| O arquipélago Gulag Tenho-a como testemunha Imaterial Imemorial Do meu tempo Da minha vida São arquipélagos a se formar São multidões aprisionadas No consumo Na frente da T.V São arquipélagos a formar-se São multidões sem fim. Por detrás da cortina De ferro De aço... Fui vitimizado No meu cotidiano No meu trabalho Na minha casa Samuel C. Costa Cronista e poeta em Itajaí/SC |
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