segunda-feira, 11 de maio de 2009

Artigo - Resiliência no Trabalho

 

RESILIÊNCIA NO TRABALHO – UMA QUESTÃO DE ATITUDE

 

·        Ricardo Piovan

 

            De acordo com a pesquisa realizada pela ISMA-BR, 70% dos brasileiros sofrem as conseqüências do stress. Destes, 30% são vítimas da Síndrome de Burnout, um termo psicológico que descreve o estado de exaustão prolongada e diminuição de interesse, especialmente em relação ao trabalho. O termo burnout descreve principalmente a sensação de exaustão da pessoa acometida.

            Estudos também mostram que algumas pessoas passam pelo mesmo processo de pressão e adversidade no ambiente de trabalho, mas não entram no estado de estresse ou burnout, suportando a pressão mantendo-se equilibradas, isto é, sem quebras emocionais. Estas pessoas são chamadas de resilientes, pois possuem atitudes diferenciadas em relação às adversidades no trabalho ou na vida pessoal.

            Resiliência é uma palavra que vem do latim RESILIO, que significa "voltar ao normal". O conceito foi criado em 1807, pelo cientista inglês Thomas Young, que fazia estudos sobre a elasticidade dos materiais. Mais tarde, a resiliência foi incorporada pela física como a capacidade que certos materiais têm de acumular energia quando submetidos a um esforço e, cessado o esforço, retornar ao seu estado natural sem sofrer deformações permanentes. É o que acontece com uma vara no salto em altura: quando o atleta toma impulso para saltar, a vara se curva, acumula energia, projeta o atleta sobre o obstáculo e depois retorna ao seu estado normal.

            Nas últimas décadas do século 20, o termo resiliência foi abraçado pela psicologia, para denominar a capacidade que certas pessoas têm de sofrer fortes pressões ou situações de grande estresse e não quebrar emocionalmente. Na verdade estas pessoas se fortalecem neste processo, "acumulando energia" para assim como a vara do salto em altura, projetar-se para resolver as adversidades que estão passando.

            O iatista Lars Grael é um exemplo de uma pessoa resiliente. No auge da sua carreira repleta de conquistas, teve sua perna decepada pela hélice de um barco, em um trágico acidente em 1999. Anos depois voltou a competir e ganhar medalhas. "O erro das pessoas, em geral é se voltar para trás", disse Grael certa vez. "Se eu fosse comparar minha vida anterior com a que levo hoje, com certeza teria entrado em depressão. Mas não adianta olharmos para trás. Temos que lidar com o aqui e agora. Poderia ter sido pior, e tenho a obrigação de me sentir no lucro".

            Ser resiliente é uma questão de atitude, isto é, entrar em ação para solução das pressões e adversidades cotidianas. O profissional resiliênte não permite entrar na sintonia do medo e da tristeza, sentimentos estes que paralisam a pessoa impossibilitando a retomada para a ação. Não permitem também experimentar a energia da raiva, pois a raiva descontrolada apenas busca culpados em relação ao que se passa. O profissional resiliente primeiramente questiona o que deve ser feito para solucionar este problema, investigando várias opções, utilizando a sua flexibilidade e criatividade para sair do momento adverso.             Concluído este processo ele entra em ação, pois agora ele tem a tal da MOTIVAÇÃO, isto é, motivos (adquirido no processo de pesquisa) para entrar em ação e fazer o que tiver que ser feito para minimizar ou até mesmo sair da adversidade.

 

Ricardo Piovan é consultor organizacional, autor do livro "Resiliência – como superar as pressões e adversidades no trabalho". É palestrante e Coach Organizacional - www.ricardopiovan.com.br

 

Artigo - Resiliência no Trabalho

 

RESILIÊNCIA NO TRABALHO – UMA QUESTÃO DE ATITUDE

 

·        Ricardo Piovan

 

            De acordo com a pesquisa realizada pela ISMA-BR, 70% dos brasileiros sofrem as conseqüências do stress. Destes, 30% são vítimas da Síndrome de Burnout, um termo psicológico que descreve o estado de exaustão prolongada e diminuição de interesse, especialmente em relação ao trabalho. O termo burnout descreve principalmente a sensação de exaustão da pessoa acometida.

            Estudos também mostram que algumas pessoas passam pelo mesmo processo de pressão e adversidade no ambiente de trabalho, mas não entram no estado de estresse ou burnout, suportando a pressão mantendo-se equilibradas, isto é, sem quebras emocionais. Estas pessoas são chamadas de resilientes, pois possuem atitudes diferenciadas em relação às adversidades no trabalho ou na vida pessoal.

            Resiliência é uma palavra que vem do latim RESILIO, que significa "voltar ao normal". O conceito foi criado em 1807, pelo cientista inglês Thomas Young, que fazia estudos sobre a elasticidade dos materiais. Mais tarde, a resiliência foi incorporada pela física como a capacidade que certos materiais têm de acumular energia quando submetidos a um esforço e, cessado o esforço, retornar ao seu estado natural sem sofrer deformações permanentes. É o que acontece com uma vara no salto em altura: quando o atleta toma impulso para saltar, a vara se curva, acumula energia, projeta o atleta sobre o obstáculo e depois retorna ao seu estado normal.

            Nas últimas décadas do século 20, o termo resiliência foi abraçado pela psicologia, para denominar a capacidade que certas pessoas têm de sofrer fortes pressões ou situações de grande estresse e não quebrar emocionalmente. Na verdade estas pessoas se fortalecem neste processo, "acumulando energia" para assim como a vara do salto em altura, projetar-se para resolver as adversidades que estão passando.

            O iatista Lars Grael é um exemplo de uma pessoa resiliente. No auge da sua carreira repleta de conquistas, teve sua perna decepada pela hélice de um barco, em um trágico acidente em 1999. Anos depois voltou a competir e ganhar medalhas. "O erro das pessoas, em geral é se voltar para trás", disse Grael certa vez. "Se eu fosse comparar minha vida anterior com a que levo hoje, com certeza teria entrado em depressão. Mas não adianta olharmos para trás. Temos que lidar com o aqui e agora. Poderia ter sido pior, e tenho a obrigação de me sentir no lucro".

            Ser resiliente é uma questão de atitude, isto é, entrar em ação para solução das pressões e adversidades cotidianas. O profissional resiliênte não permite entrar na sintonia do medo e da tristeza, sentimentos estes que paralisam a pessoa impossibilitando a retomada para a ação. Não permitem também experimentar a energia da raiva, pois a raiva descontrolada apenas busca culpados em relação ao que se passa. O profissional resiliente primeiramente questiona o que deve ser feito para solucionar este problema, investigando várias opções, utilizando a sua flexibilidade e criatividade para sair do momento adverso.             Concluído este processo ele entra em ação, pois agora ele tem a tal da MOTIVAÇÃO, isto é, motivos (adquirido no processo de pesquisa) para entrar em ação e fazer o que tiver que ser feito para minimizar ou até mesmo sair da adversidade.

 

Ricardo Piovan é consultor organizacional, autor do livro "Resiliência – como superar as pressões e adversidades no trabalho". É palestrante e Coach Organizacional - www.ricardopiovan.com.br

 

CRIANÇAS DE ATÉ 5 ANOS APRENDEM GOLFE NA CRECHE

 

 

Golfe também é coisa de criança e se aprende até na creche

 

Como crianças de até cinco anos estão aprendendo golfe na creche pública Baroneza de Limeira

 

Um esporte que frequentemente teve sua imagem associada a pessoas mais velhas pode ser popular também entre os mais jovens? E entre crianças de até cinco anos? O projeto Golfe Nota 10, criado pela Federação Paulista de Golfe, tem provado que sim e que golfe também é coisa de criança.  

 

Lançado em agosto de 2007, o projeto Golfe Nota 10 tem como objetivo de difundir a prática deste esporte nas escolas. A iniciativa pioneira no Brasil visa contribuir para o crescimento do golfe no país, estimulando o desenvolvimento de novos golfistas infanto-juvenis, além de divulgar os benefícios do esporte e identificar novos talentos.

 

Neste mês de maio, o projeto está sendo desenvolvido na creche pública Baroneza de Limeira (Rua Antonio Gebara, 177 – Planalto Paulista) com 175 crianças de até 5 anos de idade. As aulas acontecem às terças e quintas-feiras, pela manhã, e são ministradas pela equipe de instrutores especializados do Golfe Nota 10.

 

O golfe ajuda a desenvolver a coordenação motora e a capacidade de concentração. Ajuda a definir e a estabelecer objetivos, estimula o auto-conhecimento e o respeito à natureza. Além disso, é um esporte que conta com um conjunto de etiqueta que abrange cortesia, cuidados com o campo, ordem de jogo, tratamento interpessoal e torcida, entre outros aspectos que são apresentados aos alunos sempre de forma lúdica e divertida.

 

O projeto Golfe Nota 10 também já foi aplicado em escolas como Colégio Elvira Brandão, Escola Internacional de Alphaville, Pueri Domus e Escola Morumbi. São mais de 4 mil alunos atendidos em 12 escolas participantes até o momento.

 

Golfe na escola e no campo

 

Como em todas as escolas, o programa do Golfe Nota 10 na Creche Baroneza de Limeira está dividido em 10 etapas. As cinco primeiras aulas são realizadas dentro da escola com um equipamento desenvolvido especialmente para o projeto e que prioriza a segurança dos alunos. As cinco últimas aulas acontecem em um campo de golfe filiado à Federação Paulista de Golfe. No caso da Creche Baroneza de Limeira, as crianças farão as aulas de campo no FPG Golfcenter, localizado à uma quadra da creche. 

 

Todo o processo é monitorado por meio de avaliações periódicas que são analisadas em conjunto com a direção das escolas. A equipe do Golfe Nota 10 em cada escola é formada por professores de golfe (jogadores profissionais com vasta experiência em treinar crianças e jovens) e assistentes.

 

Para estimular os alunos a continuarem a praticar golfe, a FPG concede aos melhores alunos de cada turma benefícios como gratuidade no aluguel de bolas e nas taxas de uso do campo de golfe durante um ano.

 

Ferramenta pedagógica

 

A metodologia do projeto Golfe Nota 10 foi desenvolvida por uma equipe da FPG, com a participação da pedagoga Carla Quinto e de jogadores profissionais, para apresentar às crianças as técnicas e os benefícios do golfe de forma alegre e descontraída.

 

Segundo Carla, do ponto de vista pedagógico, o golfe estimula principalmente a concentração e a disciplina como aspectos fundamentais na busca de um objetivo. São muitos os benefícios. O esporte instiga o auto-conhecimento e aumenta a coordenação motora e a resistência física. Além disso, promove o respeito à natureza e aos semelhantes. Saber respeitar regras, criar estratégias e apreciar o ambiente do golfe são aspectos que contribuem para o próprio conhecimento. "É cedo que surgem os reais interesses pela prática de esportes. Nessa fase, as crianças já são capazes de pedir e cobrar dos pais a participação nas aulas e torneios", destaca a pedagoga.

 

 

O Golfe no Brasil

 

Criado na Escócia no século XIV, o golfe é um dos esportes que mais cresce no mundo e no Brasil. No país, o golfe é praticado desde o início do século XX e, atualmente, são mais de 20 mil praticantes, entre profissionais e amadores, que foram conquistados pelos benefícios do esporte.

 

A maior parte dos praticantes de golfe em todo o mundo é formada por jovens, assim como em tantos outros esportes. Atenta a este fato, a Federação Paulista de Golfe, que concentra 58% dos golfistas do Brasil e é pioneira no desenvolvimento de ações junto à área juvenil, criou o projeto Golfe Nota 10 para incentivar as crianças e jovens a conhecerem e praticarem o esporte.

 

Todo o projeto é desenvolvido pela Federação Paulista de Golfe, com apoio da Confederação Brasileira de Golfe, da Associação de Profissionais de Golfe do Brasil, de clubes de golfe e do Centro Paulista de Golfe. O projeto tem custo zero para as escolas.

 

  

sábado, 9 de maio de 2009

Cicatriz




CICATRIZ


para Graça Graúna



Solano sol
de cada manhã
a cor
do sol
doura a pele
de liberdade
a cada passo
a África
colada
à sola
da caminhada
é asa


Solano sol
poesia e rouxinol
canto da manhã
na cor
desterro e dor
de uma pátria
colada à sola
da caminhada
a cadência
marca
a fala
e fertiliza o chão
por onde a África
passa


Solano sol
da fala
a cor é flor
na marca
a pele
aberta
desabrocha o sorriso
na dor
como uma flor
nasce
no asfalto
como um assalto
um sobressalto
dos pés
na caminhada
que a pele
livre
carregada de sol
fez da cultura
humana
beija-flor



Solano Trindade nasceu no bairro de São José (Recife-PE), em 24 de julho de 1908. Filho do sapateiro Manuel Abílio e da quituteira Emerenciana, mais conhecida como Merença. Ele foi pintor, teatrólogo, folclorista, ator e, sobretudo, poeta da resistência negra. Em 1936, fundou a Frente Negra Pernambucana e o Centro de Cultura Afro-brasileiro.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

PARCAS PALAVRAS SOBRE PORCOS

PARCAS PALAVRAS SOBRE PORCOS
(Autor: Antonio Brás Constante)

A vida tem dessas coisas. Li uma reportagem da revista Superinteressante (ou seria Galilleu?) há algum tempo atrás e me deparei com o seguinte tema: “Porcos”. Gostei da matéria e resolvi traçar algumas linhas sobre o assunto (ATENÇÃO: Este texto foi escrito antes de estourar essa tal de gripe suína, mesmo assim o tema está bem atual para o contexto do momento).

O que me chamou a atenção primeiramente foi que a reportagem desmistificou a idéia de que porcos são animais sujos e burros (ao contrário dos seres humanos). Diferentemente do que a maioria pensa, eles são tão inteligentes quanto os golfinhos e mais espertos que os cães, aliás, ambos (porcos e cachorros), foram domesticados na mesma época, sendo descobertas evidências de que os cachorros eram utilizados primeiramente como alimento.

Parece que em algum momento da história, algum esfomeado descobriu que os porcos eram mais saborosos que os cachorros e a partir daí começaram a levá-los para dentro das panelas.

Pensando em tudo isto, comecei a refletir sobre as injustiças que esses animais sofrem, com seus nomes arrastados na lama, lembrando que muitos porcos realmente vivem na lama, mas vivem por um bom motivo, como não tem glândulas de suor, eles não suportam temperaturas quentes, o que leva os pobres animais a se esbaldarem em “piscinas” lamacentas e fresquinhas, já que não podem usar o chuveiro do dono da residência. Outra curiosidade é que os pêlos dos porcos foram utilizados como cerdas nas primeiras escovas de dente da humanidade.

Quantas já não foram às vezes em que atribuíram a alguém a alcunha de “porco” (de modo pejorativo). Se levassem em conta que os suínos (tal qual boa parte dos seres humanos), estabelecem “latrinas” para não emporcalhar seu habitat e que mesmo seus odores têm uma razão de ser, pois é através dele que estes animais conseguem exercer certos tipos de comunicação e entendimento entre eles, poderíamos dizer que chamar alguém de porco passaria a ser quase um elogio, ou mesmo se alguém dissesse que você fez um serviço porco, considere que ele achou o serviço bem feito.

Entre as tantas particularidades do texto, uma que me chamou atenção foi referente ao filme “baby o porquinho”, onde dizia que foram necessários 48 leitões para produzir o filme. Fico imaginando ao final das filmagens, todos comemorando, com os atores principais sobre a mesa, assados e com uma maça na boca, recheados e prontos para servir.

Falando em comida, uma coisa fascinante na culinária diz respeito aos suínos. Pois, para se fazer salsichão ou lingüiça, o homem aprendeu a retirar as tripas de dentro dos porcos, para depois colocar os porcos dentro de suas próprias tripas, uma façanha verdadeiramente admirável e, sobre certos aspectos, repugnante.

Quem sabe no futuro não olhemos para os porcos com outros olhos, reconhecendo-os como animais melhores e mais sofisticados, levando-os assim com mais consideração para dentro de nossos lares, de nossas vidas e... De nossos estômagos.

E-mail: abrasc@terra.com.br

Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".

ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Primeira fase de inscrições para a Jornada de Literária de Passo Fundo vai até 17 de maio




Primeira fase de inscrições para a Jornada de Literatura

de Passo Fundo vai até 17 de maio

Evento acontece de 24 a 28 de agosto, em Passo Fundo (RS), e terá uma extensa programação cultural,

com nomes consagrados da literatura brasileira e estrangeira. Após 17 de maio, valores das inscrições serão reajustados.

Uma das maiores movimentações culturais do país, a Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo chega a sua décima terceira edição em 2009 debatendo o tema "Arte e Tecnologia: novas interfaces". A Jornada, realizada pela Universidade de Passo Fundo (UPF) em parceria com a Prefeitura Municipal de Passo Fundo, acontece de 24 a 28 de agosto, no Circo da Cultura da UPF, Campus I. O primeiro período de inscrições vai até o dia 17 de maio e pode ser feito exclusivamente pela internet, no site www.jornadadeliteratura.upf.br.

O valor é de R$ 100 para inscrições individuais e, no caso de grupos de 10 pessoas, R$ 80 para cada participante. Nessa modalidade, o participante pode inscrever-se na 13ª Jornada Nacional de Literatura e escolher entre um dos cursos da programação; o 2º Encontro Estadual de Escritores Gaúchos; o 3º Encontro Nacional da Academia Brasileira de Letras; ou, ainda, o Seminário Internacional de Contadores de Histórias.

Outra modalidade de inscrição inclui a participação na 13ª Jornada Nacional de Literatura e no 8º Seminário Internacional de Pesquisa em Leitura e Patrimônio Cultural. Neste caso, as inscrições individuais custam R$ 110 até 17 de maio, e para grupos de 10 pessoas, R$ 100 cada. Após o dia 17 maio, o valor das inscrições será reajustado.

Para a edição deste ano, já estão confirmadas as presenças de autores consagrados nacional e internacionalmente, entre eles Pierre Lévy, Teresa Colomer, Guilherme Arriaga, Fernando Molica, Clarah Averbuck, Dorota Maslowska, Nélida Piñon, Beatriz Sarlo, Fernando Bonassi, Lúcia Santaella, Diana Domingues e Zuenir Ventura, Evanildo Bechara, Cícero Sandroni e outros. A programação completa e outras informações podem ser obtidas no site www.jornadadeliteratura.upf.br, pelo e-mail jornada@upf.br ou telefone (54) 3316-8368.

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

  Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação   Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...