quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Festival de Poesia falada de Varginha

FESTIVAL DE POESIA FALADA DE VARGINHA 2008
Edital de Convocação
Estão abertas a partir de 13 de Fevereiro de 2008 as inscrições para o “FESTIVAL DE POESIA FALADA DE VARGINHA” que será realizado em 28 de Junho de 2008 às 19 Horas no Teatro Marista Mestrinho em Varginha, Sul de Minas Gerais. A grande final será com 20 (vinte) finalistas em 28 de Junho de 2008 com os autores e seus respectivos intérpretes.
Qualquer pessoa que resida no Brasil e que escreva poesia em português pode participar do Festival de Poesia Falada de Varginha. O tema é Livre. Cada concorrente poderá inscrever apenas Três poemas em cinco vias digitadas ou datilografadas, com um limite máximo de duas laudas.
Obs: A poesia deverá ser inédita.
Eliminatória de Varginha será dia 27 de Junho de 2008
Os poetas de Varginha participarão de uma eliminatória dia 27 de Junho de 2008 às 19 Horas no Teatro Marista Mestrinho. Os três Poetas classificados no dia 27, participarão da grande final no dia 28 de Junho, juntamente com os dezessete classificados de outras cidades totalizando assim, 20 poetas participantes no Festival de Poesia Falada de Varginha.
Premiação simbólica para Varginha: 1º Lugar R$ 200,00, 2º Lugar: R$ 100,00, 3º Lugar: 100,00 e para o Melhor intérprete: R$ 100,00. Todos os premiados receberão troféus.
O trabalho deverá estar lacrado num envelope com os seguintes dados: a) título do poema; b) pseudônimo do autor; c)nome completo; d) número do RG e CIC; e) breve biografia; f) endereço, nº do Pis/Pasep ou Matricula do INSS, fone e e-mail e nome completo do intérprete e seus respectivos documentos.
Obs: Os textos deverão ser acompanhados por Pseudônimos.
INSCRIÇÃO
Os poemas e a ficha de inscrição deverão ser encaminhados ao “Festival de Poesia Falada de Varginha” impreterivelmente até 20 de Maio de 2008, prevalecendo à data do correio.Enviar para: “Festival de Poesia Falada de Varginha” – Rua Ivan de Souza – nº 35 – Jardim Bela Vista Varginha – MG Cep: 37.014.750. Maiores Informações sobre o Festival podem ser adquiridas pelo fone: (35) 3222-9016/ 9144-6136/ 9967-6998/ 9161-2285.
Será cobrada uma taxa de R$10,00 (Dez Reais) até 20/04/2008 e R$12,00 (Doze Reais) até 20/05/2008, para inscrição de cada poema. O depósito deverá ser feito na conta nº 00003555-5, agência 0163, operação 013. Caixa Econômica Federal. Em nome de Lindon Lopes da Silva. Deverá ser enviado xérox do comprovante de depósito juntamente com a ficha de inscrição.
De acordo com a comissão organizadora do Festival todos os poemas selecionados serão submetidos a três jurados, onde serão escolhidos os três melhores poemas e serão premiados por mérito literário à grande final no dia 28 de Junho de 2008. Os jurados julgarão e premiarão o melhor intérprete da noite.Ao fazer a inscrição, o autor estará concordando com as regras deste Festival.
Os poemas poderão ser interpretados pelos próprios autores ou por pessoas indicadas por eles. Os intérpretes poderão utilizar recursos audiovisuais como som, figurino, desde que não atrapalhe o andamento das audições. Na ausência de intérprete oficial previamente escolhido, o poema concorrente poderá ser lido para ter validade o julgamento literário. Cada intérprete terá no máximo 10 minutos para recitar o poema.Ultrapassado este tempo, o autor estará automaticamente desclassificado do Festival.
Sonoplastia/iluminação/adereços
Cada autor deverá trazer seu CD, MD com sua música gravada devidamente identificada. A comissão organizadora terá um técnico de sonoplastia e iluminação e não se responsabiliza em fornecer qualquer tipo de recursos aos intérpretes tipo, cenários, adereços. Todos os recursos usados estarão cargo dos autores. As músicas usadas e o tempo de sua duração na interpretação do poema deverá ser informada na ficha de inscrição. O uso de músicas acarretará uma taxa a ser decidida pelo ECAD, que deverá ser paga pelo autor do poema classificado.
A Comissão esclarece aos participantes que é expressamente proibido o uso de Fogo e Água nas interpretações dos poemas.
PRÊMIOS
A premiação da final será o seguinte: 1º Lugar – R$ 1.200,00 (Um Mil e Duzentos Reais) e Troféu. 2º Lugar – R$ 800,00 (Oitocentos reais) e Troféu. 3º Lugar – R$ 500,00 (Quinhentos reais) e Troféu. A premiação do intérprete será somente para o 1º Lugar R$ 500,00 (Quinhentos Reais) e Troféu.O pagamento da premiação do “Festival de Poesia Falada de Varginha” será pago mediante a assinatura de um “Recibo” com xerox de CPF ,Carteira de Identidade ,e nº do Pis/Pasep ou Matricula do INSS contendo os dados do premiado para apresentação na prestação de contas da “ Lei de Incentivo à Cultura”.
Os originais e cópias dos poemas não serão devolvidos aos seus autores após o término do Festival. Os participantes classificados (intérprete e autor) receberão “Certificados de Participação” após o encerramento do Festival.
Os resultados dos poemas selecionados serão divulgados em 06/06/2008 através de um ofício enviado pela comissão organizadora, ou através do e-mail, juntamente com as respectivas ordens de interpretação. A comissão organizadora selecionará os poemas e ficará responsável por adequá-los a disponibilidade.
A comissão organizadora oferecerá um coquetel de confraternização ou Jantar (Logo após o Festival) aos participantes, imprensa e convidados, hospedagem (de sábado para domingo) com café da manhã (no domingo) e também almoço no sábado. Esclarecemos que as bebidas (se for Jantar) serão pagas pelos convidados e participantes. Não será oferecida hospedagem aos classificados de Varginha-MG.
O desrespeito a qualquer item deste regulamento acarretará na eliminação do participante.A inscrição implica na total aceitação pelos autores das normas deste regulamento• As decisões da Comissão Julgadora serão irrecorríveis.
A COORDENAÇÃO
Tadeu Terra, Lindon Lopes e Marcos Misael
Rua Ivan de Souza, nº 35 - Jardim Bela Vista.
Cep: 37014-750 - Varginha/MG
Fone: (35)3222-9016 Celulares: (35)9967-6998/ (35)9144-6136/9161-2285
E-mail: festpoesiavga@yahoo. com.br
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Carta abierta al Órgano Asesor de la Convención sobre Diversidad Biológica, exigiendo la prohibición de la liberación de árboles genéticamente manipul
El 19 de febrero de 2008, un gran número de organizaciones de la sociedad civil enviaron una carta abierta a los miembros del Órgano Subsidiario de Asesoramiento Científico, Técnico y Tecnológico de la Convención sobre Diversidad Biológica -.reunidos en Roma durante esta semana- expresando su “profunda preocupación” sobre la manipulación genética en árboles.
En el transcurso de tan sólo una semana, la carta fue firmada por 138 organizaciones de países donde se están realizando investigaciones (o se han hecho en los últimos años) en materia de manipulación genética de árboles,. Estos países son: Alemania, Aotearoa / Nueva Zelanda, Australia, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, España, Estados Unidos, Finlandia, Francia, Holanda, Italia, Japón, Polonia, Portugal , Reino Unido y Suecia.
Los firmantes comienzan planteando que su "preocupación se origina, en primer lugar, en el hecho de que la manipulación genética que se está llevando a cabo apunta a consolidar y expandir un modelo de monocultivos de árboles que ya ha demostrado resultar en graves impactos sociales y ambientales en muchos de nuestros países."
La carta aporta una serie de ejemplos sobre como las investigaciones que se están realizando impactarían en el medio ambiente, dado que los árboles están siendo manipulados para lograr:
- crecimiento más rápido, lo que significaría "agravar aún más los impactos ya constatados sobre el agua", dado que esto "significaría un uso mayor de agua por parte de las plantaciones."
- resistencia a bajas temperaturas -con el fin de plantar árboles en las regiones más frías y en las zonas más altas de las montañas- lo que " implicaría impactos sociales y ambientales en áreas aún no impactadas por los actuales monocultivos."
- árboles con propiedades insecticidas para hacerlos resistentes a insectos, cuyo "resultado podría ser la mortandad de una cantidad de otras especies de insectos, con los consiguientes impactos sobre las cadenas alimenticias de la fauna local."
- resistencia a herbicidas, lo que "implicaría impactos sociales y ambientales aún mayores, destrucción de flora local y afectaría la salud de la gente."
- mayor contenido de celulosa, lo que implicaría una "menor cantidad de lignina, componente que le da fuerza estructural a los árboles", lo que "los haría susceptibles de sufrir daños durante las tormentas de viento."
Las organizaciones firmantes recuerdan a los delegados de los países que "en la última Conferencia de las Partes del Convenio sobre Diversidad Biológica (COP8) se adoptó la decisión VIII/19", que “Recomienda a las Partes adoptar enfoques de precaución al tratar la cuestión de los árboles genéticamente modificados”. En base a ello, les solicitan que recomienden a la Convención "que prohíba definitivamente los árboles genéticamente manipulados --incluyendo los ensayos de campo-- debido a los graves riesgos que ello implica para la diversidad biológica de nuestro planeta."
Ver texto completo de la carta y firmas en:
http://www.wrm.org.uy/actores/CBD/SBSTTA13/Carta_paises_arboles_GM.pdf
En el transcurso de tan sólo una semana, la carta fue firmada por 138 organizaciones de países donde se están realizando investigaciones (o se han hecho en los últimos años) en materia de manipulación genética de árboles,. Estos países son: Alemania, Aotearoa / Nueva Zelanda, Australia, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, España, Estados Unidos, Finlandia, Francia, Holanda, Italia, Japón, Polonia, Portugal , Reino Unido y Suecia.
Los firmantes comienzan planteando que su "preocupación se origina, en primer lugar, en el hecho de que la manipulación genética que se está llevando a cabo apunta a consolidar y expandir un modelo de monocultivos de árboles que ya ha demostrado resultar en graves impactos sociales y ambientales en muchos de nuestros países."
La carta aporta una serie de ejemplos sobre como las investigaciones que se están realizando impactarían en el medio ambiente, dado que los árboles están siendo manipulados para lograr:
- crecimiento más rápido, lo que significaría "agravar aún más los impactos ya constatados sobre el agua", dado que esto "significaría un uso mayor de agua por parte de las plantaciones."
- resistencia a bajas temperaturas -con el fin de plantar árboles en las regiones más frías y en las zonas más altas de las montañas- lo que " implicaría impactos sociales y ambientales en áreas aún no impactadas por los actuales monocultivos."
- árboles con propiedades insecticidas para hacerlos resistentes a insectos, cuyo "resultado podría ser la mortandad de una cantidad de otras especies de insectos, con los consiguientes impactos sobre las cadenas alimenticias de la fauna local."
- resistencia a herbicidas, lo que "implicaría impactos sociales y ambientales aún mayores, destrucción de flora local y afectaría la salud de la gente."
- mayor contenido de celulosa, lo que implicaría una "menor cantidad de lignina, componente que le da fuerza estructural a los árboles", lo que "los haría susceptibles de sufrir daños durante las tormentas de viento."
Las organizaciones firmantes recuerdan a los delegados de los países que "en la última Conferencia de las Partes del Convenio sobre Diversidad Biológica (COP8) se adoptó la decisión VIII/19", que “Recomienda a las Partes adoptar enfoques de precaución al tratar la cuestión de los árboles genéticamente modificados”. En base a ello, les solicitan que recomienden a la Convención "que prohíba definitivamente los árboles genéticamente manipulados --incluyendo los ensayos de campo-- debido a los graves riesgos que ello implica para la diversidad biológica de nuestro planeta."
Ver texto completo de la carta y firmas en:
http://www.wrm.org.uy/actores/CBD/SBSTTA13/Carta_paises_arboles_GM.pdf
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
A Universal é Seita?
Acho eu que foi uma forcação de barra este negócio de chamar a Igreja Universal de seita (feita por alguns órgãos da grande imprensa neoliberal).
domingo, 17 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Manifesto dos Sociólogos
A Secretaria de Educação de SP – na contramão da lei aprovada pelo MEC e pelo CNE – vetou a implementação de sociologia no ensino médio, com isso cerca de mil professores ficaram sem aulas. Estamos organizando uma série de atividades entre elas esse manifesto assinado por acadêmicos, dirigentes sindicais, artistas, escritores, políticos etc.
Gostaria que assinasse e divulgasse P/ Sinsesp/GT de Sociologia da APEOESP PS...caso assinem peço que enviem à manifestodossociologos@ig.com.br
*Manifesto pela Obrigatoriedade da Sociologia
no Ensino Médio no Estado de São Paulo*
A Resolução 92/07 da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEE) vetou aos estudantes das escolas públicas de Ensino Médio a possibilidade de estudarem a disciplina de Sociologia. A Resolução caminha na contramão da medida aprovada no Conselho Nacional de Educação e sancionada pelo ministro da Educação Fernando Haddad, que em 11 de agosto de 2006 determinou, através da Resolução 04/06, que Sociologia e Filosofia voltassem a compor a grade curricular das escolas públicas e privadas do Brasil já em 2008. Todos os outros 25 Estados e o Distrito Federal acataram essa determinação do CNE.
A SEE/SP está em desacordo com os rumos gerais da educação brasileira, que busca superar os anos de tirania e arbítrio democratizando o ensino, promovendo a cidadania e o espírito critico, tarefa esta que a Sociologia tanto como disciplina especializada como transversalmente ligada a um amplo campo temático (história social, política, sociologia econômica, direitos humanos, profissões, formações identitárias e subjetividade, relações sociais e movimentos sociais entre outros), é capaz de promover por meio de estudos de casos, pesquisas ou de teorizações gerais.
Ao privar os estudantes do Estado de São Paulo do ensino de Sociologia, a SEE/SP, a Secretária e Professora Maria Helena Guimarães de Castro que é socióloga e o Governador José Serra discriminam e negam à juventude paulista um ensino igual em ofertas, qualidades e direitos ao dos demais jovens brasileiros.
Solicitamos assim, a modificação da Resolução 92/07 de tal forma que seja garantido o ensino de Sociologia como componente da grade curricular no Estado de São Paulo como meio de promover a cidadania e superar a discriminação.
São Paulo, 7 de fevereiro de 2008.
Gostaria que assinasse e divulgasse P/ Sinsesp/GT de Sociologia da APEOESP PS...caso assinem peço que enviem à manifestodossociologos@ig.com.br
*Manifesto pela Obrigatoriedade da Sociologia
no Ensino Médio no Estado de São Paulo*
A Resolução 92/07 da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEE) vetou aos estudantes das escolas públicas de Ensino Médio a possibilidade de estudarem a disciplina de Sociologia. A Resolução caminha na contramão da medida aprovada no Conselho Nacional de Educação e sancionada pelo ministro da Educação Fernando Haddad, que em 11 de agosto de 2006 determinou, através da Resolução 04/06, que Sociologia e Filosofia voltassem a compor a grade curricular das escolas públicas e privadas do Brasil já em 2008. Todos os outros 25 Estados e o Distrito Federal acataram essa determinação do CNE.
A SEE/SP está em desacordo com os rumos gerais da educação brasileira, que busca superar os anos de tirania e arbítrio democratizando o ensino, promovendo a cidadania e o espírito critico, tarefa esta que a Sociologia tanto como disciplina especializada como transversalmente ligada a um amplo campo temático (história social, política, sociologia econômica, direitos humanos, profissões, formações identitárias e subjetividade, relações sociais e movimentos sociais entre outros), é capaz de promover por meio de estudos de casos, pesquisas ou de teorizações gerais.
Ao privar os estudantes do Estado de São Paulo do ensino de Sociologia, a SEE/SP, a Secretária e Professora Maria Helena Guimarães de Castro que é socióloga e o Governador José Serra discriminam e negam à juventude paulista um ensino igual em ofertas, qualidades e direitos ao dos demais jovens brasileiros.
Solicitamos assim, a modificação da Resolução 92/07 de tal forma que seja garantido o ensino de Sociologia como componente da grade curricular no Estado de São Paulo como meio de promover a cidadania e superar a discriminação.
São Paulo, 7 de fevereiro de 2008.
Assinar:
Postagens (Atom)
Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano
Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...
-
Agência Brasil030712 ANT1914 Brasília - O presidente do Senado, José Sarney, recebe o presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oli...
-
Autor: Dhiogo Caetano Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida; viver é ser livre me...
