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terça-feira, 8 de agosto de 2017

60 minutos - raizes para um sonho executável

Sérgio Dal Sasso


Um brinde as raízes e preservações culturais manifestadas em formas e gêneros que fazem desse
Sérgio Dal Sasso, educador em gestão de negócios.
País algo tão diferente e especial. No carnaval, alimentado na base de um vinho do sul, uma cerveja ou uma Cajuína do nordeste podemos sentir o pulsar uniforme, aonde cada origem e tradição conquista e produz seus momentos em uma fotografia única de demonstração da felicidade.
Nesse momento de festas aonde a receita se integra pelo turismo da alegria, não se mede os valores necessários, já que cada um faz a sua alegria da forma como pode, e o que vale disso tudo é a união pelo coração diante da magnitude do que representa a criação, execução e resultados do que chamamos carnaval nacional.
Nessa revelação anual de criatividade e técnica conseguimos sempre demonstrar que uma grande resposta tem que ser recheada de amor, de superação e que tudo que deve ser produzido ou servido tem que ter um coração executor que trabalha em paralelo com conceito de “manter o feliz acima de tudo”.  
É no ritmo precioso das baterias, no conjunto enriquecido de gente, harmonia e imagens aonde demonstramos que um tema proposto é resultado da pratica contínua para se chegar ao início, garantir a evolução no meio e conquistar a finalização pretendida ao final e sempre dentro das regras pré-definidas.
Que possamos avançar pela reflexão de que a verdadeira e justa política pode ser ricamente desenvolvida quando se oferece a oportunidade real aos seus executores, que por sinal nesse caso é o povo “sem gravata”, que sempre nos oferta com a lição de quem consegue comandar esse País por quatro dias, mostrando o como deveriam ser os 360 restantes quando se permite que o criativo não fique retido por falta de incentivo.
Entre tantas emoções os amores revelam seus cenários pelas paixões. Que isso tudo não tenha o fim nas cinzas das quartas feiras.

publicado em 16/03/2009 como www.partes.com.br//emrhede/dalsasso/60minutos.asp

60 minutos - raizes para um sonho executável

Sérgio Dal Sasso


Um brinde as raízes e preservações culturais manifestadas em formas e gêneros que fazem desse
Sérgio Dal Sasso, educador em gestão de negócios.
País algo tão diferente e especial. No carnaval, alimentado na base de um vinho do sul, uma cerveja ou uma Cajuína do nordeste podemos sentir o pulsar uniforme, aonde cada origem e tradição conquista e produz seus momentos em uma fotografia única de demonstração da felicidade.
Nesse momento de festas aonde a receita se integra pelo turismo da alegria, não se mede os valores necessários, já que cada um faz a sua alegria da forma como pode, e o que vale disso tudo é a união pelo coração diante da magnitude do que representa a criação, execução e resultados do que chamamos carnaval nacional.
Nessa revelação anual de criatividade e técnica conseguimos sempre demonstrar que uma grande resposta tem que ser recheada de amor, de superação e que tudo que deve ser produzido ou servido tem que ter um coração executor que trabalha em paralelo com conceito de “manter o feliz acima de tudo”.  
É no ritmo precioso das baterias, no conjunto enriquecido de gente, harmonia e imagens aonde demonstramos que um tema proposto é resultado da pratica contínua para se chegar ao início, garantir a evolução no meio e conquistar a finalização pretendida ao final e sempre dentro das regras pré-definidas.
Que possamos avançar pela reflexão de que a verdadeira e justa política pode ser ricamente desenvolvida quando se oferece a oportunidade real aos seus executores, que por sinal nesse caso é o povo “sem gravata”, que sempre nos oferta com a lição de quem consegue comandar esse País por quatro dias, mostrando o como deveriam ser os 360 restantes quando se permite que o criativo não fique retido por falta de incentivo.
Entre tantas emoções os amores revelam seus cenários pelas paixões. Que isso tudo não tenha o fim nas cinzas das quartas feiras.

publicado em 16/03/2009 como www.partes.com.br//emrhede/dalsasso/60minutos.asp

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Artigo: Relacionamento interpessoal

Relacionamento interpessoal
“Relacionamento é tudo. Ou quase tudo”
Profº Marcelo Veras
foto Arquivo Pessoal
 
Por Marcelo Veras*

Com este artigo, inicio um novo ciclo de reflexões sobre mais uma competência comportamental que, como se diz por ai: “desde que o mundo é mundo”, tem ocupado uma posição de destaque entre as competências responsáveis pelo sucesso de pessoas na vida pessoal e profissional. É o famoso Relacionamento interpessoal.

Como um belo exemplo de pessoa tímida, caseira, que não gosta muito de eventos sociais e que não nasceu com o chip das pessoas bem relacionadas que têm a almejada virtude de fazer amigo até em fila do cinema, eu acreditava (equivocadamente), por muito tempo, que se fizesse o meu trabalho bem feito, no prazo e com qualidade, o meu futuro estaria garantido. Profundo erro, descoberto logo nos meus primeiros anos de carreira.

Confesso que sofri muito quando vi pessoas que considerava bem medianas obtendo êxitos e alçando voos bem altos devido a uma belíssima capacidade de se relacionar bem. Devo confessar que – por muitas vezes – atribuí a estas pessoas o apelido de “puxa saco” ou engrossei o coro que defendia que este pessoal só se dava bem porque eram “políticas demais”. Mas que “se espremesse, sairia pouca coisa!“

Com o tempo, a idade e principalmente depois da pesquisa que conduzimos na ESAMC com líderes empresariais, vi que esta competência é muito mais simples e “honesta” do que vislumbrava. Abandonei as teses que hoje constam nos livros sobre Networking e passei a ver esta competência como algo mais nobre e menos hipócrita do que se vende por aí.

A definição mais moderna e que deu esta nova visão é: Capacidade de interagir e de criar rede de contatos de forma construtiva. Esta simples frase, se compreendida no seu texto e contexto, pode fazer uma revolução na carreira de uma pessoa. Para isso acontecer, duas premissas devem ser observadas. Veja se você consegue atendê-las. Caso contrário, nem valeria a pena ler os meus próximos seis artigos, porque elas serão a base para o desenvolvimento da mesma.

1 – Acreditar que bons relacionamentos representam o ativo mais importante que uma pessoa pode ter. Bons relacionamentos geram negócios, amizades, promoções, apoio, ajuda em momentos difíceis e alegrias.

2 – Acreditar que é possível, independente das suas características de personalidade, construir e desenvolver uma rede de contatos baseada no crescimento mútuo.

Se você comprar, pelo menos por hora, estas duas “verdades”, ficarei feliz porque você vai colher bons frutos no médio e longo prazo com o desenvolvimento desta competência. Além disso, verá que é muito legal fazer um tipo de “poupança” que poucos fazem: a “poupança dos apoios formais e informais”. Quem tem esta conta no banco, raramente se vê em um mato sem cachorro e sempre terá o apoio que precisa para os seus projetos.

Como de costume, vou tratar desta competência com base nos seus atributos, aquelas habilidades que tangibilizam a mesma no dia a dia. Posso citar: Gostar e ter interesse de se relacionar, Montar uma rede de contatos, Desenvolver e perenizar a rede de contatos montada, Interagir com a rede de forma construtiva e preocupado(a) com o crescimento do outro, Saber ouvir e, por último, Possuir empatia. São seis atributos. Seis habilidades que vão exigir alguma disciplina e o investimento de algum tempo, dinheiro e energia. Mas, garanto, este investimento tem um dos maiores retornos que já vi até hoje.

Por hoje, fique com a frase de destaque: “Relacionamento é tudo. Ou quase tudo”. Pense nela. Reflita sobre as pessoas que você conhece e conheceu. Analise casos de pessoas próximas a você que, devido aos seus relacionamentos, conseguem atalhos importantes na carreira e na vida. Será que isso é mesmo uma anomalia de incompetentes ou uma virtude de inteligentes? Até o próximo.

*Vice-presidente Acadêmico da ESAMC. Associate Partner da AYR Consulting – Consultoria de Inovação. Sócio-diretor da PRIME Educacional – Franqueada ESAMC. Professor de Marketing, Estratégia e Planejamento de Carreira do MBA da ESAMC. Palestrante e consultor de empresas nas áreas de Gestão de Carreiras e Marketing.

Artigo: Relacionamento interpessoal

Relacionamento interpessoal
“Relacionamento é tudo. Ou quase tudo”
Profº Marcelo Veras
foto Arquivo Pessoal
 
Por Marcelo Veras*

Com este artigo, inicio um novo ciclo de reflexões sobre mais uma competência comportamental que, como se diz por ai: “desde que o mundo é mundo”, tem ocupado uma posição de destaque entre as competências responsáveis pelo sucesso de pessoas na vida pessoal e profissional. É o famoso Relacionamento interpessoal.

Como um belo exemplo de pessoa tímida, caseira, que não gosta muito de eventos sociais e que não nasceu com o chip das pessoas bem relacionadas que têm a almejada virtude de fazer amigo até em fila do cinema, eu acreditava (equivocadamente), por muito tempo, que se fizesse o meu trabalho bem feito, no prazo e com qualidade, o meu futuro estaria garantido. Profundo erro, descoberto logo nos meus primeiros anos de carreira.

Confesso que sofri muito quando vi pessoas que considerava bem medianas obtendo êxitos e alçando voos bem altos devido a uma belíssima capacidade de se relacionar bem. Devo confessar que – por muitas vezes – atribuí a estas pessoas o apelido de “puxa saco” ou engrossei o coro que defendia que este pessoal só se dava bem porque eram “políticas demais”. Mas que “se espremesse, sairia pouca coisa!“

Com o tempo, a idade e principalmente depois da pesquisa que conduzimos na ESAMC com líderes empresariais, vi que esta competência é muito mais simples e “honesta” do que vislumbrava. Abandonei as teses que hoje constam nos livros sobre Networking e passei a ver esta competência como algo mais nobre e menos hipócrita do que se vende por aí.

A definição mais moderna e que deu esta nova visão é: Capacidade de interagir e de criar rede de contatos de forma construtiva. Esta simples frase, se compreendida no seu texto e contexto, pode fazer uma revolução na carreira de uma pessoa. Para isso acontecer, duas premissas devem ser observadas. Veja se você consegue atendê-las. Caso contrário, nem valeria a pena ler os meus próximos seis artigos, porque elas serão a base para o desenvolvimento da mesma.

1 – Acreditar que bons relacionamentos representam o ativo mais importante que uma pessoa pode ter. Bons relacionamentos geram negócios, amizades, promoções, apoio, ajuda em momentos difíceis e alegrias.

2 – Acreditar que é possível, independente das suas características de personalidade, construir e desenvolver uma rede de contatos baseada no crescimento mútuo.

Se você comprar, pelo menos por hora, estas duas “verdades”, ficarei feliz porque você vai colher bons frutos no médio e longo prazo com o desenvolvimento desta competência. Além disso, verá que é muito legal fazer um tipo de “poupança” que poucos fazem: a “poupança dos apoios formais e informais”. Quem tem esta conta no banco, raramente se vê em um mato sem cachorro e sempre terá o apoio que precisa para os seus projetos.

Como de costume, vou tratar desta competência com base nos seus atributos, aquelas habilidades que tangibilizam a mesma no dia a dia. Posso citar: Gostar e ter interesse de se relacionar, Montar uma rede de contatos, Desenvolver e perenizar a rede de contatos montada, Interagir com a rede de forma construtiva e preocupado(a) com o crescimento do outro, Saber ouvir e, por último, Possuir empatia. São seis atributos. Seis habilidades que vão exigir alguma disciplina e o investimento de algum tempo, dinheiro e energia. Mas, garanto, este investimento tem um dos maiores retornos que já vi até hoje.

Por hoje, fique com a frase de destaque: “Relacionamento é tudo. Ou quase tudo”. Pense nela. Reflita sobre as pessoas que você conhece e conheceu. Analise casos de pessoas próximas a você que, devido aos seus relacionamentos, conseguem atalhos importantes na carreira e na vida. Será que isso é mesmo uma anomalia de incompetentes ou uma virtude de inteligentes? Até o próximo.

*Vice-presidente Acadêmico da ESAMC. Associate Partner da AYR Consulting – Consultoria de Inovação. Sócio-diretor da PRIME Educacional – Franqueada ESAMC. Professor de Marketing, Estratégia e Planejamento de Carreira do MBA da ESAMC. Palestrante e consultor de empresas nas áreas de Gestão de Carreiras e Marketing.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

LAÇOS QUE SE ENTRELASSAM (Sérgio Dal Sasso)

Se existe uma coisa que gosto tem a ver com o escrever, pois não tem coisa mais fascinante do que querer retratar e tentar traduzir o que se pensa de uma forma mais ou menos organizada no papel de antes, no computador de hoje.

Talvez tudo que faça nem sempre terá tanto significado para quem lê, pois os estados de cada uma são diferentes pelo tempo e momento, e por isso a importãncia tem que ser para si, já que fazemos pelo gosto e que se isso tiver sentindo para você, então ótimo, mas se não, entenda que qual seja o teor do tema, profissional ou pessoal, amo a todos, pois levam o tudo que sou e por isso minha própria autenticidade.

Nunca gostei de ser cópia e assim vou levando a vida movendo-a pela sensação de que os ventos vão soprar levando-me na direção dos fatos, que somando ou não trarão de alguma forma experiências que podem adicionar algo sempre.

Quando buscamos pela própria evolução nunca lamentamos o que já se foi, pois sempre farão as partes que fundamentarão nossas construções, nossas buscas pelos pontos que transferem segurança, que fazem a composição de algo mais amplo, mais feliz.


LAÇOS QUE SE ENTRELASSAM (Sérgio Dal Sasso)

Se existe uma coisa que gosto tem a ver com o escrever, pois não tem coisa mais fascinante do que querer retratar e tentar traduzir o que se pensa de uma forma mais ou menos organizada no papel de antes, no computador de hoje.

Talvez tudo que faça nem sempre terá tanto significado para quem lê, pois os estados de cada uma são diferentes pelo tempo e momento, e por isso a importãncia tem que ser para si, já que fazemos pelo gosto e que se isso tiver sentindo para você, então ótimo, mas se não, entenda que qual seja o teor do tema, profissional ou pessoal, amo a todos, pois levam o tudo que sou e por isso minha própria autenticidade.

Nunca gostei de ser cópia e assim vou levando a vida movendo-a pela sensação de que os ventos vão soprar levando-me na direção dos fatos, que somando ou não trarão de alguma forma experiências que podem adicionar algo sempre.

Quando buscamos pela própria evolução nunca lamentamos o que já se foi, pois sempre farão as partes que fundamentarão nossas construções, nossas buscas pelos pontos que transferem segurança, que fazem a composição de algo mais amplo, mais feliz.


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