| Recebi um e-mail do nosso leitor Camilo protestando contra cenas íntimas no BBB. É lamentável! Mas, repito, o maior problema está no público que gosta de assistir sexo e violência. É preciso uma auto-educação, isto é, o próprio telespectador perguntar a si próprio: ESTE PROGRAMA VAI ME TRAZER ALGO DE BOM? O QUE EU ESTOU CONSTRUINDO, PARA MIM E PARA O MEU PRÓXIMO, DANDO AUDIÊNCIA? Cabe à consciência de cada um dar a resposta certa! Em caso negativo, é só mudar de canal! Abraços Nair Lúcia de Britto |
Espaço de discussão da revista virtual Partes (www.partes.com.br) Entre e deixe seu recado
quarta-feira, 18 de março de 2009
RESPOSTA AO LEITOR
MAIS HUMANIDADE PARA COM OS ANIMAIS
| Escrevi a poesia Gato Preto em defesa desses felinos que são sacrificados em razão de uma superstição absurda, que não tem razão de existir. Soube, inclusive, que existem pessoas que, próximo de uma sexta-feira 13, vão até locais de doação de animais para adotar um gato preto com o objetivo de sacrificá-lo. Os gatos pretos são iguais a todos os outros gatos. Este preconceito é tão desumano, como todos os outros que também são! Nenhum mal nos atinge quando não fazemos mal a ninguém.Ou seja: É SÓ FAZER O BEM QUE SE RECEBE O BEM. Nair Lúcia de Britto |
sábado, 14 de março de 2009
A PARTIDA DO MEIO AMBIENTE.
(Autor: Antonio Brás Constante)
Desde o tempo em que os misteriosos mecanismos evolutivos permitiram a existência da raça humana neste mundo, sem perceber começamos a participar de uma partida pelo futuro da Terra, pelo nosso futuro, e pelo futuro daqueles que amamos.
Nesta disputa o nome “partida” define bem o que está acontecendo ao nosso redor, pois vários animais estão partindo rumo a derradeira extinção. Troncos de árvores vão sendo partidos em nome da ambição. O solo está se partindo sob nossos pés, vítima da implacável erosão, causada por nossos atos insensatos. Mas principalmente, estamos partindo para um caminho sem volta no que diz respeito à salvação do meio ambiente e, conseqüentemente, de nossas vidas.
Realmente parece que não estamos entendendo (ou querendo entender) o jeito correto de se participar desta competição, e isso é péssimo, pois para se competir, é desejável que os participantes demonstrem um mínimo de aptidão e competência (algo que parece estar nos faltando). Se alguém dúvida, basta olhar para o nosso comportamento, como por exemplo: mesmo sabendo dos recursos finitos em nosso planeta, estamos sempre jogando fora tudo o que aparentemente já não serve aos nossos caprichos superficiais, demonstrando muito pouco interesse em elaborar, aperfeiçoar ou mesmo praticar formas de reciclagem, que tentem aproveitar o que já tiramos da natureza através da reutilização de materiais.
Estamos competindo por nossa sobrevivência de forma individual, ignorando regras essenciais ao bem-estar geral, talvez por acharmos que não exista uma punição para estes tolos atos irresponsáveis. Quantos rios terão que morrer para criarmos consciência da importância de mudar nosso comportamento frente à utilização dos recursos naturais? Quantas florestas necessitarão ser devastadas para percebermos o quanto estamos errados? Quanto tempo ainda irá demorar até conseguirmos escutar os apelos de socorro da natureza?
Somos Bilhões de indivíduos vivendo em uma sociedade consumista, pensando de forma egoísta coisas do tipo: “eu posso deixar a luz acesa”, “eu posso deixar a torneira aberta”, “eu posso jogar lixo na rua”, etc. E assim o ser humano vai poluindo, esbanjando e destruindo os recursos que estão a sua disposição, por achar que não precisa fazer a sua parte para evitar o desperdício. E com isso contribui para agravar cada vez mais a derrocada de todos, empurrando-nos diretamente ao precipício.
Para piorar a situação, a cada dia aumentamos o número de jogadores em campo, sem perceber que quanto mais jogadores nascem pior o jogo fica para todos, pois os recursos são limitados frente a um consumo cada vez mais desenfreado.
Muitos chamam a natureza de mãe, mas agem com ela como verdadeiros filhos da mãe. Atuando como seres ingratos, que não sabem retribuir tudo que recebem de seu ventre de terra no qual pisamos, e por onde a vida corre em forma de água cristalina, bem como se renova de tantas maneiras milagrosas o ar que se respira, isso entre tantos outros presentes que destruímos tal qual crianças mimadas, que não sabem dar o devido valor ao que tem.
Gastamos tempo e dinheiro construindo piscinas para diversão, mas somos incapazes de construir reservatórios que captem a chuva, visando a preservação. Nos calamos frente à ganância mundial que impede a criação de fontes alternativas de combustível, obrigando-nos a continuar envenenando o meio ambiente para que eles possam continuar lucrando com seus gigantescos poços de petróleo inglório.
Enfim, neste campeonato com trejeitos de guerra, onde o inimigo utiliza alcunhas como “desmatamento” e “poluição”, devemos rever nossas ações e atitudes, deixando de agir como atacantes vendidos, que ficam ajudando o time adversário, passando a atuar na defesa e preservação da natureza, pois somente assim poderemos ganhar uma chance de futuro. Caso contrário, ao invés de desenvolvimento, seremos a primeira espécie a ser algoz de sua própria extinção.
E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
quinta-feira, 12 de março de 2009
Resp. Social como diferencial estratégico na crise
Ricardo Young fala a empresários do setor de franquias em evento aberto a interessados
"Gestão Socialmente Responsável - Uma Estratégia Competitiva em Tempos de Crise" é o tema da apresentação que Ricardo Young, do Instituto Ethos de Empresas de Responsabilidade Social, faz a empresários do setor de franchising no dia 25/3 (quarta-feira), às 8h30, na sede da Associação Brasileira de Franchising (avenida das Nações Unidas, 10.989).
Aberta ao público interessado, a palestra faz parte do Café Solidário, um programa de cursos na área de responsabilidade social promovido pela Associação Franquia Solidária (Afras), entidade ligada à Associação Brasileira de Franchising.
Na ocasião, a entidade lançará os indicadores de gestão socialmente responsável que desenvolveu junto ao Ethos, no final do ano passado. Em uma primeira fase, experimental, o questionário está sendo aplicado em 13 marcas do sistema de franquias. Para Claudio Tieghi, presidente da Afras, os indicadores são um instrumento de gestão estratégico muito útil, inclusive em tempos de turbulência econômica.
Também participa do evento, Sônia Favaretto, superintendente de sustentabilidade do Banco Itaú, que irá falar da implantação dos indicadores no setor bancário.
"Com a utilização sistêmica dos indicadores, a franqueadora pode potencializar canais de relacionamento com fornecedores, parceiros e se tornar apta a oferecer novas propostas para os diversos segmentos de negócio", defende Claudio.
Data: 25/03, às 8h30
Resp. Social como diferencial estratégico na crise
Ricardo Young fala a empresários do setor de franquias em evento aberto a interessados
"Gestão Socialmente Responsável - Uma Estratégia Competitiva em Tempos de Crise" é o tema da apresentação que Ricardo Young, do Instituto Ethos de Empresas de Responsabilidade Social, faz a empresários do setor de franchising no dia 25/3 (quarta-feira), às 8h30, na sede da Associação Brasileira de Franchising (avenida das Nações Unidas, 10.989).
Aberta ao público interessado, a palestra faz parte do Café Solidário, um programa de cursos na área de responsabilidade social promovido pela Associação Franquia Solidária (Afras), entidade ligada à Associação Brasileira de Franchising.
Na ocasião, a entidade lançará os indicadores de gestão socialmente responsável que desenvolveu junto ao Ethos, no final do ano passado. Em uma primeira fase, experimental, o questionário está sendo aplicado em 13 marcas do sistema de franquias. Para Claudio Tieghi, presidente da Afras, os indicadores são um instrumento de gestão estratégico muito útil, inclusive em tempos de turbulência econômica.
Também participa do evento, Sônia Favaretto, superintendente de sustentabilidade do Banco Itaú, que irá falar da implantação dos indicadores no setor bancário.
"Com a utilização sistêmica dos indicadores, a franqueadora pode potencializar canais de relacionamento com fornecedores, parceiros e se tornar apta a oferecer novas propostas para os diversos segmentos de negócio", defende Claudio.
Data: 25/03, às 8h30
segunda-feira, 9 de março de 2009
MUITO MAIS DO QUE SER UM PICHADOR
(Autor: Antonio Brás Constante)
O ser humano tem um certo fascínio pela escrita, infelizmente muitas vezes este fascínio é encoberto por camadas de repulsa, por encarar o ato de escrever apenas como uma tarefa e não como uma arte. Já nos tempos da pré-história muitos se aventuravam em registrar seu cotidiano através de pinturas nas paredes das cavernas. Eles pereciam, mas seus desenhos se eternizavam. Desenhos que venciam o tempo chegando até os nossos dias, como quem envia um e-mail sem se preocupar em receber a resposta.
Mesmo antes de aprender a andar, a criança já gosta de rabiscar. Passa o lápis colorido em uma folha de papel (ou em uma mesa, ou no chão, etc) e algo mágico acontece, pois aparece uma marca do nada, seguida geralmente de um grito de repreensão de algum adulto.
Passamos a escrever através da arte, através da ciência. Escrevemos por necessidade. Para libertar pensamentos. Escrevemos no próprio corpo em forma de tatuagens. Escrevemos livros, ou na própria história. Escrevemos a vida e os sonhos.
Mas tem um tipo de expressão escrita que me causa decepção, a pichação. Esta forma de rebeldia atrai muitos adeptos. Entre o pichador e a vítima da pichação existem dois mundos paralelos. De um lado encontramos gente que sente a adrenalina correr pelo corpo ao saber que está transgredindo algo. Do outro lado encontramos a parede nua, indefesa, que sofre a violência contra si, sendo violentada por marcas de spray.
No mundo do pichador, o feito é anônimo para sociedade, mas enaltecido entre sua tribo. A coragem de escalar muros e marcar o alheio com seus sinais compreensivelmente incompreensíveis. Já no mundo do dono do estabelecimento, o que acontece é a frustração de ter seu patrimônio depredado, maculado.
Nosso corpo é uma fonte quase inesgotável de substâncias químicas, causadoras de euforia. Alguns alcançam o frenesi destas substâncias, por exemplo, através da prática de esportes radicais. Mas há quem busque esta sensação de liberdade através da pichação.
O que poucos sabem é que existem outras formas de se produzir tais substâncias, ou mesmo de se destacar perante a humanidade. A solidariedade é uma dessas formas. “Ops, mas que papo careta!”, alguns poderão pensar. Para quem acha isso, devo lembrar que é preciso muito mais coragem para ajudar do que para vandalizar. O vandalismo é um ato egoísta, vazio. Enquanto a ajuda é algo construtivista que transmite força na leveza de suas ações.
A juventude dispõe de uma energia gigantesca, que poderia mudar o mundo. Mas boa parte desta força viva é desperdiçada na geração de marcas sem futuro. Quando você marca uma parede com spray, qualquer tinta pode desfazer sua obra. Mas quando você marca uma pessoa com seus gestos, parte de você passa a viver dentro daquela pessoa. Algo que pichação nenhuma jamais conseguirá fazer. É como tatuar seu nome na alma dos seus semelhantes, deixando de ser um anônimo pichador esquecido, para se tornar um artista imortal, um pintor de sorrisos.
E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
sexta-feira, 6 de março de 2009
Construção Diária
Salvador Dali
CONSTRUÇÃO DIÁRIA
E os sonhos recolhem
as migalhas diurnas
-desejos não realizados
não fogem aos
fantasmas das noites
E meu corpo
absorve
todo impacto
das minhas fantasias
mal dormidas
E toda manhã
tento juntar
os meus pedaços
Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins
Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a Embrapa marca presença n...
-
Agência Brasil030712 ANT1914 Brasília - O presidente do Senado, José Sarney, recebe o presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oli...
-
Autor: Dhiogo Caetano Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida; viver é ser livre me...