sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Exposição de Máscaras Venezianas


Os famosos Bailes de Máscaras de Veneza foram os precursores do Baile à Fantasia e do Carnaval e, para comemorar a época de folia, o Shopping Center 3 promove a Exposição “Máscaras Venezianas” entre os dias 17 de fevereiro e 02 de março.

Peça principal do típico Carnaval da cidade italiana, as máscaras, geralmente, de rosto inteiro são reconhecidas mundialmente pela perfeição de seus detalhes técnicos e estéticos, além de seu valor histórico cultural. Segundo pesquisas o mais antigo documento sobre uso de máscaras data de 1268.

Os frequentadores poderão conhecer máscaras tradicionais como a Pulcinella – máscara napolitana mais famosa, do típico servo, simpático e oportunista com nariz adunco e uma corcunda, a de Arlechino – mais popular máscara italiana, do personagem muito astuto e mentiroso, imagem do serviçal bobo e falante de Veneza, ou ainda a de Pantaglione – velho mercante avarento de nariz comprido, mesquinho e tirano, entre muitas outras. Serão 13 peças belíssimas.



Serviço

Exposição de Máscaras Venezianas

Quando? De 17 de Fev. a 2 de março

Horário: das 8 às 22 horas de segunda a sábado e aos domingos das 10 às 20horas

Local: Shopping Center 3 – Av. Paulista, 2064

www.shoppingcenter3.com.br

Tempo de alianças vigorosas

 
 

Tempo de alianças vigorosas

Luiz Gonzaga Bertelli (*)

 

Se o discurso de posse de Barack Obama não superou os de Abraham Lincoln (1861), John F. Kennedy (1961) e Franklin D. Roosevelt (1933), considerados os melhores da história norte-americana, seguramente trouxe uma mensagem positiva e realista, calcada numa macrovisão da realidade atual. No pronunciamento de quase 19 minutos, um trecho se aplica bem ao Brasil, especialmente no momento em que a crise econômica internacional alça os índices de desemprego a patamares preocupantes. Segundo Obama, os recursos mais aconselháveis para superar adversidades são alianças vigorosas e convicções duradouras.

Num exemplo de que a preciosa lição também é válida para universos mais restritos, naquele mesmo 20 de janeiro já estava sendo posta em prática por empresas, instituições de ensino e órgãos públicos parceiros do CIEE na estratégica missão de preparar os talentos do futuro. Naquele dia, seguindo a tendência ascendente, o CIEE registrou a expressiva marca de 1,5 mil vagas preenchidas em todo o Brasil. Esse recorde, somado aos resultados crescentes obtidos a partir do final do ano passado, demonstra que as empresas absorveram as mudanças recém-introduzidas na legislação do estágio e derruba as previsões pessimistas que cercaram a entrada em vigor da Lei 11788/08.

Como as novas normas foram aplicadas sem o desejável período de transição, a análise serena dos fatos indicava, como inevitável, a ocorrência de um período de acomodação, com natural impacto na oferta de vagas. Mas a importância que o estágio adquiriu, nos últimos anos, como instrumento de atração e preparação de novos profissionais sinalizava para uma breve retomada da contratação de estagiários. Em outras palavras, o CIEE confiou sempre em melhores tempos e na responsabilidade de seus parceiros para com os destinos da juventude. Crença confirmada pela maciça participação de empresas, órgãos públicos e escolas nos encontros promovidos pelo CIEE para debater, esclarecer pontos poucos claros e coletar contribuições para subsidiar a elaboração de orientações oficiais sobre a aplicação das novas normas de estágio. 

O Ministério do Trabalho e Emprego agiu prontamente e, no final do ano, lançou uma cartilha esclarecedora que removeu dúvidas que, até então, entravavam novas contratações de estudantes (a íntegra da cartilha pode ser consultada no site www.ciee.org.br). As empresas e órgãos públicos contratantes também já estão respondendo com agilidade, reaquecendo a promoção de programas de estágio.

E a crise da economia? Evidentemente, coloca as empresas numa posição de cautela, mas o CIEE vem detectando, entre seus parceiros, a crescente consciência de que, assim como começam, as crises acabam e as empresas que conseguirem preservar e prosseguir na capacitação de seu capital humano certamente sairão na frente quando ocorrer a retomada das atividades. Vale, ainda, lembrar – uma vez mais parafraseando o 44º presidente norte-americano – que, com as crises, nossos jovens estudantes não se tornam menos criativos, nem suas mentes menos inventivas ou diminui sua garra em busca da realização profissional.

 

 (*) Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, da Academia Paulista de História – APH e diretor da Fiesp.


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG.
Version: 7.5.552 / Virus Database: 270.11.0/1959 - Release Date: 18-02-2009 20:55

Tempo de alianças vigorosas

 
 

Tempo de alianças vigorosas

Luiz Gonzaga Bertelli (*)

 

Se o discurso de posse de Barack Obama não superou os de Abraham Lincoln (1861), John F. Kennedy (1961) e Franklin D. Roosevelt (1933), considerados os melhores da história norte-americana, seguramente trouxe uma mensagem positiva e realista, calcada numa macrovisão da realidade atual. No pronunciamento de quase 19 minutos, um trecho se aplica bem ao Brasil, especialmente no momento em que a crise econômica internacional alça os índices de desemprego a patamares preocupantes. Segundo Obama, os recursos mais aconselháveis para superar adversidades são alianças vigorosas e convicções duradouras.

Num exemplo de que a preciosa lição também é válida para universos mais restritos, naquele mesmo 20 de janeiro já estava sendo posta em prática por empresas, instituições de ensino e órgãos públicos parceiros do CIEE na estratégica missão de preparar os talentos do futuro. Naquele dia, seguindo a tendência ascendente, o CIEE registrou a expressiva marca de 1,5 mil vagas preenchidas em todo o Brasil. Esse recorde, somado aos resultados crescentes obtidos a partir do final do ano passado, demonstra que as empresas absorveram as mudanças recém-introduzidas na legislação do estágio e derruba as previsões pessimistas que cercaram a entrada em vigor da Lei 11788/08.

Como as novas normas foram aplicadas sem o desejável período de transição, a análise serena dos fatos indicava, como inevitável, a ocorrência de um período de acomodação, com natural impacto na oferta de vagas. Mas a importância que o estágio adquiriu, nos últimos anos, como instrumento de atração e preparação de novos profissionais sinalizava para uma breve retomada da contratação de estagiários. Em outras palavras, o CIEE confiou sempre em melhores tempos e na responsabilidade de seus parceiros para com os destinos da juventude. Crença confirmada pela maciça participação de empresas, órgãos públicos e escolas nos encontros promovidos pelo CIEE para debater, esclarecer pontos poucos claros e coletar contribuições para subsidiar a elaboração de orientações oficiais sobre a aplicação das novas normas de estágio. 

O Ministério do Trabalho e Emprego agiu prontamente e, no final do ano, lançou uma cartilha esclarecedora que removeu dúvidas que, até então, entravavam novas contratações de estudantes (a íntegra da cartilha pode ser consultada no site www.ciee.org.br). As empresas e órgãos públicos contratantes também já estão respondendo com agilidade, reaquecendo a promoção de programas de estágio.

E a crise da economia? Evidentemente, coloca as empresas numa posição de cautela, mas o CIEE vem detectando, entre seus parceiros, a crescente consciência de que, assim como começam, as crises acabam e as empresas que conseguirem preservar e prosseguir na capacitação de seu capital humano certamente sairão na frente quando ocorrer a retomada das atividades. Vale, ainda, lembrar – uma vez mais parafraseando o 44º presidente norte-americano – que, com as crises, nossos jovens estudantes não se tornam menos criativos, nem suas mentes menos inventivas ou diminui sua garra em busca da realização profissional.

 

 (*) Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, da Academia Paulista de História – APH e diretor da Fiesp.


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG.
Version: 7.5.552 / Virus Database: 270.11.0/1959 - Release Date: 18-02-2009 20:55

Tempo de alianças vigorosas

 

Luiz Gonzaga Bertelli (*)

 

Se o discurso de posse de Barack Obama não superou os de Abraham Lincoln (1861), John F. Kennedy (1961) e Franklin D. Roosevelt (1933), considerados os melhores da história norte-americana, seguramente trouxe uma mensagem positiva e realista, calcada numa macrovisão da realidade atual. No pronunciamento de quase 19 minutos, um trecho se aplica bem ao Brasil, especialmente no momento em que a crise econômica internacional alça os índices de desemprego a patamares preocupantes. Segundo Obama, os recursos mais aconselháveis para superar adversidades são alianças vigorosas e convicções duradouras.

Num exemplo de que a preciosa lição também é válida para universos mais restritos, naquele mesmo 20 de janeiro já estava sendo posta em prática por empresas, instituições de ensino e órgãos públicos parceiros do CIEE na estratégica missão de preparar os talentos do futuro. Naquele dia, seguindo a tendência ascendente, o CIEE registrou a expressiva marca de 1,5 mil vagas preenchidas em todo o Brasil. Esse recorde, somado aos resultados crescentes obtidos a partir do final do ano passado, demonstra que as empresas absorveram as mudanças recém-introduzidas na legislação do estágio e derruba as previsões pessimistas que cercaram a entrada em vigor da Lei 11788/08.

Como as novas normas foram aplicadas sem o desejável período de transição, a análise serena dos fatos indicava, como inevitável, a ocorrência de um período de acomodação, com natural impacto na oferta de vagas. Mas a importância que o estágio adquiriu, nos últimos anos, como instrumento de atração e preparação de novos profissionais sinalizava para uma breve retomada da contratação de estagiários. Em outras palavras, o CIEE confiou sempre em melhores tempos e na responsabilidade de seus parceiros para com os destinos da juventude. Crença confirmada pela maciça participação de empresas, órgãos públicos e escolas nos encontros promovidos pelo CIEE para debater, esclarecer pontos poucos claros e coletar contribuições para subsidiar a elaboração de orientações oficiais sobre a aplicação das novas normas de estágio. 

O Ministério do Trabalho e Emprego agiu prontamente e, no final do ano, lançou uma cartilha esclarecedora que removeu dúvidas que, até então, entravavam novas contratações de estudantes (a íntegra da cartilha pode ser consultada no site www.ciee.org.br). As empresas e órgãos públicos contratantes também já estão respondendo com agilidade, reaquecendo a promoção de programas de estágio.

E a crise da economia? Evidentemente, coloca as empresas numa posição de cautela, mas o CIEE vem detectando, entre seus parceiros, a crescente consciência de que, assim como começam, as crises acabam e as empresas que conseguirem preservar e prosseguir na capacitação de seu capital humano certamente sairão na frente quando ocorrer a retomada das atividades. Vale, ainda, lembrar – uma vez mais parafraseando o 44º presidente norte-americano – que, com as crises, nossos jovens estudantes não se tornam menos criativos, nem suas mentes menos inventivas ou diminui sua garra em busca da realização profissional.

 

 (*) Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, da Academia Paulista de História – APH e diretor da Fiesp.


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG.
Version: 7.5.552 / Virus Database: 270.11.0/1959 - Release Date: 18-02-2009 20:55

Tempo de alianças vigorosas

 

Luiz Gonzaga Bertelli (*)

 

Se o discurso de posse de Barack Obama não superou os de Abraham Lincoln (1861), John F. Kennedy (1961) e Franklin D. Roosevelt (1933), considerados os melhores da história norte-americana, seguramente trouxe uma mensagem positiva e realista, calcada numa macrovisão da realidade atual. No pronunciamento de quase 19 minutos, um trecho se aplica bem ao Brasil, especialmente no momento em que a crise econômica internacional alça os índices de desemprego a patamares preocupantes. Segundo Obama, os recursos mais aconselháveis para superar adversidades são alianças vigorosas e convicções duradouras.

Num exemplo de que a preciosa lição também é válida para universos mais restritos, naquele mesmo 20 de janeiro já estava sendo posta em prática por empresas, instituições de ensino e órgãos públicos parceiros do CIEE na estratégica missão de preparar os talentos do futuro. Naquele dia, seguindo a tendência ascendente, o CIEE registrou a expressiva marca de 1,5 mil vagas preenchidas em todo o Brasil. Esse recorde, somado aos resultados crescentes obtidos a partir do final do ano passado, demonstra que as empresas absorveram as mudanças recém-introduzidas na legislação do estágio e derruba as previsões pessimistas que cercaram a entrada em vigor da Lei 11788/08.

Como as novas normas foram aplicadas sem o desejável período de transição, a análise serena dos fatos indicava, como inevitável, a ocorrência de um período de acomodação, com natural impacto na oferta de vagas. Mas a importância que o estágio adquiriu, nos últimos anos, como instrumento de atração e preparação de novos profissionais sinalizava para uma breve retomada da contratação de estagiários. Em outras palavras, o CIEE confiou sempre em melhores tempos e na responsabilidade de seus parceiros para com os destinos da juventude. Crença confirmada pela maciça participação de empresas, órgãos públicos e escolas nos encontros promovidos pelo CIEE para debater, esclarecer pontos poucos claros e coletar contribuições para subsidiar a elaboração de orientações oficiais sobre a aplicação das novas normas de estágio. 

O Ministério do Trabalho e Emprego agiu prontamente e, no final do ano, lançou uma cartilha esclarecedora que removeu dúvidas que, até então, entravavam novas contratações de estudantes (a íntegra da cartilha pode ser consultada no site www.ciee.org.br). As empresas e órgãos públicos contratantes também já estão respondendo com agilidade, reaquecendo a promoção de programas de estágio.

E a crise da economia? Evidentemente, coloca as empresas numa posição de cautela, mas o CIEE vem detectando, entre seus parceiros, a crescente consciência de que, assim como começam, as crises acabam e as empresas que conseguirem preservar e prosseguir na capacitação de seu capital humano certamente sairão na frente quando ocorrer a retomada das atividades. Vale, ainda, lembrar – uma vez mais parafraseando o 44º presidente norte-americano – que, com as crises, nossos jovens estudantes não se tornam menos criativos, nem suas mentes menos inventivas ou diminui sua garra em busca da realização profissional.

 

 (*) Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, da Academia Paulista de História – APH e diretor da Fiesp.


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG.
Version: 7.5.552 / Virus Database: 270.11.0/1959 - Release Date: 18-02-2009 20:55

MEU VIZINHO EXTRATERRESTRE

MEU VIZINHO EXTRATERRESTRE
(Autor: Antonio Brás Constante)

A probabilidade de não estarmos sozinhos ganha força a cada dia, tanto que até o vaticano já anda admitindo esta possibilidade. Caso isto realmente venha a se comprovar, muitas coisas vão acabar mudando por aqui. A começar pela tecnologia, pois finalmente poderemos viajar pelo universo graças aos avanços tecnológicos recebidos de seres extraterrestres, ou pelo menos porque eles vão acabar concordando em colocar um ponto de ônibus ou de táxi espacial aqui no nosso orbe azul.

Nessas viagens interestelares, é sempre bom conferir se você terá como pagar pela corrida, pois em caso de calote o taxista poderá acabar comendo você (literalmente). Poderemos pressupor que o turismo será bem diversificado. Para os naturalistas, ao invés de se ir a uma praia de nudismo, haverá planetas de nudismo, com preços que deixarão qualquer vivente peladinho. Os aventureiros poderão ir fazer um safári em um sistema solar selvagem, onde primeiro se disputa no cara-e-coroa quem vai ser a caça e o caçador.

Vivemos em um cantinho isolado e pacato da galáxia, quase como se estivéssemos em um ranchinho bem afastado das grandes metrópoles, e como possivelmente ainda não dispomos de algo que realmente desperte o interesse de qualquer civilização estelar a ponto de eles quererem puxar conversa conosco, o jeito é esperar. Ao menos até avançarmos o suficiente no ramo da genética para conseguir clonar a Gisele Bündchen, dispondo assim de uma inigualável moeda de troca com outros seres inteligentes (que mesmo se não for à moeda de maior valor no universo, ainda assim tenderá a ser a mais bonita).

Para as religiões, de um modo geral, um contato com novas civilizações será uma ótima chance de aumentar o número de fiéis. Por outro lado às inúmeras crenças que já não se entendem aqui terão de aprender a conviver com infinitas outras crenças de origem interplanetária. Em todo caso, é sempre bom e saudável pregar que é extremamente pecaminoso a qualquer raça alienígena o consumo de carne humana.

O sistema político também mudará, pois necessitaremos de um governante mundial para tratar dos assuntos em terras além-vácuo. Se os alienígenas forem realmente inteligentes, vão influenciar neste tipo de decisão, evitando que o eleito seja aquele que possuir a maior coleção de bombas, optando por alguém que se mostre disposto a pensar no bem-estar de todos.

Enfim, a confirmação de vida alienígena inteligente e avançada, com certeza trará muitas mudanças em nosso modo de agir, pensar e viver. Porém, na eventualidade de se ocorrer este contato, o mais importante agora é ficarmos na torcida para que ele aconteça de um jeito totalmente diferente daquele que ocorreu na própria história da humanidade, quando o homem então no papel de desbravador, trouxe junto com o descobrimento de novas terras, as doenças, a miséria, as guerras, e tantas outras desgraças para os povos nativos que tiveram a infelicidade de se deparar com eles. Pois tudo isto, infelizmente, nós já temos.

E-mail: abrasc@terra.com.br

Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".

ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Medo

Temos medo de assalto, de seqüestro relâmpago, do pit bull do vizinho... Tememos a violência! Estamos sempre com medo de alguém, que algum comportamento violento nos seja direcionado. Nos preocupamos em nos proteger de terceiros. O nosso medo sempre é direcionado para o exterior. E quando a nossa segurança depende em grande parte de comportamentos simples nossos?
Quantas vezes nos arriscamos, colocamos em risco a nossa integridade física e psicológica? Se temos tanto desejo em nos preservar, em não nos machucar, por que será que tantas vezes, não cuidamos de nós? Quando, por exemplo, dirigimos em alta velocidade, ou ainda, saímos de alguma festa, e mesmo após termos bebido um tanto além da conta, mesmo sentindo os efeitos da nossa embriaguez, ainda insistimos em dirigir o nosso carro?
Por que, em muitas situações, mesmo tendo plena consciência que estamos colocando em risco a nossa integridade física, o nosso bem estar psicológico, não acionamos o nosso desejo de proteção? Por que nestas ocasiões, ignoramos o nosso medo?

Maria Aparecida Francisquini

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...