quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão

Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão
é focado nos estudantes de jornalismo

O Instituto Vladimir Herzog junto com o Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo lança o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão focado nos estudantes de jornalismo. Os dois melhores projetos de pauta serão premiados com a execução da matéria custeado pelo Instituto e seus parceiros que terão ainda a participação de um tutor - jornalista consagrado que irá acompanhar o desenvolvimento da matéria. As inscrições vão de 22 de agosto à 02 de outubro de 2009 e podem ser feitas pelo site do Instituto:http://www.vladimirherzog.org


Uma oportunidade para os futuros jornalistas!!!

O Instituto Vladimir Herzog irá custear os melhores projetos de pauta jornalística dentro do tema da missão do instituto:
"Garantir o Direito à Justiça e o Direito à Vida"

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sólon Cunha*

 

Práticas agressivas de Recursos Humanos (RH) visando o lucro sem fronteiras é coisa do passado. Assim como a política paternalista que pratica o assistencialismo puro, não permitindo ao trabalhador que se aprimore. O bom gestor cuida da qualidade de vida e da saúde de seus trabalhadores, agindo com transparência e estimulando o progresso das pessoas que, em última análise, serão o futuro do seu empreendimento. 

 

Parceiros, clientes e fornecedores, buscam o que denomino de "equilíbrio sustentável" nas relações humanas e a sociedade exige que se trate os trabalhadores com respeito e dignidade. O consumidor integra esse grupo, porque rejeita ofertas de organizações que se mostram displicentes nas relações humanas; e no futuro escolherá produtos e serviços das empresas com o RH sustentável. Acredita-se que essa evolução fará com que apenas os corretos sobrevivam. 

 

A sustentabilidade em recursos humanos é o equilíbrio das relações e das decisões. É olhar para o próximo com o mesmo carinho que gostaria que olhassem para Você. Gerenciar o departamento de RH é gerir pessoas, depois carreiras e, enfim, resultados, nessa ordem. O excelente resultado é sempre obtido pelo grupo de bons profissionais, com carreiras construídas na devida maturação, suportadas pelo caráter de boas pessoas. A fórmula mostra que o resultado é a conseqüência da política sustentável. 

 

No gênero, o RH sustentável é definido como uma política de gestão de pessoas que seja focada no socialmente justo, de modo aceito pela cultura local, estimulando atitudes ecologicamente corretas mas, sempre, mostrando-se economicamente viável. 

 

Para começar, o gestor de RH não deve julgar o trabalhador por seu sexo, cor, idade, religião ou classe social e, sim, buscar a diversidade de pessoas. Cada ser humano é criado dentro de características diversas e cresce com experiências e história de vida distante do "padrão" imaginário de seu empregador. Existem CENTENAS de estudos que demonstram que a diversidade de pessoas na empresa é fundamental na busca de resultados. É muito importante prestigiar a heterogeneidade na formação da equipe: várias classes sociais, religiões, casados e solteiros, etnias diversas. Grupos que analisarão a diversidade de desafios com as mais variadas opções de solução.

 

Toda empresa, independentemente das quotas exigidas em lei, deve contratar pessoas com deficiência (ou Portadores de Necessidades Especiais – PNE), não só para que sejam "incorporadas" à sociedade, mas, também, para que os demais trabalhadores aprendam o quão rica será essa convivência. Os relatos de pessoas que têm na sua equipe um PNE são impressionantes. Acreditem: é uma experiência a ser vivida.

 

A carreira deve ser desenvolvida de forma a satisfazer as necessidades dos presentes, no entanto, sem comprometer as gerações futuras. Gestão de carreira passa pela formação de talentos, criação de gestores, retenção de pessoas talentosas e passagem do bastão, com despedida e aposentadoria digna aos que se retiram. Aposentados que podem ser revisitados como consultores e verdadeiros conselheiros. 

 

Equilibrar o convívio das comunidades humanas com o meio ambiente também é função do RH. Algumas empresas chegam a vincular as metas de remuneração variável a incentivos à reciclagem e a reutilização de materiais e ao uso racional de água e energia elétrica.

 

A prática do RH sustentável se estende aos "terceiros" que prestam serviços ao tomador, numa vigilância técnica e procedimental. Não se deve contratar terceiros que tenham relações precárias com os trabalhadores. Essa vigilância se estende ao pagamento de impostos e tributos pelo contratado. Existe a busca pelo equilíbrio do balanço financeiro, mas com políticas trabalhistas justas. A precarização é combatida por toda a sociedade como, por exemplo, na erradicação do trabalho infantil e do trabalho forçado. Terceirização não é a desobrigação de encargos sociais, nem a redução de salários, ou a subcontratação de fornecedores, nem modismo administrativo ou remédio para crises contingências. A terceirização busca a contratação de serviço (e não de pessoas) de empresa especializada, reduzindo custos e perdas, em busca da melhor produtividade. 

 

O RH do bem tem como Valores: a Ética, a Humanização, a Excelência Técnica, a Confiabilidade, a Capacitação Profissional, o Compromisso Social, a Isonomia de Tratamento em busca da QUALIDADE COM EFICIÊNCIA!

 

 

* Sólon Cunha é advogado, mestre e doutor em direito trabalhista e sócio do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sólon Cunha*

 

Práticas agressivas de Recursos Humanos (RH) visando o lucro sem fronteiras é coisa do passado. Assim como a política paternalista que pratica o assistencialismo puro, não permitindo ao trabalhador que se aprimore. O bom gestor cuida da qualidade de vida e da saúde de seus trabalhadores, agindo com transparência e estimulando o progresso das pessoas que, em última análise, serão o futuro do seu empreendimento. 

 

Parceiros, clientes e fornecedores, buscam o que denomino de "equilíbrio sustentável" nas relações humanas e a sociedade exige que se trate os trabalhadores com respeito e dignidade. O consumidor integra esse grupo, porque rejeita ofertas de organizações que se mostram displicentes nas relações humanas; e no futuro escolherá produtos e serviços das empresas com o RH sustentável. Acredita-se que essa evolução fará com que apenas os corretos sobrevivam. 

 

A sustentabilidade em recursos humanos é o equilíbrio das relações e das decisões. É olhar para o próximo com o mesmo carinho que gostaria que olhassem para Você. Gerenciar o departamento de RH é gerir pessoas, depois carreiras e, enfim, resultados, nessa ordem. O excelente resultado é sempre obtido pelo grupo de bons profissionais, com carreiras construídas na devida maturação, suportadas pelo caráter de boas pessoas. A fórmula mostra que o resultado é a conseqüência da política sustentável. 

 

No gênero, o RH sustentável é definido como uma política de gestão de pessoas que seja focada no socialmente justo, de modo aceito pela cultura local, estimulando atitudes ecologicamente corretas mas, sempre, mostrando-se economicamente viável. 

 

Para começar, o gestor de RH não deve julgar o trabalhador por seu sexo, cor, idade, religião ou classe social e, sim, buscar a diversidade de pessoas. Cada ser humano é criado dentro de características diversas e cresce com experiências e história de vida distante do "padrão" imaginário de seu empregador. Existem CENTENAS de estudos que demonstram que a diversidade de pessoas na empresa é fundamental na busca de resultados. É muito importante prestigiar a heterogeneidade na formação da equipe: várias classes sociais, religiões, casados e solteiros, etnias diversas. Grupos que analisarão a diversidade de desafios com as mais variadas opções de solução.

 

Toda empresa, independentemente das quotas exigidas em lei, deve contratar pessoas com deficiência (ou Portadores de Necessidades Especiais – PNE), não só para que sejam "incorporadas" à sociedade, mas, também, para que os demais trabalhadores aprendam o quão rica será essa convivência. Os relatos de pessoas que têm na sua equipe um PNE são impressionantes. Acreditem: é uma experiência a ser vivida.

 

A carreira deve ser desenvolvida de forma a satisfazer as necessidades dos presentes, no entanto, sem comprometer as gerações futuras. Gestão de carreira passa pela formação de talentos, criação de gestores, retenção de pessoas talentosas e passagem do bastão, com despedida e aposentadoria digna aos que se retiram. Aposentados que podem ser revisitados como consultores e verdadeiros conselheiros. 

 

Equilibrar o convívio das comunidades humanas com o meio ambiente também é função do RH. Algumas empresas chegam a vincular as metas de remuneração variável a incentivos à reciclagem e a reutilização de materiais e ao uso racional de água e energia elétrica.

 

A prática do RH sustentável se estende aos "terceiros" que prestam serviços ao tomador, numa vigilância técnica e procedimental. Não se deve contratar terceiros que tenham relações precárias com os trabalhadores. Essa vigilância se estende ao pagamento de impostos e tributos pelo contratado. Existe a busca pelo equilíbrio do balanço financeiro, mas com políticas trabalhistas justas. A precarização é combatida por toda a sociedade como, por exemplo, na erradicação do trabalho infantil e do trabalho forçado. Terceirização não é a desobrigação de encargos sociais, nem a redução de salários, ou a subcontratação de fornecedores, nem modismo administrativo ou remédio para crises contingências. A terceirização busca a contratação de serviço (e não de pessoas) de empresa especializada, reduzindo custos e perdas, em busca da melhor produtividade. 

 

O RH do bem tem como Valores: a Ética, a Humanização, a Excelência Técnica, a Confiabilidade, a Capacitação Profissional, o Compromisso Social, a Isonomia de Tratamento em busca da QUALIDADE COM EFICIÊNCIA!

 

 

* Sólon Cunha é advogado, mestre e doutor em direito trabalhista e sócio do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.

 

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Museu do Futebol exibe o filme 1958 - O Ano em que o Mundo descobriu o Brasil

Museu do Futebol exibe o filme 1958 – O Ano em que o Mundo descobriu o Brasil

A exibição faz parte do programa Cinema no Museu, que tem entrada gratuita e acontece na última sexta-feira do mês.

No dia 28 de agosto, sexta-feira, o Museu do Futebol - instituição do Governo do Estado de São Paulo, localizado no Estádio do Pacaembu – dá sequência ao programa "Cinema no Museu". Para este mês, o filme escolhido é 1958 – O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil de José Carlos Asbeg.

O filme conta a história do primeiro título mundial do futebol brasileiro. Para o bate-papo estão confirmadas as presenças do diretor José Carlos Asbeg e do jogador da seleção de 58, Dino Sani. A sessão acontece às 18h30 no Auditório Armando Nogueira e o bate-papo logo após a exibição.

Lançado em 2007, o longa mostra a história da conquista brasileira contada pelos próprios protagonistas, como Didi, Zagallo, Nilton Santos, Zito, Dino, Pepe, Moacir, Djalma Santos, Mazolla e Índio. Traz também entrevistas com João Havelange, João Máximo e Luiz Carlos Barreto.

As exibições acontecem mensalmente, sempre na última sexta-feira, e com entrada gratuita. As sessões são seguidas de bate-papo com atores, diretores e personalidades envolvidas com o tema.

O programa Cinema no Museu busca levar ao público filmes que tenham o futebol como pano de fundo ou tema central.  Uma maneira de mostrar como o esporte é retratado no cinema e promover discussões com atores, diretores etc. Para as próximas edições, filmes nacionais de grande sucesso já foram selecionados como Fiel e o O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias.

 

Sobre o Museu do Futebol - o Museu do Futebol é uma organização social vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado. Sua realização se deu com recursos do próprio Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo – por meio da Secretaria de Esportes e da São Paulo Turismo – a partir do projeto concebido pela Fundação Roberto Marinho em parceria com Telefônica, AmBev, Visanet, Santander e Rede Globo, sob os auspícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

 

Programação completa:

28/08

Filme: 1958 O ano em que o mundo descobriu o Brasil

Horário: 18h30 (senha a partir das 18h)

Convidados: José Carlos Asbeg e Dino Sani

 

25/09

Filme: Fiel

Horário: 18h30 (senha a partir das 18h)

Convidados: Marcelo Rubens Paiva e Serginho Groisman

 

30/10

Filme: O ano em que meus pais saíram de férias

Horário: 18h30 (senha a partir das 18h)

Convidados: Tatiana Stepanenko

 

Serviço:

Cinema no Museu – 1958 – O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil

Data: 31/07, sexta-feira

Local: Auditório Armando Nogueira (Museu do Futebol – Praça Charles Miller, s/n)

Sessão: 18h30 (duração: 88 min)

Bate-papo: com José Carlos Asbeg e Dino Sani

Site: www.museudofutebol.org.br

Telefone: (11) 3663-3848

 

*Entrada gratuita para a sessão de cinema e com distribuição de senhas 30 minutos antes.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Bienal do livro em Curitiba

 


Evento curitiba - parte 2

 

Desfile Comemorativo ao 159º Aniversário de Blumenau

(por Ana Marina Godoy)
 
A setembrina e catarinense Blumenau já está tendo os preparativos para os festejos de seu aniversário no melhor estilo blumenauense:
 
Serviço: Desfile Comemorativo ao 159º Aniversário de Blumenau

Onde: Rua XV de Novembro

Quando: Dia 2 de Setembro de 2009

Horário: 09:00h

Parabéns para a bela, charmosa e, apesar de delicada e caprichosa em suas construções, guerreira quando necessário.
Muita vida e muitos anos de vida!
São os votos de todas as PARTES do Brasil!
 
 
 

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

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