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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Integrante do Projeto Arqueria Indígena do Amazonas é convocado para a seleção brasileira de Tiro com Arco
Jovem de 17 anos do projeto da Fundação Amazonas Sustentável (FAS) se apresenta no próximo dia 05 de janeiro
Manaus, 19 de dezembro de 2014 - O atleta amazonense Dream Braga da Silva, da etnia Kambeba, localizada no rio Cueiras, na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Negro, é o novo integrante da seleção brasileira de Tiro com Arco. O Arqueiro Indígena se junta a outros sete na lista de convocados pela Confederação Brasileira de Tiro com Arco (CBTARCO) que deve se apresentar no dia 05 de janeiro de 2015, no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito na última terça-feira (16/12).
Dream é integrante do projeto Arqueria Indígena, da Fundação Amazonas Sustentável (FAS) que conta com a parceria do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Desporto e Lazer do Amazonas (Sejel), a Federação Amazonense de Tiro com Arco (FATARCO) e apoio da Confederação das Organizações e Povos Indígenas do Amazonas (Coipam), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e a Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (SEIND). O Projeto conta com o apoio financeiro da BEMOL, por meio da Lei do Esporte. O jovem de 17 anos pratica o esporte há apenas um ano. Iniciado em 2012, o projeto visa contribuir para a popularização da arqueria e fortalecer a imagem e autoestima das populações indígenas da Amazônia.
"Esse é mais um resultado extremamente positivo deste projeto: uma iniciativa pioneira e ousada empreendida pela FAS e instituições parcerias. Os jovens arqueiros indígenas, com menos de um ano de treinamento, ganharam medalhas de ouro (2), prata e bronze (2) no último Campeonato Brasileiro. A convocação do Dream é uma utopia se transformando em realidade. Nossa meta é participar da Olimpíada Rio-2016 e conquistar uma medalha. Isso parecia totalmente impossível quando idealizamos o projeto e agora já é uma possibilidade concreta", afirma Virgílio Viana, superintendente geral da FAS e idealizador do projeto.
A convocação vem logo após Dream participar de duas competições nacionais no Rio de Janeiro. Em uma delas, o 7º Campeonato Brasileiro Infantil, Cadete e Juvenil Outdoor, conquistou a medalha de bronze na Equipe Mista Arco Recurvo Juvenil.
"Dream foi o primeiro menino, da primeira seletiva nas comunidades, a ganhar o ouro. Estamos muito felizes que o nosso principal objetivo, a inclusão e integração social, está criando frutos. Para nós este já é o ouro", afirma Marcia Lot, coordenadora do projeto e caça-talentos responsável por encontrar os jovens nas comunidades do Amazonas.
A iniciativa foi aprovada na Lei de Incentivo ao Esporte (Lei nº 11.438/06), na portaria que estabelece 100% de benefícios fiscais para pessoas físicas ou jurídicas ao estimularem o desenvolvimento do esporte nacional, por meio da doação para projetos desportivos e para-desportivos. O projeto conta com patrocínio do Grupo Bemol/Fogás, do Amazonas.
Dream é integrante do projeto Arqueria Indígena, da Fundação Amazonas Sustentável (FAS) que conta com a parceria do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Desporto e Lazer do Amazonas (Sejel), a Federação Amazonense de Tiro com Arco (FATARCO) e apoio da Confederação das Organizações e Povos Indígenas do Amazonas (Coipam), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e a Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (SEIND). O Projeto conta com o apoio financeiro da BEMOL, por meio da Lei do Esporte. O jovem de 17 anos pratica o esporte há apenas um ano. Iniciado em 2012, o projeto visa contribuir para a popularização da arqueria e fortalecer a imagem e autoestima das populações indígenas da Amazônia.
"Esse é mais um resultado extremamente positivo deste projeto: uma iniciativa pioneira e ousada empreendida pela FAS e instituições parcerias. Os jovens arqueiros indígenas, com menos de um ano de treinamento, ganharam medalhas de ouro (2), prata e bronze (2) no último Campeonato Brasileiro. A convocação do Dream é uma utopia se transformando em realidade. Nossa meta é participar da Olimpíada Rio-2016 e conquistar uma medalha. Isso parecia totalmente impossível quando idealizamos o projeto e agora já é uma possibilidade concreta", afirma Virgílio Viana, superintendente geral da FAS e idealizador do projeto.
A convocação vem logo após Dream participar de duas competições nacionais no Rio de Janeiro. Em uma delas, o 7º Campeonato Brasileiro Infantil, Cadete e Juvenil Outdoor, conquistou a medalha de bronze na Equipe Mista Arco Recurvo Juvenil.
"Dream foi o primeiro menino, da primeira seletiva nas comunidades, a ganhar o ouro. Estamos muito felizes que o nosso principal objetivo, a inclusão e integração social, está criando frutos. Para nós este já é o ouro", afirma Marcia Lot, coordenadora do projeto e caça-talentos responsável por encontrar os jovens nas comunidades do Amazonas.
A iniciativa foi aprovada na Lei de Incentivo ao Esporte (Lei nº 11.438/06), na portaria que estabelece 100% de benefícios fiscais para pessoas físicas ou jurídicas ao estimularem o desenvolvimento do esporte nacional, por meio da doação para projetos desportivos e para-desportivos. O projeto conta com patrocínio do Grupo Bemol/Fogás, do Amazonas.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Artesanato é opção para presente de Natal na região de 15 Subprefeituras
São mais de 25 feiras espalhadas pela
cidade, algumas delas são montadas especialmente para essa data
Quem
ainda não encontrou os presentes de Natal para os familiares e amigos, pode
contar com a variedade de artesanatos nas mais de 25 feiras espalhadas pela
cidade. Algumas feiras foram instaladas, com exclusividade, para as
comemorações do fim de ano, em subprefeituras como: Aricanduva/Formosa,
Pinheiros, Pirituba/Jaraguá, Perus e Santo Amaro.
Em
Pinheiros, neste sábado (7), será a 13ª edição do “Noel na Vila Madalena”, na
rua Fradique Coutinho, entre 9h e 18h30. Trata-se de um encontro de
aproximadamente 100 expositores com produtos como: pintura, escultura,
customização de peças, calçados, decoração, entre outras.
Também
em Pinheiros, a população pode visitar a “Feira de Arte, Cultura e Lazer”, na
praça Benedito Calixto, aos sábados, das 8h às 20h; a Feira de Antiguidades e
Design do Mube, rua Alemanha, 221, aos domingos, das 10h às 18h; a Feira de
artes da praça Omanguás, aos sábados, das 10h às 16h; a Feira de Artes e
Artesanato Lions Monções, na esquina da rua Flórida com a rua Nova
Independência, às quintas-feiras, das 10h às 16h (Confira todas as feiras
abaixo).
Na zona Oeste, na Lapa, a Feira de
Arte, Artesanato e Antiguidades está na Praça Cornélia e acontece todas as
sextas-feiras e sábados, entre 9h e 17h. Já na Vila Mariana, tem a “Feira de
Artes plásticas, Artesanatos e Antiguidades”, na Praça Nossa Senhora Aparecida,
as quartas, sextas e domingos, das 9h às 17h.
Na zona Norte, na Freguesia do Ó, aos
sábados e domingos, das 9h às 17h, a praça Largo da Matriz Nossa Senhora do Ó
recebe a “Feira de Arte, Artesanato, Antiguidades e Comidas Típicas”. Em Perus,
a praça Inácio Dias, no dia 20 de dezembro, recebe o projeto Arteferia, das 9h
às 18h, com feira de artesanato. No calçadão da Estação de trem de Perus,
nos dias 17/12 e 18/12, das 10h às 16h, também terá uma feira.
Na zona Sul, na região da
subprefeitura Ipiranga, a “Feirarte” (Feira de arte e artesanato) acontece
todos os domingos e feriados na rua dos Patriotas, em frente à praça do Museu
do Ipiranga, entre 8h e 17h30.
Feira de Arte especial de Natal
Já em Pirituba, a “Feira de Artes
Especial para o Natal” acontece no calçadão do Parque São Domingos entre os
dias 13 e 20 de dezembro, das 9h às 18h, com a participação de 50 artesãos e
uma praça de alimentação.
Na
região leste, as feiras acontecem todas às quartas feiras, das 9h às 17h, na
praça Duerêe, no Aricandiuva/Formosa, e todos os sábados e domingos, das 9h às
17h, na Praça São João Vicenzotto.
A
praça Sampaio Vidal já tem feira de artesanato todas as sextas e sábados, mas,
excepcionalmente para o período de Natal, a feira ficará permanente nos
dias 19 a
24, 24 de dezembro, das 9h às 17h, com produtos como bordados, tapetes,
camisetas customizadas, roupas e acessórios para animais de estimação, bolsas,
sabonetes e bijuterias.
Os
moradores da Mooca podem conferir, na rua Coimbra, a Feira de Arte,
Artesanato, Cultura e Gastronomia, aos sábados das 15h às 22h e aos domingos das
8h às 17h. Já em Ermelino Matarazzo, todos os sábados, das 09h as 18h, a praça
Antonio Matavelli, recebe a feira de artesanato com escultura em giz,
aromatizantes, crochê, tricô, bordado, panos prato, toalhas pintadas, entre
outros.
Na
região da subprefeitura Penha são cinco feiras de artesanato: no Largo do
Rosário, com 35 barracas, de quarta-feira a sábado, entre 10h e 18h, e aos
domingos; a Feira de Artesanato e Comidas Típicas Pueblo Andino com 13
barracas, das 10h às 18h; na praça Dilva Gomes Martins, com dez barracas, aos
sábados e domingo, das 10h às 18h; na praça Micaela Vieira, com oito barracas,
as quartas-feiras, das 10h às 18h; e na avenida Governador Carvalho Pinto, a
Feira de Artesanato do Tiquatira, com 30 barracas, aos domingos e feriado,
entre 10h e 18h. Em São Miguel Paulista, todos os sábados, das 09h às 18h,
acontece a Feira de Arte e Artesanato na praça Padre Aleixo Monteiro
Mafra.
E
na região sul, em Santo Amaro, a praça Floriano Peixoto que já abriga a
Feirinha de artesanato, todas as segundas, sextas e sábados, das 9 às 17h,
recebe especialmente para o Natal, entre os dias 3 e 13/12, de segunda-feira à
sábado, das 10 às 16h, o projeto Feira de Artesanato: Mulheres Rendeiras,
com exposição de tapeçaria, pedraria, tecelagem, bordados, além de objetos e
utensílios de material reciclado.
Serviço:
Zona
Oeste
Lapa
Feira
de Arte, Artesanato e Antiguidades
Praça
Cornélia
Sextas-feiras
e sábados, 9h às 17h
Pinheiros
13ª edição
do Noel na Vila Madalena
Rua Fradique
Coutinho
Sábado (07),
9h às 18h30
Feira de
Arte, Cultura e Lazer
Praça
Benedito Calixto
Sábados, 8h
às 20h
Feira de
Antiguidades e Design do Mube
Rua Alemanha,
221
Domingos,10h
às 18h
Feira de
Artes e Artesanato
Praça
Omanguás
Sábados, 10h
às 16h
Domingos, 10h
às 17h
Feira de
Artes e Artesanato Lions Monções
Na esquina da
rua Flórida com a rua Nova Independência
Quintas-feiras,10h
às 16h
Feira de
artes e artesanatos
Rua
Guararapes
Quartas-feiras,
10h às 16h
Feira de
artes e artesanatos
Praça Gentil
Falcão
Terças-feiras,
10h às 16h
Zona
Sul
Vila
Mariana
Feira
de Artes plásticas, Artesanatos e Antiguidades
Praça
Nossa Senhora Aparecida
Quartas,
sextas e domingos, 09 às 17h
Ipiranga
Feirarte
Rua
dos Patriotas, em frente a praça do Museu do Ipiranga
Dominfos
e feriados, 8h às 17h30
Santo
Amaro:
Feirinha
de artesanato
Praça
Floriano Peixoto
Segundas,
sextas-feiras e sábados, 9 às 17h
Feira
de Artesanato: Mulheres Rendeiras
Praça
Floriano Peixoto
Exclusivamente
entre os 3 e 13/12, de segunda-feira à sábado, 10h às 16h
Zona Norte
Freguesia/Brasilândia
Feira
de Arte, Artesanato, Antiguidades e Comidas Típicas
Praça
Largo da Matriz Nossa Senhora do ò
Sábados
e domingos, 9h às 17h
Perus
Feira
de artesanato
Calçadão
da Estação de Trem de Perus
17/12
e 18/12, 10h às 16h
Arteferia
Praça
Inácio Dias
20/12,
9h às 18h
Pirituba/Jaraguá
Feira
de Artes e Artesanato do Parque São Domingos
Calçadão
do Parque São Domingos (Rua Rumi de Ranieri)
Entre
os dias 13 e 20/12, 9h às 18h
Zona Leste
Aricanduva
Feira
de artesanato
Praça
Duerêe
Quartas-
feiras, 9h às 17h
Feira
de artesanato
Praça
São João Vicenzotto,
Sábados
e domingos, 9 às 17h
Feira
de artesanato
Praça
Sampaio Vidal
Sextas
e sábados
Excepcionalmente
19, 20, 21, 22, 23 e 24 de dezembro, 9h às 17h
Mooca
Feira de
Arte, Artesanato, Cultura e Gastronomia
Rua Coimbra
Aos sábados,
15h às 22h e aos domingos, 8h às 17h
Ermelino
Matarazzo
Feira
de artesanato
Praça Antonio
Matavelli (Avenida Paranaguá Largo 1º de Maio)
Sábados, 9h
as 18h
Itaim
Paulista
Feira
de Artes e Artesanato
Praça
Silva Teles
Sábados,
10h às 20h
Itaquera
Feira
de artesanato
Praça
da Estação
Sextas-feiras
e sábados, 9h às 17h
Penha
Feira de
Artesanato
Largo do
Rosário
Quarta a
sábado, 10h às 18h
Feira de
Artesanato e Comidas Típicas Pueblo Andino (Boliviana)
Largo do
Rosário
Domingos,10h
às 18h
Feira de
Artesanato
Praça Dilva
Gomes Martins
Sábados e
domingos,10h às 18h
Feira de
Artesanato
Praça Micaela
Vieira
Quartas-feiras,10h
às 18h
Feira de
Artesanato do Tiquatira
Av. Gov.
Carvalho Pinto
Domingos e
feriados, 10h às 18h
São
Miguel Paulista
Feira
de Arte e Artesanato
Praça
Padre Aleixo Monteiro Mafra
Sábados, 9h às 18h
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
O cliente reclamou? Ainda bem!
* Por Erik Penna
"Seus clientes mais insatisfeitos são sua maior
fonte de aprendizado." (Bill Gates)
Quase ninguém gosta de ouvir reclamação. Mesmo quando a crítica é construtiva, é difícil encará-la como algo proveitoso e positivo. No mundo corporativo, quando se fala em atendimento ao cliente e prestação de serviços, ouvir reclamações é algo relativamente comum, mas a forma de receber e dar tratamento às queixas é que pode fazer toda a diferença para a organização.
Quase ninguém gosta de ouvir reclamação. Mesmo quando a crítica é construtiva, é difícil encará-la como algo proveitoso e positivo. No mundo corporativo, quando se fala em atendimento ao cliente e prestação de serviços, ouvir reclamações é algo relativamente comum, mas a forma de receber e dar tratamento às queixas é que pode fazer toda a diferença para a organização.
Pense bem: o que você tem a ganhar enfrentando um
cliente insatisfeito ou sendo indiferente à sua
queixa? Há pelo menos três aspectos altamente
benéficos em uma reclamação:
1) Quando um cliente diz para a empresa
com a qual mantém uma relação comercial
que está insatisfeito com um determinado produto ou
serviço prestado, significa simplesmente que ele
deseja fazer alguns ajustes nesse relacionamento. É
como um casamento: quando um reclama do outro é
porque existe sentimento suficiente para se resgatar e
manter a relação.
Muito pior seria se o cliente tratasse a empresa com indiferença. Quando um cliente está incomodado, mas não fala nada, no momento em que menos se espera ele migra, espontaneamente e quietinho, para a concorrência. Ainda fazendo analogia ao casamento, uma reclamação é um sinal de alerta importante para ambos repensarem o relacionamento. Portanto, na maioria das vezes, não há motivo para se ofender com uma crítica. Ela pode ser um instrumento excelente para aperfeiçoamento pessoal e profissional.
Muito pior seria se o cliente tratasse a empresa com indiferença. Quando um cliente está incomodado, mas não fala nada, no momento em que menos se espera ele migra, espontaneamente e quietinho, para a concorrência. Ainda fazendo analogia ao casamento, uma reclamação é um sinal de alerta importante para ambos repensarem o relacionamento. Portanto, na maioria das vezes, não há motivo para se ofender com uma crítica. Ela pode ser um instrumento excelente para aperfeiçoamento pessoal e profissional.
2) Outro aspecto positivo é que a
reclamação de um cliente pode servir como
consultoria, ainda que involuntária, para a empresa.
Na maioria das vezes, ele mostra, de maneira
inequívoca, sincera e gratuita, uma série de
erros que ela vem cometendo, sem ao menos se dar conta. Uma
consultoria, aliás, cobra caro para dar os mesmos
conselhos que o cliente pode dar.
3) Caso a empresa não possa
atender ao pedido do cliente, que pelo menos lhe dê
atenção, garantindo que ele seja ouvido. Tanto
quanto obter soluções, as pessoas desejam ser
ouvidas e seus pontos de vista respeitados. Saber ouvir
é algo que não implica custo financeiro para a
organização, mas ainda assim é uma
qualidade muito desejada num profissional, independentemente
do setor em que atua.
Portanto, ao ouvir uma crítica, procure todos os
aspectos positivos que ela pode trazer. Se você
conseguir focar apenas neles, evitando a tendência
natural de confrontar o cliente ou esquivar-se do problema,
todos saem ganhando - o cliente é ouvido, a empresa
consegue retê-lo e o profissional aprende que, com
flexibilidade e jogo de cintura, pode transformar um
problema em aprendizado, fidelização e
melhores resultados.
Muito longe de ser um inimigo, um cliente insatisfeito pode ser fonte de informações valiosas para a melhoria no atendimento e na gestão da empresa.
Muito longe de ser um inimigo, um cliente insatisfeito pode ser fonte de informações valiosas para a melhoria no atendimento e na gestão da empresa.
Sobre Erik Penna
É especialista em vendas, consultor e palestrante.
Possui MBA em Gestão de Pessoas pela
Fundação Getúlio Vargas,
pós-graduação em
Administração e Marketing pela Universidade
Paulista e graduação em Economia pela
Universidade de Taubaté.
Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10” e co-autor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”. Site: www.erikpenna.com.br
Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10” e co-autor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”. Site: www.erikpenna.com.br
O cliente reclamou? Ainda bem!
* Por Erik Penna
"Seus clientes mais insatisfeitos são sua maior
fonte de aprendizado." (Bill Gates)
Quase ninguém gosta de ouvir reclamação. Mesmo quando a crítica é construtiva, é difícil encará-la como algo proveitoso e positivo. No mundo corporativo, quando se fala em atendimento ao cliente e prestação de serviços, ouvir reclamações é algo relativamente comum, mas a forma de receber e dar tratamento às queixas é que pode fazer toda a diferença para a organização.
Quase ninguém gosta de ouvir reclamação. Mesmo quando a crítica é construtiva, é difícil encará-la como algo proveitoso e positivo. No mundo corporativo, quando se fala em atendimento ao cliente e prestação de serviços, ouvir reclamações é algo relativamente comum, mas a forma de receber e dar tratamento às queixas é que pode fazer toda a diferença para a organização.
Pense bem: o que você tem a ganhar enfrentando um
cliente insatisfeito ou sendo indiferente à sua
queixa? Há pelo menos três aspectos altamente
benéficos em uma reclamação:
1) Quando um cliente diz para a empresa
com a qual mantém uma relação comercial
que está insatisfeito com um determinado produto ou
serviço prestado, significa simplesmente que ele
deseja fazer alguns ajustes nesse relacionamento. É
como um casamento: quando um reclama do outro é
porque existe sentimento suficiente para se resgatar e
manter a relação.
Muito pior seria se o cliente tratasse a empresa com indiferença. Quando um cliente está incomodado, mas não fala nada, no momento em que menos se espera ele migra, espontaneamente e quietinho, para a concorrência. Ainda fazendo analogia ao casamento, uma reclamação é um sinal de alerta importante para ambos repensarem o relacionamento. Portanto, na maioria das vezes, não há motivo para se ofender com uma crítica. Ela pode ser um instrumento excelente para aperfeiçoamento pessoal e profissional.
Muito pior seria se o cliente tratasse a empresa com indiferença. Quando um cliente está incomodado, mas não fala nada, no momento em que menos se espera ele migra, espontaneamente e quietinho, para a concorrência. Ainda fazendo analogia ao casamento, uma reclamação é um sinal de alerta importante para ambos repensarem o relacionamento. Portanto, na maioria das vezes, não há motivo para se ofender com uma crítica. Ela pode ser um instrumento excelente para aperfeiçoamento pessoal e profissional.
2) Outro aspecto positivo é que a
reclamação de um cliente pode servir como
consultoria, ainda que involuntária, para a empresa.
Na maioria das vezes, ele mostra, de maneira
inequívoca, sincera e gratuita, uma série de
erros que ela vem cometendo, sem ao menos se dar conta. Uma
consultoria, aliás, cobra caro para dar os mesmos
conselhos que o cliente pode dar.
3) Caso a empresa não possa
atender ao pedido do cliente, que pelo menos lhe dê
atenção, garantindo que ele seja ouvido. Tanto
quanto obter soluções, as pessoas desejam ser
ouvidas e seus pontos de vista respeitados. Saber ouvir
é algo que não implica custo financeiro para a
organização, mas ainda assim é uma
qualidade muito desejada num profissional, independentemente
do setor em que atua.
Portanto, ao ouvir uma crítica, procure todos os
aspectos positivos que ela pode trazer. Se você
conseguir focar apenas neles, evitando a tendência
natural de confrontar o cliente ou esquivar-se do problema,
todos saem ganhando - o cliente é ouvido, a empresa
consegue retê-lo e o profissional aprende que, com
flexibilidade e jogo de cintura, pode transformar um
problema em aprendizado, fidelização e
melhores resultados.
Muito longe de ser um inimigo, um cliente insatisfeito pode ser fonte de informações valiosas para a melhoria no atendimento e na gestão da empresa.
Muito longe de ser um inimigo, um cliente insatisfeito pode ser fonte de informações valiosas para a melhoria no atendimento e na gestão da empresa.
Sobre Erik Penna
É especialista em vendas, consultor e palestrante.
Possui MBA em Gestão de Pessoas pela
Fundação Getúlio Vargas,
pós-graduação em
Administração e Marketing pela Universidade
Paulista e graduação em Economia pela
Universidade de Taubaté.
Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10” e co-autor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”. Site: www.erikpenna.com.br
Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10” e co-autor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”. Site: www.erikpenna.com.br
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Feira de arte e artesanato no Ipiranga
![]() |
| Feira de artesanato no Ipiranga |
Feira de arte e
gastronomia que acontece aos domingos e feriados no Ipiranga
A Associação dos Amigos da
Cultura, Arte e Lazer (AACAL) junto da Subprefeitura Ipiranga , através da
Supervisão de Cultura, realiza todos os domingos e feriados a feira de
artesanato, das 10h00 às 17h30. Expositores vendem objetos feitos de rede,
colchas de seda, canecas, bonecos de pano, brinquedos de madeira, roupas etc.
Tem barracas de alimentação de comidas orientais, pastéis, comida italiana,
lanches naturais e doces.
Para os expositores, a feira é uma forma agradável de mostrar seus trabalhos artísticos e suas qualidades, a população e os turistas, principalmente os que visitam o Parque da Independência, onde está localizado o Museu Paulista, a Casa do Grito e o Monumento da Independência. Visando o turismo e proporcionando visibilidade para artesãos e artistas da nossa região.
A feira reúne arte e gastronomia e funciona na Rua dos Patriotas em frente a uma das entradas do Museu do Ipiranga e do Parque da Independência. Uma boa oportunidade para comer e comprar bonecas de pano, camisetas personalizadas, chinelos, bijuterias e muito mais!
Para os expositores, a feira é uma forma agradável de mostrar seus trabalhos artísticos e suas qualidades, a população e os turistas, principalmente os que visitam o Parque da Independência, onde está localizado o Museu Paulista, a Casa do Grito e o Monumento da Independência. Visando o turismo e proporcionando visibilidade para artesãos e artistas da nossa região.
A feira reúne arte e gastronomia e funciona na Rua dos Patriotas em frente a uma das entradas do Museu do Ipiranga e do Parque da Independência. Uma boa oportunidade para comer e comprar bonecas de pano, camisetas personalizadas, chinelos, bijuterias e muito mais!
![]() |
| Feira de artesanato no Ipiranga |
Serviço
Feirarte – Feira de Artesanato.
Local: Rua dos Patriotas, entre a rua Bom Pastor e a Av. Nazaré.
Hora: 10h00 ás 17h30
Feirarte – Feira de Artesanato.
Local: Rua dos Patriotas, entre a rua Bom Pastor e a Av. Nazaré.
Hora: 10h00 ás 17h30
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Crise entre os sócios? A comunicação na solução de conflitos profissionais
Thiago Ermano *
No mundo do empreendedorismo é muito comum ouvir histórias de executivos que já tiveram – ou têm – conflitos constantes com seus sócios. Os motivos são diversos, no entanto, as razões quase nunca se justificam e acabam por prejudicar a imagem dentro e fora da empresa. Mas é possível solucionam os conflitos, manter um “casamento” profissional e restabelecer a harmonia e o andamento dos negócios? Com certeza, sim! Por mais que dicas não consigam solucionar 100% dos problemas entre sócios, ao menos, podem ajudá-los a evitar impasses desnecessários. Observe:
Não desista, aprenda com seu sócio! Como ninguém nasce empreendedor, entenda que estamos em constante formação profissional (e pessoal) e somos influenciados pelo ambiente, que também modifica cada um de nós diariamente. Como líder, você terá que infinitas vezes ponderar se os erros devem ser relevados ou não. Por isso, uma dica importante: estude o comportamento de seu par e busque compreender os pontos de vista dele sobre o mundo e sobre os negócios. Utilize as informações para perceber os pontos fracos e pontos fortes do sócio e coloque em prática o aprendizado sobre a personalidade dele.
Já elaborou um Job Description? Se você acredita que trabalha mais do que seu sócio ou é acusado de trabalhar menos, outro passo importante é definir “quem é quem” na empresa. Quem tem mais habilidades e é bem aceito na gestão da empresa? E diante dos funcionários, dos clientes e parceiros? Colha as opiniões e percepções dos atores em torno do negócio. Uma pesquisa com até 10 perguntas pode nortear quem tem mais afinidade com cada área. Caso o sócio não seja qualificado para aquela função, nasce uma ótima oportunidade de capacitá-lo para melhorar o perfil gestor dele.
Análise do passado x presente – A divisão natural das responsabilidades tende a acontecer quando cada sócio cuida do que ou de quem gosta. Você deixaria um sócio engenheiro assumir o departamento jurídico? Tecnicamente não é aconselhável. No entanto, o sócio-executivo pode assumir-se como o porta-voz da empresa e intermediar o relacionamento com um especialista em Direito (parceiro), atuando em parte da gestão da empresa. Você ou seu sócio tem mais facilidade com a condução e delegação de tarefas da equipe? Qual dos dois atende diretamente seus clientes? Observem cada ponto, anote e sugira as mudanças antecipadamente ao sócio – evite surpreendê-lo e submeta às ideias dele, para complementar o que pensa a respeito dos temas indicados por você.
Não deu certo! Busque intermediário – Bons gestores à frente de negócios aprendem a mediar conflitos internos. Mas há limites! Após tentar diversas técnicas ou contato sem êxito com o sócio, uma solução está em trazer para próximo um consultor “intermediário” de Comunicação Interna. Este ator terá como função observar comportamentos e ações realizadas pelos gestores e equipes e gerar novas dinâmicas de informação, a fim de melhorar o ambiente de trabalho de ambos. Um bom coach ou especialista em Comunicação pode auxiliar neste processo para deixar o fluxo informacional mais prático. Uma alternativa para solução de conflitos entre sócios que precisam reduzir o stress gerado pelo excesso de conflitos no ambiente de trabalho.
Em que fase do relacionamento com o sócio você está? Independentemente da fase, entenda que melhorar o contato com seu par profissionais trará melhorar sensíveis mudanças (positivas) para ele, para você e para toda a cadeia em torno de sua empresa. Aposte na Comunicação – uma poderosa ferramenta de solução de crises.
* Thiago Ermano – jornalista da Anunciattho Comunicação, especializado em estratégias de comunicação para gerar credibilidade à imagem corporativa de empresas, executivos, especialistas e novos empreendedores. Tem passagens pela Rede Globo, Rede Record, Cultura, Folha de S.Paulo, Editora Abril e FGV-SP. www.anunciatthocomunicacao.com.br

























