Mostrando postagens com marcador empatia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empatia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

É preciso liderar com o coração





É preciso liderar com o coração

* por Tom Coelho


"Conte-me e eu esqueço. Mostre-me e eu apenas me lembro.

Envolva-me e eu compreendo."

(Confúcio)


Dale Moss foi executivo da British Airways por mais de 20 anos liderando
cerca de 12 mil colaboradores. Sua experiência o ensinou que construir uma
boa equipe é responsabilidade do líder que deve inspirar as pessoas - mas
inspirando-se primeiro. Além disso, a performance é uma atribuição direta da
liderança organizacional. Por isso, se uma empresa não estiver se saindo
bem, vá direto ao topo!


Sua concepção de liderança envolve cinco atributos básicos:


1. Caráter. Contempla integridade, coragem e confiabilidade. A
expressão-chave é: liderar pelo exemplo.


2. Compromisso. Compreende desejo, foco e impulso. Trata-se de
comprometimento com as metas estabelecidas.


3. Competência. Baseia-se no conhecimento e, mais do que isso, na habilidade
de processá-lo alcançando a sabedoria. O desejo de aprender deve transformar
líderes em eternos estudantes da vida.


4. Comunicação. Deve ser frequente, ou seja, é preferível pecar pelo
excesso. Também precisa ser verdadeira, transparente e sensível com as
pessoas e as circunstâncias.


5. Interesse. Resumido em uma única palavra: empatia. Seja duro nas
questões, ao lidar com problemas, porém brando e flexível ao lidar com as
pessoas.


Além destes aspectos, Moss alerta os líderes para a importância da cultura e
dos valores corporativos. Transparência, responsabilidade e confiança são
bens supremos, assim como a integridade e a honra.


O mau hábito de usar da honestidade apenas quando se acredita que alguém
esteja olhando produziu empresas dignas de um "hall da vergonha", como Enron
e WorldCom.


Deve-se jogar para ganhar. Ir até onde for possível usando todos os recursos
de que se dispõe. Porém, liderança é um jogo de estilo. Não é o que você faz
que conta, mas como você faz.


Antes que você possa realmente liderar, tenha um código capaz de orientá-lo
pela vida. E lembre-se de que as pessoas não estarão lá para atender você,
mas você deverá estar a postos para atendê-las. Afinal, liderar é servir.



* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em
15 países. É autor de "Sete Vidas - Lições para construir seu equilíbrio
pessoal e profissional", pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro
livros. Contatos através do e-mail  tomcoelho@tomcoelho.com.br
>
www.tomcoelho.com.br e  <http://www.setevidas.com.br> www.setevidas.com.br.



É preciso liderar com o coração





É preciso liderar com o coração

* por Tom Coelho


"Conte-me e eu esqueço. Mostre-me e eu apenas me lembro.

Envolva-me e eu compreendo."

(Confúcio)


Dale Moss foi executivo da British Airways por mais de 20 anos liderando
cerca de 12 mil colaboradores. Sua experiência o ensinou que construir uma
boa equipe é responsabilidade do líder que deve inspirar as pessoas - mas
inspirando-se primeiro. Além disso, a performance é uma atribuição direta da
liderança organizacional. Por isso, se uma empresa não estiver se saindo
bem, vá direto ao topo!


Sua concepção de liderança envolve cinco atributos básicos:


1. Caráter. Contempla integridade, coragem e confiabilidade. A
expressão-chave é: liderar pelo exemplo.


2. Compromisso. Compreende desejo, foco e impulso. Trata-se de
comprometimento com as metas estabelecidas.


3. Competência. Baseia-se no conhecimento e, mais do que isso, na habilidade
de processá-lo alcançando a sabedoria. O desejo de aprender deve transformar
líderes em eternos estudantes da vida.


4. Comunicação. Deve ser frequente, ou seja, é preferível pecar pelo
excesso. Também precisa ser verdadeira, transparente e sensível com as
pessoas e as circunstâncias.


5. Interesse. Resumido em uma única palavra: empatia. Seja duro nas
questões, ao lidar com problemas, porém brando e flexível ao lidar com as
pessoas.


Além destes aspectos, Moss alerta os líderes para a importância da cultura e
dos valores corporativos. Transparência, responsabilidade e confiança são
bens supremos, assim como a integridade e a honra.


O mau hábito de usar da honestidade apenas quando se acredita que alguém
esteja olhando produziu empresas dignas de um "hall da vergonha", como Enron
e WorldCom.


Deve-se jogar para ganhar. Ir até onde for possível usando todos os recursos
de que se dispõe. Porém, liderança é um jogo de estilo. Não é o que você faz
que conta, mas como você faz.


Antes que você possa realmente liderar, tenha um código capaz de orientá-lo
pela vida. E lembre-se de que as pessoas não estarão lá para atender você,
mas você deverá estar a postos para atendê-las. Afinal, liderar é servir.



* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em
15 países. É autor de "Sete Vidas - Lições para construir seu equilíbrio
pessoal e profissional", pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro
livros. Contatos através do e-mail  tomcoelho@tomcoelho.com.br
>
www.tomcoelho.com.br e  <http://www.setevidas.com.br> www.setevidas.com.br.



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Empatia: Entenda o que é e use sem economia

Por Marcelo Veras*

Hoje encerro a série de sete reflexões sobre a competência “Relacionamento interpessoal”. Para isso, quero declarar, sem mais delongas, que a palavra que poderia mudar o mundo e principalmente a sua carreira é EMPATIA.
Antes de tudo, preciso dizer que odeio expressões casuais como "rolou uma empatia entre nós!" Que horror! Como a preguiça de consultar um mero dicionário pode ser prejudicial à vida em sociedade! Empatia é uma coisa. Simpatia, outra.

Por que acredito realmente que esta palavra pode mudar a sua vida e a sua carreira? Bom, vamos começar pela definição de EMPATIA, palavra que, no meu artigo anterior, ganhou status de “caminho das pedras” para quem quer descobrir como criar a poupança e o saldo nos seus relacionamentos profissionais. Empatia significa “se colocar no lugar do outro”. O termo que gosto de usar nas minhas aulas para deixar bem claro o que significa EMPATIA é o seguinte: Colocar os seus pés nos sapatos do outro. Esta metáfora carrega a essência deste tão importante conceito. É muito fácil alguém abrir a boca e falar coisas do tipo: - Ah, imagino como fulano deve ter sofrido. – Nossa! Isso deve ter sido duro para ela! Imagina nada! Ninguém tem a menor ideia do que é sentir algumas coisas. Só quem sente sabe. Por m ais que se explique um sentimento, seja ele bom ou ruim, ninguém pode senti-lo a não ser o “dono”. E esta incapacidade generalizada que o ser humano tem de sentir o que o outro sente é a causa de muitas mazelas, não só campo profissional.

E é aqui que se encontra o maior desafio da competência “Relacionamento interpessoal”. Para que você possa encontrar as formas de ajudar alguém no campo profissional, você deve, antes de mais nada, entender o momento desta pessoa, os seus objetivos, os seus desafios, os seus medos, as suas angústias e os seus dramas.

Deixei um desafio no artigo anterior. Pedi-lhe, como dever de casa, que pensasse em como poderia ajudar as pessoas as quais você decidiu colocar na sua rede de contatos, a fim de criar o seu saldo para o futuro. Pois bem, EMPATIA é o caminho. Você só vai conseguir ajudar alguém se você conseguir se colocar no lugar dessa pessoa. Ou seja, mesmo que ela não seja tão clara ou explícita – como a maioria não o é – você deve investir tempo e energia para se colocar no lugar dela e tentar, senão sentir a sua dor, ao menos prospectar alguma identificação com seus medos e suas inseguranças. Para isso, uma coisa talvez precise mudar imediatamente no seu comportamento. Talvez você deva parar de analisar as pessoas à sua volta de forma muito superficial e rápida, formando um juízo equivocado. Vejo muito isso nos corredor es das empresas e nos cafezinhos ou happy hours entre colegas. Falam e criticam alguém sem pudor e sem de fato conhecerem a pessoa. Essa turma vai se dar mal sempre. Talvez seja por isso que ficam patinando na carreira. Fuja desse time. Invista o seu tempo em compreender melhor as pessoas que convivem com você, sem preconceito e tentando sempre exercitar a EMPATIA. Você verá que, ao entender melhor o que uma pessoa da sua rede de contatos está sentindo, você poderá ser o apoio que ela está precisando. E isso, para o seu futuro profissional, terá um retorno sem precedentes. É assim que a vida funciona. E aqui me dou ao direito de enriquecer a citação bíblica já usada anteriormente. De: “É dando que se recebe”, para: “É dando as coisas certas que recebe”. Até o próximo!

*Vice-presidente acadêmico da ESAMC. Associate Partner da AYR Consulting – Consultoria de Inovação. Sócio-diretor da PRIME Educacional – Franqueada ESAMC. Professor de Marketing, Estratégia e Planejamento de Carreira de MBA na ESAMC. Palestrante e consultor de empresas nas áreas de Gestão de Carreiras e Marketing.

Empatia: Entenda o que é e use sem economia

Por Marcelo Veras*

Hoje encerro a série de sete reflexões sobre a competência “Relacionamento interpessoal”. Para isso, quero declarar, sem mais delongas, que a palavra que poderia mudar o mundo e principalmente a sua carreira é EMPATIA.
Antes de tudo, preciso dizer que odeio expressões casuais como "rolou uma empatia entre nós!" Que horror! Como a preguiça de consultar um mero dicionário pode ser prejudicial à vida em sociedade! Empatia é uma coisa. Simpatia, outra.

Por que acredito realmente que esta palavra pode mudar a sua vida e a sua carreira? Bom, vamos começar pela definição de EMPATIA, palavra que, no meu artigo anterior, ganhou status de “caminho das pedras” para quem quer descobrir como criar a poupança e o saldo nos seus relacionamentos profissionais. Empatia significa “se colocar no lugar do outro”. O termo que gosto de usar nas minhas aulas para deixar bem claro o que significa EMPATIA é o seguinte: Colocar os seus pés nos sapatos do outro. Esta metáfora carrega a essência deste tão importante conceito. É muito fácil alguém abrir a boca e falar coisas do tipo: - Ah, imagino como fulano deve ter sofrido. – Nossa! Isso deve ter sido duro para ela! Imagina nada! Ninguém tem a menor ideia do que é sentir algumas coisas. Só quem sente sabe. Por m ais que se explique um sentimento, seja ele bom ou ruim, ninguém pode senti-lo a não ser o “dono”. E esta incapacidade generalizada que o ser humano tem de sentir o que o outro sente é a causa de muitas mazelas, não só campo profissional.

E é aqui que se encontra o maior desafio da competência “Relacionamento interpessoal”. Para que você possa encontrar as formas de ajudar alguém no campo profissional, você deve, antes de mais nada, entender o momento desta pessoa, os seus objetivos, os seus desafios, os seus medos, as suas angústias e os seus dramas.

Deixei um desafio no artigo anterior. Pedi-lhe, como dever de casa, que pensasse em como poderia ajudar as pessoas as quais você decidiu colocar na sua rede de contatos, a fim de criar o seu saldo para o futuro. Pois bem, EMPATIA é o caminho. Você só vai conseguir ajudar alguém se você conseguir se colocar no lugar dessa pessoa. Ou seja, mesmo que ela não seja tão clara ou explícita – como a maioria não o é – você deve investir tempo e energia para se colocar no lugar dela e tentar, senão sentir a sua dor, ao menos prospectar alguma identificação com seus medos e suas inseguranças. Para isso, uma coisa talvez precise mudar imediatamente no seu comportamento. Talvez você deva parar de analisar as pessoas à sua volta de forma muito superficial e rápida, formando um juízo equivocado. Vejo muito isso nos corredor es das empresas e nos cafezinhos ou happy hours entre colegas. Falam e criticam alguém sem pudor e sem de fato conhecerem a pessoa. Essa turma vai se dar mal sempre. Talvez seja por isso que ficam patinando na carreira. Fuja desse time. Invista o seu tempo em compreender melhor as pessoas que convivem com você, sem preconceito e tentando sempre exercitar a EMPATIA. Você verá que, ao entender melhor o que uma pessoa da sua rede de contatos está sentindo, você poderá ser o apoio que ela está precisando. E isso, para o seu futuro profissional, terá um retorno sem precedentes. É assim que a vida funciona. E aqui me dou ao direito de enriquecer a citação bíblica já usada anteriormente. De: “É dando que se recebe”, para: “É dando as coisas certas que recebe”. Até o próximo!

*Vice-presidente acadêmico da ESAMC. Associate Partner da AYR Consulting – Consultoria de Inovação. Sócio-diretor da PRIME Educacional – Franqueada ESAMC. Professor de Marketing, Estratégia e Planejamento de Carreira de MBA na ESAMC. Palestrante e consultor de empresas nas áreas de Gestão de Carreiras e Marketing.

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

  Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação   Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...