sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

UNS ERRAM E OUTROS PERDEM
(Autor: Antonio Brás Constante)

Há algum tempo atrás escrevi uma frase que dizia: “ninguém cometeu maior erro do que aquele que errou ao fazer tudo errado”. Frase estranha, com palavras esquisitas, que não soou legal, coisa mesmo de biruta. Nestes últimos dias, porém, a tal frase voltou as minhas lembranças, trazida por minha eterna professora, que certamente também dá aulas para você, sendo conhecida como VIDA.

Dona vida, educadora severa, que puxa as orelhas de quem quiser. Castiga e põe de joelhos, faz até marmanjo chorar. Com ela não tem rebeldia. Se alguém tentar matar aula, morre no mesmo dia. Mas ela, em sua essência, não pode ser taxada com alcunha de malvada, pois antes de reprovar qualquer vivente, ainda lhes dá a chance de fazerem um exame... De consciência (e é exatamente aí que tantos desperdiçam suas oportunidades de acertar aquilo que está errado).

Ela se reflete em ações, frutos de nossas próprias avaliações, onde até mesmo uma frase citada no início do primeiro parágrafo, ganha um sentido mais adequado. Uma frase, renascida talvez de um fato. Algo que em um mundo nada perfeito seria perfeitamente normal, mas que em nosso universo ainda gera decepção. Vou lhes dar como exemplo uma premiação.

Imagine que você possui um dom. Algo que lhe permite transformar tinta através do pincel em desenhos no papel. Agora imagine este seu talento levando-o a participar de um concurso em forma de salão, voltado para este tipo de exposição. Você envia suas obras e é agraciado com a notícia de que um de seus trabalhos foi contemplado, teve menção honrosa, bastando ir ao evento cultural para receber a recompensa por este ato de proeza.

Você então chega ao local da premiação, que ficaria algumas dezenas de quilômetros de sua morada, mas que poderia ser em outro estado, quem sabe outro País. O fato é que você vai até lá prestigiar o evento. Participa da cerimônia de entrega das premiações, recebendo do próprio patrono da imprensa da cidade (onde tudo foi organizado), o seu troféu e um certificado.

O artista, não cabe em si de tão maravilhado, mostra o troféu aos amigos, abre um espaço de honra em sua estante para coloca-lo. Sente-se, sobretudo, valorizado por esta conquista. Então toca o telefone, a voz do outro lado da linha, inicia a conversa se identificando e tecendo elogios ao artista, para enfim informar-lhe que terá de devolver o troféu recebido. Foi tudo um engano. Aceite um pedido de desculpas, por telefone, e assim que puder volte até nossa cidade trazendo aquilo que há poucas noites recebeu, para que possamos entregar a outro artista algo que você achava ser seu. Tudo muito discreto e informal. Por favor, não nos leve a mal, ainda é seu o certificado. Apenas iremos alterar sua foto* em nosso site, para sumir com os vestígios deste erro brutal...

Erros acontecem, e são como dominós em fila que caem. Está é uma das lições que aprendemos nesta vida. Afinal, quem nunca errou, cometendo um erro ainda maior ao fazer tudo errado? (Texto dedicado ao amigo Zé Gadis).

(*) NOTA SOBRE O TEXTO: Para quem ficou na dúvida se este é um texto de ficção baseado em fatos reais, ou um texto real baseado em acontecimentos fictícios, convido a todos para olharem a foto citada no penúltimo parágrafo, disponível no meu blog: http://abrasc.blogspot.com/ ou no site pessoal: www.abrasc.pop.com.br, pretendo também coloca-la no ORKUT.

E-mail: abrasc@terra.com.br

(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".

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domingo, 23 de dezembro de 2007

OBJETOS PERDIDOS E BEM ESQUECIDOS - (AUTOR: Antonio Brás Constante)

OBJETOS PERDIDOS E BEM ESQUECIDOS
(AUTOR: Antonio Brás Constante)

Geralmente as coisas perdidas pelas pessoas causam-lhes verdadeiro pânico. Perder um relógio, um anel ou mesmo uma carteira traz transtornos e sofrimentos aos seus donos, que por um azar do destino, ficam sem seus utensílios que, ou eram muito úteis, ou muito importantes ou muito caros.

Existem todos os tipos de acontecimentos que nos levam a perder algo. Um esbarrão, ou mesmo um bolso folgado, um furo na calça ou bolsa. Há quem consiga perder as chaves da casa (dentro de casa), os óculos ou mesmo o endereço anotado com todo cuidado.

Outros chegam ao extremo de esquecerem onde colocaram os lembretes que deveriam informar-lhes exatamente das coisas que não poderiam esquecer. Porém, nem tudo que é perdido se deseja reencontrar, um bom exemplo são as famigeradas balas perdidas, que vivem soltas e voando pelo ar a procura de alguma parede, árvore ou corpo para se alojar (existem até campanhas sobre o assunto, tais como: “adote uma bala perdida em seu coração”, para saber mais acesse www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc).

Essas balas em geral, nunca acham o caminho de volta para comungarem com o “indivíduo” que as disparou, ao contrário, se afastam dele o máximo possível, encontrando idosos e crianças entre outras vítimas inocentes, que acabam se transformando em moradia temporária para elas. Ainda assim, tem gente que insiste em dizer que não quer falar sobre o assunto, para eles esta história de balas perdidas entra por um ouvido e sai pelo outro. Esse é um tipo de atração realmente fatal (e sem a cruzada de pernas da Sharon Stone), para quem por acidente encontra estes minúsculos projéteis perdidos e mortais.

Uma das causas mais freqüentes para a perda de pertences é a bebedeira. Através dela as pessoas perdem a noção do ridículo, o caminho de casa, o casamento, ou algumas vezes o celular. Por exemplo, fulano acorda às onze horas da manhã, com uma bruta dor de cabeça. A última coisa de que se recorda é que pediu o quinto uísque em um bar perto do serviço, não lembrando mais o que lhe motivou a ir beber, mas ao verificar seus pertences descobre que seu celular sumiu. Imediatamente liga para o número de seu telefone:

- Alô? Aqui é o Clovis. Olha este celular aí é meu. Onde posso pegá-lo?

- Sim, claro. Aqui é da boate super alegre “pepino feliz”, realmente estávamos atrás do dono deste aparelho, que entre outras coisas, fez um belíssimo strip-tease em cima do balcão de bebidas, antes de sair acompanhado de dois belos rapazes vestidos de marinheiros. Era o senhor?

- Err... Não... Desculpe, foi engano.

Realmente, existem coisas que devem permanecer perdidas, e as lembranças de uma bebedeira, são um bom exemplo...


E-mail: abrasc@terra.com.br

(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
BLOG (me rendi a este tal de blog) : http://abrasc.blogspot.com/
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domingo, 16 de dezembro de 2007

MANUAL BÁSICO DE INSTRUÇÕES DO SER HUMANO

MANUAL BÁSICO DE INSTRUÇÕES DO SER HUMANO
(Antonio Brás Constante)

Como seria bom se os seres humanos viessem com algum tipo de manual de instruções, ou pelo menos uma etiqueta que pudesse identificar do que são feitos e as precauções para com eles. Mas, provavelmente apareceria na etiqueta a frase: “material 100% inexplicável”. As instruções diriam que a tristeza pode causar-lhes vazamentos pelos olhos e a alegria ocasionar ruídos estranhos através de suas bocas. Haveria informações descrevendo como eles se ofendem com meras palavras, ou mesmo matam por meros trocados. Seria avisado que sofrimentos, decepções, amarguras e ressentimentos, machucariam seus corações e poderiam servir de estopim para desencadear muitos gestos irracionais, irresponsáveis e até fatais.

Logo na primeira página apareceria impressa a palavra “IMPORTANTE”, destacada em vermelho, e seguida de uma mensagem alertando ser expressamente proibido o contato da raça humana com serpentes falantes, maçãs proibidas, fogo, pólvora e, principalmente, PLUTÔNIO. Também diria que não é aconselhável agitá-los em hipótese alguma (no máximo umas palmadas ao nascer), porque quando agitados, entram facilmente em guerra (você não deixou eles perto do plutônio, deixou?), transformando suas ações em algo muito pior do que qualquer lixo radioativo.

Seria descrito que, mesmo acreditando que são os únicos no universo com capacidade criativa, a grande maioria dos humanos duvida de suas próprias aptidões, apegando-se a utópicos ícones, procurando encontrar neles, aquilo que estaria disponível dentro de si mesmos. Nas folhas do manual, estaria escrito que as pessoas possuem algo chamado de “inteligência”, e que esta propriedade altamente desenvolvida, causa-lhes rompantes (muitas vezes permanentes) de burrice, realizando atitudes imbecis contra tudo e contra todos. Falaria dos abusos cometidos contra outros seres vivos, utilizados como meros objetos. Ou daqueles que julgam a sua nação melhor do que as outras, tentando a todo custo subjugar e dominar os demais povos do planeta. Boa parte do texto preveniria sobre a ignorância dos que acham que sua cor de pele, opção sexual ou mesmo que suas crenças são superiores, e que por isso podem escravizar, humilhar, ou assassinar os que se mostram diferentes deles. Tantos seres mergulhados no mais puro egoísmo e estupidez.

Ainda assim, o manual teria páginas repletas de esperança, lembrando que muitos são os que superam suas origens animais e animalescas, tornando-se algo considerado adequado para os novos padrões ISO 2008 de qualidade em prol da vida. Pois, o ser humano também consegue ser humano, dispondo de capacidade para rir das próprias desgraças, superar limites, sorrir e sonhar.

Enfim, a energia que impulsiona a humanidade, provém do pior e do melhor material de toda existência. Algo que nos torna aptos a amar e a odiar. Doar ou roubar. Salvar ou matar. Construir ou destruir. Entre tantas outras coisas que iniciam através de um simples gesto que move nossas vidas: O ato de pensar.


TOCANDO O INALCANÇÁVEL
(Autor: Antonio Brás Constante)

O meu dedo apontou para o horizonte,
mas sua pele nada ali tocou;

Mesmo meus olhos que enxergam tão longe,
fitaram apenas paisagens sem valor;

Tentei com a mente, tão criativa,
mas a coitada me decepcionou;

Somente então tentei com a alma,
que alcançou enfim o que eu buscava
E nunca mais pra mim voltou.

E-mail: abrasc@terra.com.br

(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
BLOG (me rendi a este tal de blog) : http://abrasc.blogspot.com/
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sábado, 15 de dezembro de 2007

Viva Oscar!



Brasília - O Congresso Nacional, uma das obras do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, que completa 100 anos hoje Foto: José Cruz/ABr

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Haicais em Setembro

Haicais em Setembro
Lançamento

Dia 19/12/2007, às 16:00h, na Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller
Alameda Duque de Caxias, Blumenau SC


Mais uma realização do Projeto Palavras Azuis !

Co-autores

Ana Marina Godoy
Benedita Azevedo
Isnelda Weise
Lorreine Beatrice
Luiz Eduardo Caminha
Maria de Lourdes Scottini Heiden
Tchello d' Barros
Terezinha Manczak
Débora Novaes de Castro
Rosane Zanini
Marlene Hüskes
Clevane Pessoa:Haruko

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Disco solo de Fernanda Takai é eleito melhor disco do ano de 2007 pela APCA

Em assembléia realizada na noite desta terça-feira, 11 de dezembro, no Sindicato dos Jornalistas do Estado de S. Paulo, a APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) escolheu os melhores de 2007. Na categoria música popular, Fernanda Takai ganhou com o melhor disco “Onde Brilhem os Olhos Seus”. Votaram: Inês Correia, Pedro Alexandre Sanches e José Norberto Flesch.

Seis razões para diminuir o lixo no mundo


Livro propõe o gerenciamento do próprio lixo, acompanhando tendência internacional de conscientização ambiental



Por ano, 30 bilhões de toneladas de lixo são jogadas no nosso planeta. 88% do lixo doméstico é descarregado em aterros sanitários. Em países mais desenvolvidos, a produção de lixo diária, por habitante, é de cerca de 3,2 Kg. Produzimos cerca de 80 milhões de toneladas de plástico por ano. Só no Brasil, 100 milhões de pneus estão espalhados nos aterros, rios, terrenos baldios e em mais de 3 mil lixões distribuídos pelo País.Com o aumento gradativo do buraco na camada de ozônio e do aquecimento global provocados pela emissão de gases poluentes, cresceu a consciência mundial, chamando a atenção da humanidade para a questão da geração e do destino do lixo. É natural, portanto, que se trabalhe essa consciência ambiental especialmente com as novas gerações.Trilhando este caminho, a Escrituras Editora publica Seis razões para diminuir o lixo no mundo, terceiro livro da série, iniciada pelo Seis razões para amar a natureza e Seis razões para cuidar bem da água, todos de autoria do professor Nílson Machado, da Faculdade de Educação da USP, e da pedagoga Silmara Casadei, com ilustrações de Vera Andrade.Escrito em linguagem poética extremamente lúdica, o jovem leitor descobre a origem da palavra lixo e seus diferentes tipos; a história do lixo na Pré-História, na Mesopotâmia, na Roma Antiga, na Idade Média; a criação do primeiro depósito de lixo do mundo; os primeiros serviços de coleta; as transformações surgidas com a Revolução Industrial, o surgimento das primeiras incineradoras; os 3Rs -- reduzir, reutilizar e reciclar
-- na prática: a exploração de recursos naturais, o consumo de energia, a poluição do solo, da água e do ar, os aterros sanitários, o desperdício de produtos reutilizáveis e alimentos, os gastos com a limpeza urbana, a geração de emprego e renda pela comercialização dos produtos recicláveis.
O livro mostra também os sucateiros como verdadeiros agentes ambientais e, finalmente, propõe a consciência do gerenciamento do próprio lixo.No final da obra, os autores apresentam projetos que obtiveram sucesso na revitalização de cidades que cuidam do meio ambiente, como Florianópolis, no reaproveitamento de brinquedos e outros objetos e o Banco de alimentos criado pela Ceagesp (São Paulo), indicando receitas culinárias com sobras. Propõem o teste (individual) da Pegada Ecológica, para analisar o impacto humano na Terra, e apresentam sugestões bibliográficas, além de abrir espaço para a criança planejar ações e projetos de reciclagem.Sobre os autores e a ilustradora:Nílson José Machado nasceu em Olinda, Pernambuco, mas vive em São Paulo desde 1969. É professor de cursos de graduação e pós-graduação na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Escreveu diversos livros, frutos de seu trabalho acadêmico, como Matemática e Língua Materna, Epistemologia e Didática, Cidadania e Educação, Educação: projetos e valores e Conhecimento e Valor. Também é autor de mais de uma dezena de livros infantis, todos escritos em linguagem poética -- Bichionário, Lua e Sol, Cidadania é Quando..., Anão e Gigante -- e a coleção Histórias de contar, quejá abriga seis títulos: Contando de um a dez, Contando com o relógio, Amigos para ler e contar, Contando com o espelho, O pirulito do pato e A peteca do pinto.Silmara Rascalha Casadei nasceu em São Paulo (SP), é pedagoga e MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Mestranda em Educação na PUC-SP, trabalha com crianças e jovens há 25 anos. Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo. É autora de projetos de Educação Familiar eEducação para a Paz, dentre eles: Programa Convivendo em Família e Qualidade de vida para as crianças. É co-autora do projeto Voluntários da Paz e Leia -- Aprendendo a ler o mundo. Autora de livros para a infância e poetisa, sua paixão é escrever para ajudar o planeta. Orvalhinho - O médico de corações, Leia para crianças, Solidariedade na escola cidadã, O mundo encantado, Poemas dos Campos e Poemas do Mar são alguns de seus livros.Vera Andrade nasceu em São Paulo (SP) e formou-se em Comunicação Visual pela FAAP. É professora de Artes Plásticas, diagramadora, designer gráfica, diretora de arte, ilustradora e autora de histórias infantis. Já ilustrou mais de dez livros, sendo que de um deles -- Shortestórias -- é também autora.Consultoria: Michele Rascalha, bióloga e especialista em Educação Ambiental - USP.
Título: Seis razões para diminuir o lixo do mundo
texto: Nílson José Machado e Silmara Rascalha Casadei
Ilustrações: Vera Andrade
Coleção: Escritinha
Gênero: Literatura infantil
ISBN: 978-85-7531-276-6
Formato: brochura, impresso em papel Reciclato, 20,5 X 20,5 cm
Páginas: 56
Peso: 200 g
Preço: R$ 18,00
Escritinha - selo infanto-juvenil da Escrituras Editora

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

  Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação   Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...