesse acesse o site www.delubio.com.br  e veja todas as materias publicadas na imprensa - 

sábado, 29 de agosto de 2009

29 de agosto é DIA DO LIVRO


Desliga dos Blocos faz Bloqueata neste domingo no Centro

 
Desliga dos Blocos faz Bloqueata neste domingo no Centro

O 1º Bailão Pró Carnavalesco da Cidade do Rio de Janeiro acontece neste domingo, 30 de agosto, às 14h, na Praça XV, Centro do Rio de Janeiro. A ideia é combater as medidas pretensamente moralizadoras do prefeito Eduardo Paes, que na verdade parece querer é doutrinar o Carnaval feito pelo nas ruas. A iniciativa partiu do Boi Tolo e conta com a adesão de integrantes de blocos como o Fubá, o Devassos da Cardeal e o extinto Se Melhorar Afunda. O Terreiro de Breque apoia também o evento e estará presente, instrumentos e vozes, no Bailão. Segue texto dos organizadores:

"A gente não quer promover bagunça, mas o excesso de normatização pode acabar com a espontaneidade dos blocos de carnaval do Rio de Janeiro. Queremos cair na folia com o povo no meio da rua, cantar hinos e marchinhas a plenos pulmões, criar nossos roteiros ao sabor do acaso e da vontade dos participantes, estimular o livre dançar e aproveitar a melhor época do ano na cidade do Rio. E principalmente, queremos ter assegurar a liberdade de ter idéias novas e colocá-las em prática na véspera do carnaval. Estipular
que 31 de agosto é a data final para regulamentação dos blocos de carnaval é um contra-senso – afinal, boa parte da graça de pular em blocos consiste no inusitado de idéias que podem surgir no calor do verão, em meio aos ensaios e batucadas de esquenta".

 

Para domingo, o tema será a letra de "Rádio Patrulha" (José Dias/Marcelino Ramos/Silas de Oliveira) modificada pelo Terreiro de Breque em agravo ao nosso prefeito mauriçola e em homenagem ao Boi Tolo:

 

"Se o choque de ordem chegasse aqui agora
Seria uma grande vitória
Ninguém poderia correr

Agora que eu quero ver
Quem é Boi Tolo não pode correr"

 

 

Lembrete: amanhã tem Terreiro na Tiradentes

 

E o Terreiro de Breque está confirmadíssimo amanhã, 29, na Praça Tiradentes, no salão de sinuca Bilhares Guanabara (Rua D. Pedro I, 7 – em frente ao Teatro Carlos Gomes, a partir das 21h, com entrada franca.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão

Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão
é focado nos estudantes de jornalismo

O Instituto Vladimir Herzog junto com o Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo lança o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão focado nos estudantes de jornalismo. Os dois melhores projetos de pauta serão premiados com a execução da matéria custeado pelo Instituto e seus parceiros que terão ainda a participação de um tutor - jornalista consagrado que irá acompanhar o desenvolvimento da matéria. As inscrições vão de 22 de agosto à 02 de outubro de 2009 e podem ser feitas pelo site do Instituto:http://www.vladimirherzog.org


Uma oportunidade para os futuros jornalistas!!!

O Instituto Vladimir Herzog irá custear os melhores projetos de pauta jornalística dentro do tema da missão do instituto:
"Garantir o Direito à Justiça e o Direito à Vida"

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sólon Cunha*

 

Práticas agressivas de Recursos Humanos (RH) visando o lucro sem fronteiras é coisa do passado. Assim como a política paternalista que pratica o assistencialismo puro, não permitindo ao trabalhador que se aprimore. O bom gestor cuida da qualidade de vida e da saúde de seus trabalhadores, agindo com transparência e estimulando o progresso das pessoas que, em última análise, serão o futuro do seu empreendimento. 

 

Parceiros, clientes e fornecedores, buscam o que denomino de "equilíbrio sustentável" nas relações humanas e a sociedade exige que se trate os trabalhadores com respeito e dignidade. O consumidor integra esse grupo, porque rejeita ofertas de organizações que se mostram displicentes nas relações humanas; e no futuro escolherá produtos e serviços das empresas com o RH sustentável. Acredita-se que essa evolução fará com que apenas os corretos sobrevivam. 

 

A sustentabilidade em recursos humanos é o equilíbrio das relações e das decisões. É olhar para o próximo com o mesmo carinho que gostaria que olhassem para Você. Gerenciar o departamento de RH é gerir pessoas, depois carreiras e, enfim, resultados, nessa ordem. O excelente resultado é sempre obtido pelo grupo de bons profissionais, com carreiras construídas na devida maturação, suportadas pelo caráter de boas pessoas. A fórmula mostra que o resultado é a conseqüência da política sustentável. 

 

No gênero, o RH sustentável é definido como uma política de gestão de pessoas que seja focada no socialmente justo, de modo aceito pela cultura local, estimulando atitudes ecologicamente corretas mas, sempre, mostrando-se economicamente viável. 

 

Para começar, o gestor de RH não deve julgar o trabalhador por seu sexo, cor, idade, religião ou classe social e, sim, buscar a diversidade de pessoas. Cada ser humano é criado dentro de características diversas e cresce com experiências e história de vida distante do "padrão" imaginário de seu empregador. Existem CENTENAS de estudos que demonstram que a diversidade de pessoas na empresa é fundamental na busca de resultados. É muito importante prestigiar a heterogeneidade na formação da equipe: várias classes sociais, religiões, casados e solteiros, etnias diversas. Grupos que analisarão a diversidade de desafios com as mais variadas opções de solução.

 

Toda empresa, independentemente das quotas exigidas em lei, deve contratar pessoas com deficiência (ou Portadores de Necessidades Especiais – PNE), não só para que sejam "incorporadas" à sociedade, mas, também, para que os demais trabalhadores aprendam o quão rica será essa convivência. Os relatos de pessoas que têm na sua equipe um PNE são impressionantes. Acreditem: é uma experiência a ser vivida.

 

A carreira deve ser desenvolvida de forma a satisfazer as necessidades dos presentes, no entanto, sem comprometer as gerações futuras. Gestão de carreira passa pela formação de talentos, criação de gestores, retenção de pessoas talentosas e passagem do bastão, com despedida e aposentadoria digna aos que se retiram. Aposentados que podem ser revisitados como consultores e verdadeiros conselheiros. 

 

Equilibrar o convívio das comunidades humanas com o meio ambiente também é função do RH. Algumas empresas chegam a vincular as metas de remuneração variável a incentivos à reciclagem e a reutilização de materiais e ao uso racional de água e energia elétrica.

 

A prática do RH sustentável se estende aos "terceiros" que prestam serviços ao tomador, numa vigilância técnica e procedimental. Não se deve contratar terceiros que tenham relações precárias com os trabalhadores. Essa vigilância se estende ao pagamento de impostos e tributos pelo contratado. Existe a busca pelo equilíbrio do balanço financeiro, mas com políticas trabalhistas justas. A precarização é combatida por toda a sociedade como, por exemplo, na erradicação do trabalho infantil e do trabalho forçado. Terceirização não é a desobrigação de encargos sociais, nem a redução de salários, ou a subcontratação de fornecedores, nem modismo administrativo ou remédio para crises contingências. A terceirização busca a contratação de serviço (e não de pessoas) de empresa especializada, reduzindo custos e perdas, em busca da melhor produtividade. 

 

O RH do bem tem como Valores: a Ética, a Humanização, a Excelência Técnica, a Confiabilidade, a Capacitação Profissional, o Compromisso Social, a Isonomia de Tratamento em busca da QUALIDADE COM EFICIÊNCIA!

 

 

* Sólon Cunha é advogado, mestre e doutor em direito trabalhista e sócio do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sólon Cunha*

 

Práticas agressivas de Recursos Humanos (RH) visando o lucro sem fronteiras é coisa do passado. Assim como a política paternalista que pratica o assistencialismo puro, não permitindo ao trabalhador que se aprimore. O bom gestor cuida da qualidade de vida e da saúde de seus trabalhadores, agindo com transparência e estimulando o progresso das pessoas que, em última análise, serão o futuro do seu empreendimento. 

 

Parceiros, clientes e fornecedores, buscam o que denomino de "equilíbrio sustentável" nas relações humanas e a sociedade exige que se trate os trabalhadores com respeito e dignidade. O consumidor integra esse grupo, porque rejeita ofertas de organizações que se mostram displicentes nas relações humanas; e no futuro escolherá produtos e serviços das empresas com o RH sustentável. Acredita-se que essa evolução fará com que apenas os corretos sobrevivam. 

 

A sustentabilidade em recursos humanos é o equilíbrio das relações e das decisões. É olhar para o próximo com o mesmo carinho que gostaria que olhassem para Você. Gerenciar o departamento de RH é gerir pessoas, depois carreiras e, enfim, resultados, nessa ordem. O excelente resultado é sempre obtido pelo grupo de bons profissionais, com carreiras construídas na devida maturação, suportadas pelo caráter de boas pessoas. A fórmula mostra que o resultado é a conseqüência da política sustentável. 

 

No gênero, o RH sustentável é definido como uma política de gestão de pessoas que seja focada no socialmente justo, de modo aceito pela cultura local, estimulando atitudes ecologicamente corretas mas, sempre, mostrando-se economicamente viável. 

 

Para começar, o gestor de RH não deve julgar o trabalhador por seu sexo, cor, idade, religião ou classe social e, sim, buscar a diversidade de pessoas. Cada ser humano é criado dentro de características diversas e cresce com experiências e história de vida distante do "padrão" imaginário de seu empregador. Existem CENTENAS de estudos que demonstram que a diversidade de pessoas na empresa é fundamental na busca de resultados. É muito importante prestigiar a heterogeneidade na formação da equipe: várias classes sociais, religiões, casados e solteiros, etnias diversas. Grupos que analisarão a diversidade de desafios com as mais variadas opções de solução.

 

Toda empresa, independentemente das quotas exigidas em lei, deve contratar pessoas com deficiência (ou Portadores de Necessidades Especiais – PNE), não só para que sejam "incorporadas" à sociedade, mas, também, para que os demais trabalhadores aprendam o quão rica será essa convivência. Os relatos de pessoas que têm na sua equipe um PNE são impressionantes. Acreditem: é uma experiência a ser vivida.

 

A carreira deve ser desenvolvida de forma a satisfazer as necessidades dos presentes, no entanto, sem comprometer as gerações futuras. Gestão de carreira passa pela formação de talentos, criação de gestores, retenção de pessoas talentosas e passagem do bastão, com despedida e aposentadoria digna aos que se retiram. Aposentados que podem ser revisitados como consultores e verdadeiros conselheiros. 

 

Equilibrar o convívio das comunidades humanas com o meio ambiente também é função do RH. Algumas empresas chegam a vincular as metas de remuneração variável a incentivos à reciclagem e a reutilização de materiais e ao uso racional de água e energia elétrica.

 

A prática do RH sustentável se estende aos "terceiros" que prestam serviços ao tomador, numa vigilância técnica e procedimental. Não se deve contratar terceiros que tenham relações precárias com os trabalhadores. Essa vigilância se estende ao pagamento de impostos e tributos pelo contratado. Existe a busca pelo equilíbrio do balanço financeiro, mas com políticas trabalhistas justas. A precarização é combatida por toda a sociedade como, por exemplo, na erradicação do trabalho infantil e do trabalho forçado. Terceirização não é a desobrigação de encargos sociais, nem a redução de salários, ou a subcontratação de fornecedores, nem modismo administrativo ou remédio para crises contingências. A terceirização busca a contratação de serviço (e não de pessoas) de empresa especializada, reduzindo custos e perdas, em busca da melhor produtividade. 

 

O RH do bem tem como Valores: a Ética, a Humanização, a Excelência Técnica, a Confiabilidade, a Capacitação Profissional, o Compromisso Social, a Isonomia de Tratamento em busca da QUALIDADE COM EFICIÊNCIA!

 

 

* Sólon Cunha é advogado, mestre e doutor em direito trabalhista e sócio do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.

 

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Museu do Futebol exibe o filme 1958 - O Ano em que o Mundo descobriu o Brasil

Museu do Futebol exibe o filme 1958 – O Ano em que o Mundo descobriu o Brasil

A exibição faz parte do programa Cinema no Museu, que tem entrada gratuita e acontece na última sexta-feira do mês.

No dia 28 de agosto, sexta-feira, o Museu do Futebol - instituição do Governo do Estado de São Paulo, localizado no Estádio do Pacaembu – dá sequência ao programa "Cinema no Museu". Para este mês, o filme escolhido é 1958 – O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil de José Carlos Asbeg.

O filme conta a história do primeiro título mundial do futebol brasileiro. Para o bate-papo estão confirmadas as presenças do diretor José Carlos Asbeg e do jogador da seleção de 58, Dino Sani. A sessão acontece às 18h30 no Auditório Armando Nogueira e o bate-papo logo após a exibição.

Lançado em 2007, o longa mostra a história da conquista brasileira contada pelos próprios protagonistas, como Didi, Zagallo, Nilton Santos, Zito, Dino, Pepe, Moacir, Djalma Santos, Mazolla e Índio. Traz também entrevistas com João Havelange, João Máximo e Luiz Carlos Barreto.

As exibições acontecem mensalmente, sempre na última sexta-feira, e com entrada gratuita. As sessões são seguidas de bate-papo com atores, diretores e personalidades envolvidas com o tema.

O programa Cinema no Museu busca levar ao público filmes que tenham o futebol como pano de fundo ou tema central.  Uma maneira de mostrar como o esporte é retratado no cinema e promover discussões com atores, diretores etc. Para as próximas edições, filmes nacionais de grande sucesso já foram selecionados como Fiel e o O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias.

 

Sobre o Museu do Futebol - o Museu do Futebol é uma organização social vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado. Sua realização se deu com recursos do próprio Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo – por meio da Secretaria de Esportes e da São Paulo Turismo – a partir do projeto concebido pela Fundação Roberto Marinho em parceria com Telefônica, AmBev, Visanet, Santander e Rede Globo, sob os auspícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

 

Programação completa:

28/08

Filme: 1958 O ano em que o mundo descobriu o Brasil

Horário: 18h30 (senha a partir das 18h)

Convidados: José Carlos Asbeg e Dino Sani

 

25/09

Filme: Fiel

Horário: 18h30 (senha a partir das 18h)

Convidados: Marcelo Rubens Paiva e Serginho Groisman

 

30/10

Filme: O ano em que meus pais saíram de férias

Horário: 18h30 (senha a partir das 18h)

Convidados: Tatiana Stepanenko

 

Serviço:

Cinema no Museu – 1958 – O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil

Data: 31/07, sexta-feira

Local: Auditório Armando Nogueira (Museu do Futebol – Praça Charles Miller, s/n)

Sessão: 18h30 (duração: 88 min)

Bate-papo: com José Carlos Asbeg e Dino Sani

Site: www.museudofutebol.org.br

Telefone: (11) 3663-3848

 

*Entrada gratuita para a sessão de cinema e com distribuição de senhas 30 minutos antes.

PND: inscrições são prorrogadas até 10/7

PND: inscrições são prorrogadas até 10/7 Participantes devem se inscrever no Sistema PND. Prazo também foi prorrogado para solicitações de a...